PORTA33 — MADEIRA
PORTA33 — MADEIRA
PORTA33 - Madeira
A Porta33 é um projecto de produção de arte contemporânea. Convida os artistas a realizarem exposições inéditas e, sempre que possível, a partir das vivências por eles experimentadas na Madeira. É também um projecto de divulgação. Organiza colóquios sobre o trabalho dos artistas, promove visitas guiadas às exposições em colaboração com a comunidade escolar e mantém um centro de documentação de cultura contemporânea. Visite o Website: https://porta33.com/ Subscreva ao canal PORTA33 — ESCOLA DO PORTO SANTO: https://castbox.fm/channel/PORTA33-%E2%80%94-ESCOLA-DO-PORTO-SANTO-id3129113?country=pt
ANA MIRA e EMÍLIA P. ALMEIDA Conferência-encontro
COALESCER — Memória de uma constelação Conferência-encontro com Ana Mira e Emília Pinto de Almeida 16 SETEMBRO 2022 [sexta-feira] — 18h30Nesta conferência-encontro procuramos reflectir sobre problemas da percepção, da gravidade como peso-leveza, da duração das sensações e da imagem, da linguagem verbal vinda de práticas incorporadas, do caminhar do pensamento filosófico, da força da tradução entre a arte e a filosofia, do sensível e do inteligível na estética, da horizontalidade do colectivo, da temporalidade do encontro, do possível do mundo.Mais informações em: https://www.porta33.com/porta33_madeira/eventos/content_eventos/coalescer/coalescer_conferencia-encontro.html
Sep 16, 2022
1 hr 25 min
ANA MIRA | COALESCER, no espaço do corpo em pensamento
COALESCER, no espaço do corpo em pensamento é um seminário contínuo de desenho, dança e filosofia, sob o crivo particular do corpo, que reúne um conjunto de artistas, filósofos, investigadores e professores. O projecto decorrerá bimensalmente, entre 2020-2021, nas salas da Porta 33, para um público abrangente de faixa etária compreendida entre os 3 e os 70 anos de idade, com e sem experiência, também nos projectos anteriores da Porta33. COALESCER é um lugar para a experimentação do corpo e sua reflexão filosófica, através de práticas incorporadas de movimento, desenho, leitura, escrita e diálogo desenvolvidas num ambiente participativo e colaborativo.“So that the audience does not know whether I have stop dancing” foi o título que Trisha Brown deu à sua peça no Walker Art Center em 2008, onde fez a performance de um desenho. Para esta coreógrafa americana, o desenho surgia como esquema de composição e estudo dos limites do corpo, num cruzamento entre a performance de dança e as artes visuais. Com o objectivo principal de fazer espaço do corpo e sua reflexão filosófica em coalescência, o desenho permite ora construir partituras de improvisação e composição coreográfica a partir de proposições filosóficas, ora traduzir a sensação no papel – aquela do espaço do corpo em pensamento. Este último, como pensamento filosófico, é influenciado por Friedrich Nietzsche e Gilles Deleuze, entre outros autores, em nome de uma potência de vida do corpo.A natureza do projecto dá predominância à investigação artística e filosófica desenvolvida através da voz de cada um dos participantes, num regime de partilha do sensível entre a vida e a arte; pois pretende-se que as séries de práticas e teorias, em coalescência, incitem à experiência vivida, ao conhecimento e revelação de si.Ana Mira, 2020Ana Mira — BiografiaAna Mira é investigadora, professora, coreógrafa, performer e escreve sobre Dança e Filosofia. Estudou Práticas Somáticas e Dança Contemporânea na Europa e nos Estados Unidos, e completou o Doutoramento em Filosofia /Estética na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa, sob orientação do filósofo e professor José Gil, como investigadora visitante no Centre for Research in Modern European Philosophy e bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2014). Na performance de dança destaca “At Once”, adaptação do solo de Deborah Hay/SPCP 2009 (Teatro Maria Matos, 2010) e a sua colaboração com Rosemary Butcher em “After Kaprow” (The Place Theatre, 2012) e “Test Pieces” (NottFestival, 2015), em Inglaterra. Tem leccionado em instituições académicas e artísticas, actualmente, na Escola Superior de