
Era sequer possível Farioli não se apaixonar por futebol? Francesco viveu uma infância tranquila na Toscana, rodeado de livros, de poesia e muito “calcio”. Inspirado pelos anos dourados do futebol italiano, Farioli ainda sonhou ser guarda-redes profissional, mas faltava-lhe o principal atributo: a altura. Os colegas de balneário reconhecem-lhe a liderança desde cedo. Era o “capobanda”. Não se tornou o sucessor de Buffon, mas na Toscana da sua infância, desenhou-se outro futuro para Francesco.Neste episódio ouvimos o pai Massimo, o olheiro da Atalanta que o acompanhou desde os seis anos, o treinador que o levou do Margine Coperta - o clube logo ao lado de casa - até ao Freccia Azzurra, em Pisa, onde os antigos colegas de equipa até hoje torcem por ele.
May 3
30 min

Guarda-redes, poeta, filósofo. Um treinador revolucionário ou um homem em busca de redenção? As raízes italianas de Francesco num podcast Renascença, do jornalista Eduardo Soares da Silva.
Apr 30
1 min
