BR2Cast
BR2Cast
BR2 Consultoria
Conteúdos sobre finanças, gestão empresarial, mercado financeiro, investimentos e muito mais!
6 - Capital de giro em projetos | Projetos e Investimentos
Muitos gestores empresariais decidem investimentos baseados apenas nos gastos objetivos com os novos ativos físicos ou imobilizados. Considerar a construção de um novo galpão, tendo em vista o custo de equipamentos e instalação, claro, é essencial. Mas resumir o projeto a esses que são, possivelmente, os gastos mais relevantes é uma simplificação perigosa dessa decisão de investimento. É preciso considerar os gastos associados à operacionalização desses ativos no contexto pré-existente da empresa. Em outras palavras, é preciso verificar o impacto que esses investimentos terão sobre o capital de giro do negócio.
Oct 18, 2022
6 min
27 - COVID-19, crises, mercados financeiros e contabilidade: uma breve análise histórica sobre como a contabilidade evolui com nossos erros
A contabilidade surgiu como necessidade natural de comunicação do ser humano, em virtude do aumento da complexidade nas transações comerciais. Essas evoluções datam de milhares de anos, sendo que a contabilidade sobreviveu e passou por épocas importantes na história da humanidade, como o surgimento da moeda, a evolução dos números naturais e a revolução industrial. Quantas crises o mundo não viveu nesse período, não é mesmo? Todavia, eu ouso dizer que até o início do século XX, a evolução da contabilidade ocorreu mais pelo aumento de complexidade das transações ao longo do tempo (do escambo à industrialização) e, consequentemente,  pelas necessidades de controle decorrentes dessa evolução social do que por questões relacionadas à crises, haja vista não termos até então mercados financeiros evoluídos (a NYSE – bolsa de valores americana –, por exemplo, só foi criada em 1817, e seu agente regulador apenas na década de 1930) e transações intercontinentais recorrentes, fazendo com que a demanda pela contabilidade fosse apenas de controle interno, e não de informe externo.
Oct 4, 2022
8 min
5 – Externalidades e o efeito erosão em projetos | Projetos e Investimentos
O desenvolvimento de um produto precisa levar em conta os efeitos colaterais que ele gerará. Tais efeitos podem ser em termos ambientais, sociais, tecnológicos, concorrenciais ou econômicos. De qualquer forma, tais efeitos tendem a afetar a capacidade de a empresa gerar fluxos de caixa e sustentar a viabilidade do projeto em questão e mesmo da própria organização. A história é recheada de exemplos a esse respeito, cuja lista é tão extensa que não nos cabe dar conta aqui (vide o caso de companhias como Kodak, Olivetti, Xerox, Nokia, HP, só para citar algumas).
Aug 18, 2022
7 min
26 - Criptomoedas e Bitcoin. Tenho perfil para eles? | Mercado Financeiro e Investimentos
Quase 70 anos depois e Markowitz (1952) continua acertando, mesmo quando o assunto é Criptomoedas, tais como o Bitcoin. Não tem jeito. Quem quer maiores retornos, precisa incorrer em maior grau de risco, entendendo risco como nível de variação/oscilação de preço do investimento ao longo do tempo. E se estamos falando de risco, as criptomoedas não podem deixar de serem discutidas, visto que esta é uma das formas mais arriscadas de investimento disponíveis no mercado (e aqui discutiremos apenas essa vertente, pois já está provado que a maior parte das transações com Bitcoins não são para comprar e vender produtos e serviços, conforme sinalizam Badev e Chen (2015)).
Aug 9, 2022
7 min
4 - O dilema dos custos irrecuperáveis | Projetos e Investimentos
Imagine-se na seguinte situação: você comprou um ingresso para ver aquele filme que tanto queria assistir e logo nos primeiros minutos percebeu que ele não era nada do que imaginava. Enfim, tratava-se de um péssimo filme! E aí, você continua assistindo o filme até o fim ou sai do cinema para aproveitar o tempo fazendo outra coisa? A decisão de continuar na sala de projeção pode se basear na expectativa de achar que o filme pode melhorar do meio para o fim ou simplesmente porque você pensa: “eu paguei pelo ingresso e, por isso, vou ficar até o fim”. Essa segunda base decisória é uma tentativa de compensar o valor gasto com o ingresso. Contudo, ela não faz o menor sentido, ainda que intuitivamente pareça coerente. Isso porque ao adquirir o ingresso, o dinheiro gasto nele se torna um custo irrecuperável e o fato de se buscar compensar o valor pago aproveitando até o último minuto só aumentará o peso do custo incorrido, em um fenômeno denominado “escalada do comprometimento”.