Teatro e Cinema, Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual e C.E.M. – Centro em Movimento. Encontram-se publicados os seus ensaios: "Sensorial document" (Journal of Dance & Somatic Practices, 2016), "Afectivo primitivo" (Nuisis Zobop /Instituto de Filosofia - Universidade do Porto, 2017), "Contornos de Inexistência" (Teatro Municipal do Porto /Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 2018), “Caminha a tua vida: a autobiografia como acto crítico em “Still/Here de Bill T. Jones (1994) (Vendaval, 2019). É investigadora no IFILNOVA - Instituto de Filosofia da Nova e no colectivo baldio | Estudos de Performance. http://ana-mira.com/
Feb 1, 2020
1 hr 24 min
GABRIELE OROPALLO | Atlantic Wonder
Atlantic Wonder  International Summer SchoolPORTA33 — 27.07.2019Organização: Departamento de Arte e Design da Universidade da MadeiraMadeira will host the second edition of the Atlantic Wonder Summer School from 23–30 July 2019. The rich biodiversity and presence of various natural ecosystems make of the island the perfect living lab to experiment with and shape a Nature Centred Design approach.This year we will focus on tools and methods that belong to the natural sciences. We will explore and apply these in order to learn about the complex interconnections within natural mechanisms and systems.The first step in shifting from an anthropocentric to nature centric design approach is to understand nature’s rhythms and needs. Through direct experiences and activities in nature, the participants will work with, and reflect upon, the relationship between the natural sciences and design. By bridging these two worlds we aim to foster insights that can inform the public about natural cycles, routes and rhythms and to design for sustainable and resilient systems.Participants will interact with experts from a range of disciplines in the natural sciences and design, while developing an interdisciplinary mindset and approach towards sustainable development.Gabriele OropalloHe is Senior Lecturer in Design Critical and Contextual Studies and Course Leader of the MA by Project at The Cass School of Art, Architecture and Design, London Metropolitan University. He teaches Academic Practice at the University of the Arts London. He serves as Trustee and member of the Executive Committee of the Design History Society. His research examines the design-nature entanglement and the making of informed materials. He also co-founded critical design practices Repair Society and Arquipélagos Urbanos, whose work was featured respectively at the Istanbul Design Biennial and São Paulo Architecture Biennial. He regularly contributes to the magazine Form. His recent publications include chapters in books such as Craft Economies (Bloomsbury, 2018) and Design Culture (Bloomsbury, 2019).
Jul 27, 2019
39 min
VANESSA DE LUCA | Atlantic Wonder
Atlantic Wonder  International Summer SchoolPORTA33 — 27.07.2019Organização: Departamento de Arte e Design da Universidade da MadeiraMadeira will host the second edition of the Atlantic Wonder Summer School from 23–30 July 2019. The rich biodiversity and presence of various natural ecosystems make of the island the perfect living lab to experiment with and shape a Nature Centred Design approach.This year we will focus on tools and methods that belong to the natural sciences. We will explore and apply these in order to learn about the complex interconnections within natural mechanisms and systems.The first step in shifting from an anthropocentric to nature centric design approach is to understand nature’s rhythms and needs. Through direct experiences and activities in nature, the participants will work with, and reflect upon, the relationship between the natural sciences and design. By bridging these two worlds we aim to foster insights that can inform the public about natural cycles, routes and rhythms and to design for sustainable and resilient systems.Participants will interact with experts from a range of disciplines in the natural sciences and design, while developing an interdisciplinary mindset and approach towards