Show notes
Por trás de cada torneira aberta em São Paulo há um monitoramento climático constante, sustentado por uma rede de cerca de 3 mil postos que acompanha o comportamento do clima e da água em tempo quase real. O tripé básico dos indicadores é chuva, vazão dos rios e nível dos reservatórios, mas há uma segunda camada voltada à previsão, com dados de secas e de precipitação cruzados em janelas de 6 e 12 meses, que deu origem ao protocolo de escassez. Tudo é público, por meio de ferramentas que mostram os indicadores em mapas coloridos por nível de segurança hídrica, e atualizado a cada cinco minutos — velocidade que faz o sistema funcionar de fato. A segurança hídrica é uma gestão compartilhada: a agência monitora e fornece os dados, mas quem emite os alertas à população é a Defesa Civil. Com o cruzamento entre radar e estações de superfície, a precisão do monitoramento fica próxima de 100%, garantindo vigilância constante contra cheias e secas.
Participantes:
Participantes:
- Ana Paula Zubiaurre Brites, Diretora, SP Águas.
- Cassio Politi, Apresentador, Tracto.
- Stephanie Capitani, Business Development, Forvis Mazars.



