Rádio Piraí Educa - RPE
Rádio Piraí Educa - RPE
Rádio Piraí
A Rádio Piraí Educa é um projeto de extensão que visa a formação de um grande repositório de conteúdo e conhecimento para o Sul Fluminense. Por meio de podcasts semanais, a rádio cumpre o papel de dar visibilidade a intelectualidade, grupos diversos e a produção cultural e científica da região a partir da perspectiva local/global.
Professores concursados lutam por direitos.
Imagine você, passar em um concurso público legítimo, dentro da Lei, e ter seu direito negado? É o que vem enfrentando centenas de professores concursados na UEMG. Compartilhem com todos(as)!! Segue as redes sociais do coletivo. https://www.instagram.com/tv/CO27CAdARjn/?igshid=1pif3c2fq0q9k Email: [email protected] Mais notícias  https://www.brasildefatomg.com.br/2021/05/05/para-serem-nomeados-professores-da-uemg-entram-na-justica-contra-o-estado-de-mg
May 14, 2021
2 min
Afroempreendedorismo: o surgimento da marca Los cravos. # ep. 26
Neste Podcast a marca masculina Los Cravos apresenta sua experiência enquanto uma marca afroempreendedora. O empreendimento é formado por três pessoas, sendo Brena Manoela, estilista da marca, juntamente com Ulisses Manoel e Pedro Henrique. Os três familiares fundaram a Los Cravos a dois anos atrás e agora no meio da pandemia a marca se estrutura como um negócio consciente e digital. Isso com objetivo a inspirar pessoas a fazer do mundo um lugar mais consciente e equilibrado. Redes sociais https://www.instagram.com/loscravos/?hl=pt-br http://www.loscravos.com.br
Feb 13, 2021
20 min
Série: mulheres que leem mulheres. Thalyta Bertotti lê Susan Haack. #Ep. 10
A pesquisadora Thalyta Bertotti (PPGFil/UFSC/CAPES) apresenta a filósofa  Susan Haack, destacando a importância de seu pensamento para entender a  ciência e compreender as questões contemporâneas, como, por exemplo, as  informações sobre a pandemia. Redes Sociais do Laboratório Tempo do Agora  Instagram: @tempodoagora Facebook, Youtube: Tempo do Agora Site: www.tenpodoagora.org Rede Brasileira de Mulheres Filósofas
Jan 30, 2021
7 min
Série: mulheres que leem mulheres. Viviane Botton lê María Lugones. #Ep. 9
A filósofa Maria Lugones faleceu este ano de 2020 deixando uma herança  teórico-filosófica e um legado como professora, pesquisadora e mentora  intelectual de toda uma nova geração de feministas da América Latina e  Caribe que se auto-denominam “decoloniais”, como Ochy Curiel, Youderkys  Espinosa, Breny Mendoza, e toda uma geração de pós-graduand@s que usam  suas teses para repensar o nosso sistema-mundo. Maria Lugones pensa a  colonialidade como um sistema epistêmico-político vigente nas Américas  desde sua invasão onde uma divisão de todos os seres em categorias  binárias hierarquicamente dispostas e inseparáveis umas das outras (como  sexo/gênero e origem étnica e social) representam um sistema de  inteligibilidade e governabilidade também foram impostas com a invasão.  Na colonialidade nossas subjetividades e os modos como outorgamos  sentido a nossas experiencias materiais e intersubjetivas se mantém  colonizados. É elaborando um diagnóstico que visou a destruição e a  reelaboração teórica-conceitual de nossas práticas ainda coloniais que  Maria Lugones nos deixa. Deixa-nos seus trabalhos como ferramentas para o  pensamento e a luta anticolonial, que também é a luta anti-racista e  anti-patriarcal. Agradecemos à filósofa e convidamos tod@s a pensarem  com ela e a partir dela.
Jan 23, 2021
9 min
Série: Mulheres que leem mulheres. Fernanda Miguens lê Bell Hooks. #Ep. 8.