sustainable development.Vanessa De LucaShe is a design traveler and explorer. She is studying wildplants and related folk knowledge in the Mediterranean area as completion of her herbalism training and holistic medicine formation. Currently she is part of the Laboratory of visual (SUPSI) in Switzerland leading international projects and interdisciplinary initiatives. PhD in Design and Multimedia Communication, her explorations of the links between nature and interactive technologies promote a designer approach focusing on the growth of skills of cooperation among tools and people within sharing contexts of networking. Her research explores how design, services and interactive artifacts can create a positive shifts for an healthy lifestyles and a sustainable society. Vanessa has carried out many articles, research and business projects on games and interactive interfaces for behavioural change, smart services, educational tools, design for wellbeing, ICT for environmental and cultural heritage.www.ludicdesign.wordpress.comhttps://www.researchgate.net/profile/Vanessa_De_Luca
Jul 27, 2019
34 min
ALASTAIR FUAD-LUKE | Atlantic Wonder
Atlantic Wonder  International Summer SchoolPORTA33 — 27.07.2019Organização: Departamento de Arte e Design da Universidade da MadeiraMadeira will host the second edition of the Atlantic Wonder Summer School from 23–30 July 2019. The rich biodiversity and presence of various natural ecosystems make of the island the perfect living lab to experiment with and shape a Nature Centred Design approach.This year we will focus on tools and methods that belong to the natural sciences. We will explore and apply these in order to learn about the complex interconnections within natural mechanisms and systems.The first step in shifting from an anthropocentric to nature centric design approach is to understand nature’s rhythms and needs. Through direct experiences and activities in nature, the participants will work with, and reflect upon, the relationship between the natural sciences and design. By bridging these two worlds we aim to foster insights that can inform the public about natural cycles, routes and rhythms and to design for sustainable and resilient systems.Participants will interact with experts from a range of disciplines in the natural sciences and design, while developing an interdisciplinary mindset and approach towards sustainable development.Alastair Fuad-LukeDesign facilitator, educator, writer and activist. His books include Agents of Alternatives (co-edited), Design Activism, and The Eco-design Handbook. Presently he is Full Professor of Design Research at the Faculty of Design & Art at the Free University of Bozen-Bolzano, Italy. Previously he was Professor of Emerging Design Practices at the School of Arts, Design and Architecture, Aalto University, Finland, exploring co-design, openness and sharing, and a Visiting Professor at the Department of Communication and Art, University of Aveiro, Portugal. Projects in recent years include Mode Uncut, a Codesign Manual, Return on Giving for the City of Lahti, Finland; and an Eco-Innovera research project, SHIFT about how to better support eco-innovation SMEs and startups in Europe. Present research focuses on: design and resilient agri-cultures, through What Could A Farm Be? a pilot project and network, muu-baa, in South Tyrol, Italy; and an open source co-e-knitting initiative.http://www.shift-project.eu/https://modeuncut.wordpress.com/
Jul 27, 2019
50 min
FLORIAN HECKER — Synthetic Statistics
