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Prossigo com a leitura do Capítulo 2 - Quem pode falar?, no qual a autora vai olhar pro ambiente acadêmico como um dos espaços onde o racismo estrutural se manifesta de modo mais contundente. Grada parte da própria experiência universitária na Alemanha, e explica questões sobre margem e centro, sobre pertencimento e a necessidade que os racistas têm em colocar corpos não brancos às margens (sobretudo na academia).