Fernanda Miguens é tradutora. Atualmente pesquisa o tema Filosofia da  Tradução nos Laboratórios Filosofias do Tempo do Agora e Laboratório X  de Encruzilhadas Filosóficas da UFRJ. A tradução de Corpos em aliança e a  política das ruas - notas sobre uma teoria performativa da assembleia,  da filósofa Judith Butler e A metade que nunca foi contada - a  escravidão e a construção do capitalismo norte-americano, do historiador  Edward E. Baptist, são os seus trabalhos mais recentes. Redes sociais do Laboratório Tempo do Agora (UFRJ) e da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Rede Brasileira de Mulheres Filósofas https://www.youtube.com/channel/UCJW1f-7pafYDHJSBRpJZI0g  https://instagram.com/filosofas.brasil?igshid=19ebcoardr1xj  https://www.facebook.com/filosofas.org  Laboratório Tempo do Agora (UFRJ) Instagram: @tempodoagora Facebook, Youtube:  https://instagram.com/tempodoagora?igshid=uwkxicltf6vp  Tempo do Agora Site: www.tenpodoagora.org Link: http://lattes.cnpq.br/1143911264606246
Jan 16, 2021
9 min
Mulheres que leem mulheres. Danielle Magalhães lê Silvia Federici. #7
Nesse sétimo episódio a pesquisadora Danielle Magalhães, doutora em Teoria Literária pela UFRJ, apresenta a filósofa italiana Silvia Federici. Intelectual e ativista fundamental para a atualidade, Federici foi uma das propulsoras das campanhas por um salário para o trabalho doméstico (Wages for Housework Campaign) nos anos 70. Sua vivência na África nos anos 80 também influenciou imensamente seu trabalho contra o neoliberalismo. Em seu mais famoso livro no Brasil, “Calibã e a bruxa”, a filósofa analisa o início da Idade Moderna na Europa a partir do ponto de vista das mulheres pobres e camponesas, mostrando como o capitalismo se desenvolveu às custas do extermínio de centenas de milhares de mulheres que foram queimadas como bruxas. Dentre outras questões, sua obra é indispensável para pensar outras versões da história que não foram contadas, para pensar o poder das mulheres sobre os seus próprios corpos, para pensar a recuperação dos laços comunais que o capitalismo não cessa de desintegrar, para pensar a importância da interdependência das pautas de gênero, raça e classe, para pensar como a prática de exploração da terra está diretamente atrelada à política de exploração dos corpos, sobretudo, nas regiões do mundo que foram colonizadas.
Dec 19, 2020
8 min
Mulheres que leem mulheres. Maria Walkíria Cabral lê Drucilla Cornell. #6
Entramos no sexto episódio da série. A professora Maria Walkíria Cabral (IPPUR/UFRJ), pesquisadora do Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (LAFITA/UFRJ), fala um pouco sobre a obra da filósofa estadunidense Drucilla Cornell. Filósofa com um doutorado em Direito, ativista e com uma importante experiência nos movimentos e sindicatos de mulheres nos Estados Unidos, Drucilla Cornell é professora de Ciências Políticas e Estudos de Mulheres e Gênero e Literatura Comparada na Rutgers University/NJ e professora extraordinária na Universidade de Pretoria na África do Sul, onde desenvolveu o uBuntu Project. Nesse projeto coletivo, Drucilla se dedicou a pensar as relações entre os valores éticos eurocêntricos com os da filosofia africana na tomada de decisão dos juízes da Corte Constitucional. Essas pesquisas também refletem os trabalhos anteriores da jusfilósofa, em especial, o tema do feminismo ético, com uma obra vasta em autoria e co-autoria. Com apenas três artigos disponíveis em português, Drucilla é uma filósofa feminista que tem se preocupado em pensar propostas revolucionárias, muito inspirada pelos ideais socialistas, anti-imperialistas e descoloniais, que aparece em seu livro publicado em co-autoria com Stephen Seely, The Spirit of Revolution (2016). Atualmente, Drucilla e Stephen preparam um novo livro, que promete dar continuidade ao debate dos caminhos da revolução.
Dec 5, 2020
9 min
Mulheres que leem mulheres. Paula Gruman lê Luce Irigaray. Ep. 5.