Conversa entre Florian Hecker, Michael Newman, Robin Mackay e Miguel Wandschneider sobre a exposição ‘Synthetic Statistics’ de Florian HeckerPORTA33 — 25.05.2019Florian Hecker Nascido em 1975 em Augsburg, na Alemanha, cresceu na cidade de Kissing e estudou Linguística Computacional e Psicolinguística na Ludwig Maximilian Universität, em Munique, e Belas Artes na Akademie der Bildenden Künste, em Viena. Desde 2014, é bolseiro do Chanceler da Universidade de Edimburgo. As suas criações incluem trabalhos de som sintetizado, que convidam o público a embarcar numa viagem sensorial alicerçada sobre um exercício de escuta imersiva, através da performance, instalação e publicação. Os seus projetos exploram a modernidade composicional do período pós-guerra, a audiologia e o conhecimento psicoacústico. Desde 1996, Hecker tem protagonizado inúmeras performances e concertos internacionais, tanto em grandes salas como em festivais de música eletrónica contemporânea. 'Inspection' (Projeto Maida Vale), sua mais recente obra, foi encomendada pela BBC Radio 3 como a primeira transmissão binaural da BBC, e 'FAVN' foi apresentada na Alte Oper Frankfurt em parceria com o MMK Museum für Moderne Kunst Frankfurt am Main (ambas em 2016). A sua colaboração com Reza Negarestani, 'A Script for Machine Synthesis', foi apresentada no Stedelijk Museum Amsterdam e na Maison de la Radio, em Paris (2015), e 'Formulation' (Project FLV) foi apresentado como parte da exposição inaugural na Fondation Louis Vuitton, em Paris (2014). Grandes exibições e apresentações recentes do artista incluem, entre outros, os projetos 'Florian Hecker - Synopsis / Seriation', Museu de Arte da CU, Universidade do Colorado em Boulder, CO, EUA (2018); 'Florian Hecker - Halluzination, Perspektive, Synthese', Kunsthalle Wien, Viena; 'Florian Hecker - Synopsis, Tramway, Glasgow' (ambos em 2017); 'Florian Hecker - Formulations', MMK Museum für Moderne Kunst Frankfurt, Main (2016); 'Florian Hecker - Formulations', Culturgest, Porto; e Künstlerhaus Graz e Midway Contemporary Art, Minneapolis (todos em 2015); 'Sadie Coles HQ', Londres; Galerie Neu / MD72, Berlim; 'Articulação', Lumiar Cité, Lisboa; Documenta 13, Kassel; e Festival Nouveau, Centre Georges Pompidou, Paris (todos em 2012). Da extensa discografia de Hecker destacam-se 'A Script for Machine Synthesis' (Editions Mego, Viena, 2017); 'Articulação Sintética' (Edições Mego, Viena, 2017); 'Hecker Leckey Sound Voice Chimera' (Pan, Berlim, 2015); 'Speculative solution' (Edições Mego, Viena, 2011); e 'Acid in the Style of David Tudor' (Edições Mego, Viena, 2009).Robin Mackay, diretor da Urbanomic Media Ltd, editora que divulga a relação interdisciplinar na arte contemporânea.Michael Newman é professor no Departamento de Arte de Goldsmiths da Universidade de Londres.Miguel Wandschneider, membro da Guy de Cointet Society (Paris). Durante uma década, foi responsável pela curadoria do programa de exposições da Culturgest.
May 25, 2019
1 hr 30 min
JOSÉ CARLOS MARQUES — Paulo David | Atlas da Cidade [1ª Parte]
José Carlos MarquesConferênciaDe volta às raízes. Funchal, cidade agropolitanaPorta33 - 11 de Maio de 2019Há muito que José Carlos Marques vem debruçando o olhar sobre o território, mas este não é um vulgo olhar. É com outros olhos e outra pele que o investigador indaga o Atlas da Cidade de Paulo David, em exposição na Porta 33, percorrendo-o de dentro da terra até ao cimo. Ao cimo de tudo. Depois de João Baptista (engenheiro geológico) e Cristina Pereira (arquiteta), José Carlos Marques é o próximo orador a entrar por esta Porta, para aprofundar uma narrativa que vem sendo edificada, desde que abriu ao público a mostra ‘Da continuidade das formas e do modo como pousam’, projeto que dá a conhecer a obra e o tempo do arquiteto madeirense Paulo David, a partir de diferentes perspetivas, sensibilidades e pensamentos, posicionando a nossa cidade na ponta do lápis inteiro que se afia ao desenho. Agendada para o dia 11 de maio, a conferência proferida por José Carlos Marques intitula-se ‘De volta às raízes. Funchal, cidade agropolitana*’ e, segundo o próprio, dividir-se-á em dois momentos fundamentais: o primeiro inclinar-se-á sobre o entendimento do território “de baixo para cima, a partir do solo”, numa abordagem que procurará demonstrar “como todo o território se desenvolve a partir dos seus alicerces.”; e o segundo decorrerá em torno da reinterpretação da origem do termo ‘cidade’ (do latim ‘civitas’), propondo-se “pensar a relação desta com o sistema alimentar.”, afirma José Carlos Marques, adiantando que “não se pode pensar a cidade do Funchal, que é uma cidade com características agropolitanas, sem se