Show notes
No final do 2º Capítulo, a autora recorre ao pensamento de Patricia Hill Collins e Stuart Hall, para exemplificar o doloroso processo a que sujeitas/os negras/os passam dentro de espaços acadêmicos para produzirem obras que sejam legítimas e legitimadas. Encontrar a própria voz de dentro do racismo estrutural é uma batalha contra a opressão, e ao falar sobre isso, Grada coloca a margem como "lugar de criatividade" e "resistência". Escrever contra, segundo Hall, é se opor ao silêncio. Já bell hooks diz que se opor não é o bastante, sendo necessário que criemos uma nova forma de aprender, de pensar e escrever. Isso é a descolonização.