Paula Gruman, psicóloga clínica e doutoranda em Psicanálise pela Université de Paris, introduz nesse vídeo o pensamento da filósofa, psicanalista e linguista belga, Luce Irigaray. Irigaray se destacou por analisar o pensamento ocidental usando o método psicanalítico, chegando à conclusão que as mulheres não se encontram verdadeiramente representadas na Linguagem, no sistema Simbólico e tampouco no Imaginário. Para a pensadora, essa falta de representação implica uma exclusão e dificulta que as mulheres sejam vistas como sujeitos. Apesar de Irigaray manter-se ancorada a uma cis-heteronorma (o que podemos buscar desconstruir hoje), acredita-se que a proposta geral de seu pensamento segue sendo pertinente hoje em dia, em nossa sociedade ainda patriarcal e falocêntrica. Irigaray acredita que uma mudança (social, econômica, “concreta”) em direção a direitos e representação iguais para os dois sexos passa necessariamente por uma mudança no pensamento ocidental (seu simbólico, seu imaginário e, notadamente, sua linguagem). Seu pensamento influenciou muito a obra de Judith Butler no que tange ao gênero.  Redes sociais e Contatos   Lattes: http://lattes.cnpq.br/3203682725013358 Instagram: @psicanalise.feminista  E-mail: [email protected] Rede Brasileira de Mulheres Filósofas https://www.youtube.com/channel/UCJW1f-7pafYDHJSBRpJZI0g  https://instagram.com/filosofas.brasil?igshid=19ebcoardr1xj  https://www.facebook.com/filosofas.org  Laboratório Tempo do Agora (UFRJ) Instagram: @tempodoagora Facebook, Youtube:  https://instagram.com/tempodoagora?igshid=uwkxicltf6vp  Tempo do Agora Site: www.tenpodoagora.org Link: http://lattes.cnpq.br/1143911264606246
Nov 14, 2020
9 min
Visconde de Mauá e Araruama: estâncias de cura e a medicina natural do século XIX. Parte II. Por Henrique Mendonça. #25
Neste episódio, a discussão sobre onde achar um lugar para as curas naturais passa a tratar da escolha da Região dos Lagos; mais especificamente o município de Araruama. A fala apresenta as intenções que misturavam projetos intelectuais médicos, interesses econômicas e políticos, que podem nos servir de fundamento para pensar os desejos de uma boa sociedade em relação ao incremento de estâncias turísticas de cura no estado do Rio de Janeiro. Em jogo estavam o cuidado da saúde, a aquisição de novos hábitos desejáveis e modernos para uma parcela da sociedade, interesses econômicos e políticos. Imagem: Reportagem sobre o turismo na região. Destacando as dependências do Parque Hotel de Araruama. Revista da Semana. Autor desconhecido. Data: 08/09/1945. Local: Araruama.
Nov 7, 2020
13 min
Mulheres que leem mulheres. Ana Emília Lobato lê Octavia Butler e Grada Kilomba. Ep. 4.
Neste quarto episódio, a pesquisadora Ana Emília Lobato (PPGF/UFRJ) articula a escrita de Grada Kilomba, artista e pensadora afro-portuguesa, e Octavia Butler, importante autora de ficção científica. Ambas pensadoras negras que, cada uma em seu estilo, problematizam a questão da atemporalidade do racismo.   Grada Kilomba esteve no Brasil em 2019 quando lançou seu livro Memórias de Plantação – episódios de racismo cotidiano (editora Cogobó) e montou sua primeira exposição individual no país, na pinacoteca de São Paulo, intitulada Desobediências Poéticas.  Octavia Butler começou a publicar no final da década de 70, seu primeiro romance foi Kindered – laços de sangue (publicado no Brasil apenas em 2017 pela editora Morra Branco). Butler recebeu diversos prêmios literários do gênero ficção científica, faleceu em 2006; suas histórias eram sempre atravessadas pelas questões de gênero e raça.   Redes sociais  Rede Brasileira de Mulheres Filósofas https://www.youtube.com/channel/UCJW1f-7pafYDHJSBRpJZI0g https://instagram.com/filosofas.brasil?igshid=19ebcoardr1xj https://www.facebook.com/filosofas.org  Laboratório Tempo do Agora (UFRJ) Instagram: @tempodoagora Facebook, Youtube:  https://instagram.com/tempodoagora?igshid=uwkxicltf6vp Tempo do Agora Site: www.tenpodoagora.org Link: http://lattes.cnpq.br/1143911264606246
Oct 31, 2020
9 min
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