pensar, também, no território a montante, quer em termos de segurança contra as catástrofes naturais, quer em termos do espaço destinado à produção de alimentos.” Neste contexto, o investigador evoca “a muralha a montante procurada por Paulo David” e lembra que, na Região (não sendo esta caso isolado), a fronteira entre o campo e a cidade é muito ténue, condição que “está na origem dos acidentes de quinta geração”, verificados, precisamente, em zonas onde esta fronteira não se encontra bem definida. “Este mosaico da paisagem tem de ser resiliente.”, afirma, mostrando-se confiante num conjunto de tendências e soluções internacionais que podem fazer face ao fenómeno. José Carlos Marques acredita que é possível “projetar um futuro completamente diferente”, recorrendo aos meios e tecnologias, hoje, disponíveis.Sobre José Carlos MarquesNasceu na Areia Branca, concelho da Lourinhã, em 1967, onde residiu e trabalhou em várias experiências de produção agrícola até 1993. Engenheiro Técnico Agrário, pela Escola Superior Agrária de Santarém, em 1993. Licenciado em Ciências Agrárias pela Escola Superior Agrária de Santarém do Instituto Politécnico de Santarém, em 2012. Desde 1993, liderou a implementação e desenvolvimento da Agricultura Biológica na Região Autónoma da Madeira. Exerceu funções na carreira técnica do Parque Natural da Madeira (1993/2000), instituição onde concretizou diversas iniciativas de divulgação/formação e apoio técnico à Agricultura Biológica. Colaborou no levantamento botânico da Floresta Laurissilva, trabalho de base para candidatura da Laurissilva a património Mundial (1993-1995)Coautor do livro: Uma Avaliação Qualitativa e Quantitativa, edição do Parque Natural da Madeira. (C/H. Costa Neves, Virgínia Valente, Bernardo Faria, Isamberto Silva, Paulo Oliveira, Nuno Gouveia e Paulo Silva). Secretaria Regional de agricultura florestas e pescas. (1995).Foi nomeado em 2001, pelo Secretário Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais da Região Autónoma da Madeira, encarregado de Missão para o Desenvolvimento da Agricultura Biológica, cargo que desempenhou até 2005. Foi cofundador da revista nacional “Segredo da Terra” e desempenhou funções de redator no período de 2002 a 2015. Exerceu funções de Diretor de Serviços de Desenvolvimento da Agricultura Biológica na Direção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural durante o período de 2005-1015. Ao longo da sua vida profissional tem proferido inúmeras conferências em escolas, congressos, seminários, jornadas técnicas.Coautor do livro “As Bases da Agricultura Biológica Tome I – Produção Vegetal”, (C/Jorge Ferreira, António Strecht, Laura Torres, Fernando Serrador, António Marreiros, Margarida Silva, Ana Cristina Cunha Queda, Ernesto Vasconcelos, J. Raul Rodrigues, José Carlos Franco; Florentino Valente, Maria Mendes Fernandes; Ana Teresa Ferreira, Fernanda Cabral), 2ª Edição 2012. Responsável pelo Capítulo 3.21, Gestão das ervas em agricultura biológica. Capítulo 1.9, Custos de produção e sustentabilidade económica da agricultura biológica. Atualização e revisão.Regente das cadeiras de sistemas agrícolas e proteção fitossanitária em agricultura biológica, no CET e CTeSP em agricultura biológica da Universidade da Madeira até 2017.Participou em vários congressos internacionais da IFOAM (Federação Internacional de Agricultura Biológica). 16ª Conferência Científica Internacional da IFOAM, Modena, Itália. 15.ª Conferência Científica Internacional da IFOAM, Adelaide, Australia. Organic viticulture and Wine Conference 8th da IFOAM, Adelaide, Australia. 13Th International IFOAM Scientific Conference em Basileia – Suíça.Delineou e coordenou a estratégia para o desenvolvimento, promoção e comunicação da agricultura e pecuária biológicas na Madeira até 2015. Responsável pela coordenação da assessoria técnica a todos os intervenientes do setor da agricultura biológica, Secretaria da Educação, Universidade da Madeira, Empresas de preparação/transformação, Hotelaria e Restauração, Juntas de Freguesia, Associações de consumidores e RTP-Madeira, no período 2005-2015.
