Show notes
Se esta rua não é só para mim,
faço um périplo e tento,
moldar o pensamento a seguir.
Razão, tu pedes para eu ouvir,
há terra em contramão, aqui,
eu senti!
Porquê? Somos aios do fim, porquê?
Da rotina fez-se homem assim,
da caverna ao nosso tempo
há um rasto que hoje podes sentir.
Imagina…está limpa, de volta, por tua mão.
Porquê? Somos aios do fim, porquê?
Musica de: Primavera
Letra de: André Maria