Aug 2, 2022
8 min
25 - O básico sobre criptomoedas | Mercado Financeiro e Investimentos
Uma criptomoeda é uma espécie de “moeda” virtual que pode ser utilizada tanto para compras, quanto para investimento (neste último caso, compra-se a moeda esperando que ela vá se valorizar, considerando a relação oferta-demanda). Atualmente, o seu uso para finalidade comercial é bastante limitado, sendo que a maioria massiva das transações envolve pessoas que estão comprando e vendendo a moeda com objetivos especulativos ou de investimentos de médio e longo prazo, visando lucros ou proteção patrimonial. Neste momento, você deve estar se perguntando como uma criptomoeda se (des)valoriza.
Jul 29, 2022
5 min
3 - Custos de oportunidade e a decisão de investimento | Projetos e Investimentos
O custo de oportunidade, que representa o benefício das alternativas rejeitadas ao se tomar uma decisão, servirá para colocar em perspectiva o projeto em avaliação em contraposição às demais opções disponíveis, dentre elas a do status quo, ou seja, deixar tudo como está. Há um dilema em torno do status quo, que pode significar para muitos deixar de fazer o que a maioria está fazendo e perder uma oportunidade que parece que está sendo aproveitada por todos. O que pode ser só uma ilusão (leia nosso artigo que fala sobre isso). “Será que essa é boa escolha?” é uma questão que o custo de oportunidade ajudará a resolver, ainda que não de forma infalível.
Jul 26, 2022
7 min
24 - Operando ações com opções | Mercado Financeiro e Investimentos
Imagine que você possui 1.000 ações na sua carteira, ao valor de mercado de $10 cada, e decide vender calls[1] para essas ações, a $1,20 cada, com strike de $15[2] em até 1 mês. Perceba que, neste caso, você espera que suas ações não se valorizem neste mês a algo superior a $16,20 ($15 do strike + $1,20 referente ao custo da call para quem comprou de você). Se durante esse período o preço das ações não superar $16,20, a opção “vira pó” e você embolsa $1,20 por cada call vendida, pois, quem comprou sua call não irá exercer o direito de comprar a ação por um valor superior ($15 + $1,20) ao valor de mercado. Por outro lado, qualquer cotação acima de $16,20 para a ação em questão, neste caso, faz com que o comprador de sua call exerça seu direito de compra das ações a $15 e, consequentemente ter lucro, pois ele estaria comprando a um valor inferior ao valor de mercado.
Jul 19, 2022
5 min
2 - Como as firmas organizam o processo de investimento | Projeto e Investimentos
Existem pessoas que tomam decisões relevantes e complexas sem muito apuro analítico. Há, inclusive, os que decidem iniciar um novo negócio com base apenas em um insight gerado durante um banho ou com base em palpites ou depoimentos de terceiros, nem sempre carregados de verdade. A esses, pode-se atribuir o adjetivo de “arrojados”, “imprudentes” ou até de “ingênuos”, ainda que “visionários” possa, acidentalmente, ocupar lugar, especialmente quando a empreitada dá certo, mesmo que por obra do acaso. Mas, e as corporações e gestores focados nas boas práticas financeiras, como processam suas decisões de investimentos?
Mar 15, 2022
8 min
23 - Derivativos e o mercado de opções | Mercado Financeiro e Investimentos
Calls, puts, strikes e premiums são alguns exemplos de jargões relacionados às negociações de opções. Talvez, esses jargões afastem alguns potenciais investidores deste mercado. Por outro lado, diferente do que se imagina, quando bem compreendido, o mercado de opções pode ser menos arriscado do que o mercado tradicional de ações. Isso porque o detentor de uma opção não possui o ativo de fato, mas sim um direito de exercer aquela opção. De outra forma, um portador de uma opção de compra, por exemplo, pode simplesmente desistir de comprar o ativo subjacente, caso entenda não ser uma operação benéfica com o decorrer do tempo.
Mar 9, 2022
4 min
Load more