May 11, 2019
1 hr 22 min
JOSÉ CARLOS MARQUES — Paulo David | Atlas da Cidade  [2.ªparte]
José Carlos MarquesConferênciaDe volta às raízes. Funchal, cidade agropolitanaPorta33 - 11 de Maio de 2019Há muito que José Carlos Marques vem debruçando o olhar sobre o território, mas este não é um vulgo olhar. É com outros olhos e outra pele que o investigador indaga o Atlas da Cidade de Paulo David, em exposição na Porta 33, percorrendo-o de dentro da terra até ao cimo. Ao cimo de tudo. Depois de João Baptista (engenheiro geológico) e Cristina Pereira (arquiteta), José Carlos Marques é o próximo orador a entrar por esta Porta, para aprofundar uma narrativa que vem sendo edificada, desde que abriu ao público a mostra ‘Da continuidade das formas e do modo como pousam’, projeto que dá a conhecer a obra e o tempo do arquiteto madeirense Paulo David, a partir de diferentes perspetivas, sensibilidades e pensamentos, posicionando a nossa cidade na ponta do lápis inteiro que se afia ao desenho. Agendada para o dia 11 de maio, a conferência proferida por José Carlos Marques intitula-se ‘De volta às raízes. Funchal, cidade agropolitana*’ e, segundo o próprio, dividir-se-á em dois momentos fundamentais: o primeiro inclinar-se-á sobre o entendimento do território “de baixo para cima, a partir do solo”, numa abordagem que procurará demonstrar “como todo o território se desenvolve a partir dos seus alicerces.”; e o segundo decorrerá em torno da reinterpretação da origem do termo ‘cidade’ (do latim ‘civitas’), propondo-se “pensar a relação desta com o sistema alimentar.”, afirma José Carlos Marques, adiantando que “não se pode pensar a cidade do Funchal, que é uma cidade com características agropolitanas, sem se pensar, também, no território a montante, quer em termos de segurança contra as catástrofes naturais, quer em termos do espaço destinado à produção de alimentos.” Neste contexto, o investigador evoca “a muralha a montante procurada por Paulo David” e lembra que, na Região (não sendo esta caso isolado), a fronteira entre o campo e a cidade é muito ténue, condição que “está na origem dos acidentes de quinta geração”, verificados, precisamente, em zonas onde esta fronteira não se encontra bem definida. “Este mosaico da paisagem tem de ser resiliente.”, afirma, mostrando-se confiante num conjunto de tendências e soluções internacionais que podem fazer face ao fenómeno. José Carlos Marques acredita que é possível “projetar um futuro completamente diferente”, recorrendo aos meios e tecnologias, hoje, disponíveis.Sobre José Carlos MarquesNasceu na Areia Branca, concelho da Lourinhã, em 1967, onde residiu e trabalhou em várias experiências de produção agrícola até 1993. Engenheiro Técnico Agrário, pela Escola Superior Agrária de Santarém, em 1993. Licenciado em Ciências Agrárias pela Escola Superior Agrária de Santarém do Instituto Politécnico de Santarém, em 2012. Desde 1993, liderou a implementação e desenvolvimento da Agricultura Biológica na Região Autónoma da Madeira. Exerceu funções na carreira técnica do Parque Natural da Madeira (1993/2000), instituição onde concretizou diversas iniciativas de divulgação/formação e apoio técnico à Agricultura Biológica. Colaborou no levantamento botânico da Floresta Laurissilva, trabalho de base para candidatura da Laurissilva a património Mundial (1993-1995)Coautor do livro: Uma Avaliação Qualitativa e Quantitativa, edição do Parque Natural da Madeira. (C/H. Costa Neves, Virgínia Valente, Bernardo Faria, Isamberto Silva, Paulo Oliveira, Nuno Gouveia e Paulo Silva). Secretaria Regional de agricultura florestas e pescas. (1995).Foi nomeado em 2001, pelo Secretário Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais da Região Autónoma da Madeira, encarregado de Missão para o Desenvolvimento da Agricultura Biológica, cargo que desempenhou até 2005. Foi cofundador da revista nacional “Segredo da Terra” e desempenhou funções de redator no período de 2002 a 2015. Exerceu funções de Diretor de Serviços de Desenvolvimento da Agricultura Biológica na Direção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural durante o período de 2005-1015. Ao longo da sua vida profissional tem proferido inúmeras conferências em escolas, congressos, seminários, jornadas técnicas.Coautor do livro “As Bases da Agricultura Biológica Tome I – Produção Vegetal”, (C/Jorge Ferreira, António Strecht, Laura Torres, Fernando Serrador, António Marreiros, Margarida Silva, Ana Cristina Cunha Queda, Ernesto Vasconcelos, J. Raul Rodrigues, José Carlos Franco; Florentino Valente, Maria Mendes Fernandes; Ana Teresa Ferreira, Fernanda Cabral), 2ª Edição 2012. Responsável pelo Capítulo 3.21, Gestão das ervas em agricultura biológica. Capítulo 1.9, Custos de produção e sustentabilidade económica da agricultura biológica. Atualização e revisão.Regente das cadeiras de sistemas agrícolas e proteção fitossanitária em agricultura biológica, no CET e CTeSP em agricultura biológica da Universidade da Madeira até 2017.Participou em vários congressos internacionais da IFOAM (Federação Internacional de Agricultura Biológica). 16ª Conferência Científica Internacional da IFOAM, Modena, Itália. 15.ª Conferência Científica Internacional da IFOAM, Adelaide, Australia. Organic viticulture and Wine Conference 8th da IFOAM, Adelaide, Australia. 13Th International IFOAM Scientific Conference em Basileia – Suíça.Delineou e coordenou a estratégia para o desenvolvimento, promoção e comunicação da agricultura e pecuária biológicas na Madeira até 2015. Responsável pela coordenação da assessoria técnica a todos os intervenientes do setor da agricultura biológica, Secretaria da Educação, Universidade da Madeira, Empresas de preparação/transformação, Hotelaria e Restauração, Juntas de Freguesia, Associações de consumidores e RTP-Madeira, no período 2005-2015.
May 11, 2019
1 hr 8 min
CRISTINA PEREIRA — Paulo David | Atlas da Cidade [2.ªparte]
"Vazios Urbanos" — conferência de Cristina Pereira(arquiteta e diretora do Departamento de Ordenamento do Território da Câmara Municipal do Funchal)Porta33 — 04.05.2019É sobre os ‘Vazios Urbanos’ que se debruça o olhar da arquiteta Cristina Pereira, voz que entra pela Porta 33, no próximo sábado, 4 de maio, quando o relógio marcar as 18h00. Esta é mais uma conferência inserida no ciclo dedicado ao segundo momento da exposição de Paulo David, ‘Atlas da Cidade’, obra arquitetónica patente ao público neste centro de cultura até 11 de maio. Cristina Pereira lançará um olhar amplo e profundo sobre as múltiplas dimensões do conceito de cidade, detendo-se na sua génese, anatomia e significados, enquanto “testemunho de uma grande transformação, que carrega uma herança e uma memória.” Na sua intervenção, a especialista pretende caracterizar a cidade no seu todo, abordando a sua evolução histórica até aos dias de hoje e, ao mesmo tempo, alertando para “a necessidade de repensar o modo de agir sobre a cidade”, à luz da visão estratégica que está a ser implementada com base no novo Plano Diretor Municipal (PDM). Questões como a reabilitação urbana e a mobilidade urbana, a melhoria da qualidade de vida e a prevenção de riscos naturais, com particular enfoque no espaço público, serão alguns das subtemas a emergir, num discurso que cruzará disciplinas indissociáveis da arquitetura, como a geografia, a engenharia ou a sociologia, entre outras.Cristina PereiraNascida em 1976, licenciou-se em Arquitetura de Gestão Urbanística pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (2000). Mestre em Regeneração Urbana e Ambiental (2008), com o tema ‘O turismo, fator de degradação versus fator de regeneração: o caso do centro histórico do Funchal’. Atualmente, é doutoranda em Urbanismo, estando a desenvolver a sua tese de investigação na área do planeamento urbanístico.Desde 2001, e ao longo da sua experiência profissional, tem vindo a desenvolver trabalhos na área do ordenamento do território e planeamento urbano, com o desenvolvimento, execução e coordenação de planos municipais de ordenamento do território, projetos de espaços públicos e, na área do urbanismo, com a gestão de projetos de urbanismo e edificação, análise e apreciação técnica de projetos de arquitetura e urbanização, enquanto técnica superior da Câmara Municipal do Funchal. Da sua experiência, salienta-se a coordenação técnica de planos municipais de ordenamento do território, destacando-se a coordenação técnica municipal da Revisão do Plano Diretor Municipal do Funchal.No período de 2014, exerceu funções de apoio ao gabinete à presidência da Câmara Municipal do Funchal – vereação do Urbanismo, assumindo, em 2015, e até o final de 2018, o desempenho de chefe de divisão da Divisão de Estudos e Estratégia, com a responsabilidade de coordenação do processo de revisão do Plano Diretor Municipal do Funchal, assim como com a coordenação e desenvolvimento do Sistema Municipal de Informação Geográfica (SIG), mantendo e atualizando, permanentemente, as bases de dados municipais e disponibilizando essa informação para entidades e público em geral.Desde o início de 2019, iniciou funções como diretora do Departamento de Ordenamento do Território da Câmara Municipal do Funchal, integrando áreas no domínio municipal da apreciação urbanística, do planeamento urbano, da reabilitação urbana e projetos, da mobilidade e do trânsito e da informação geográfica municipal.
May 4, 2019
46 min
CRISTINA PEREIRA — Paulo David | Atlas da Cidade [1ª Parte]
'Vazios Urbanos'- conferência de Cristina Pereira(arquiteta e diretora do Departamento de Ordenamento do Território da Câmara Municipal do Funchal)Porta33 — 04.05.2019É sobre os ‘Vazios Urbanos’ que se debruça o olhar da arquiteta Cristina Pereira, voz que entra pela Porta 33, no próximo sábado, 4 de maio, quando o relógio marcar as 18h00. Esta é mais uma conferência inserida no ciclo dedicado ao segundo momento da exposição de Paulo David, ‘Atlas da Cidade’, obra arquitetónica patente ao público neste centro de cultura até 11 de maio. Cristina Pereira lançará um olhar amplo e profundo sobre as múltiplas dimensões do conceito de cidade, detendo-se na sua génese, anatomia e significados, enquanto “testemunho de uma grande transformação, que carrega uma herança e uma memória.” Na sua intervenção, a especialista pretende caracterizar a cidade no seu todo, abordando a sua evolução histórica até aos dias de hoje e, ao mesmo tempo, alertando para “a necessidade de repensar o modo de agir sobre a cidade”, à luz da visão estratégica que está a ser implementada com base no novo Plano Diretor Municipal (PDM). Questões como a reabilitação urbana e a mobilidade urbana, a melhoria da qualidade de vida e a prevenção de riscos naturais, com particular enfoque no espaço público, serão alguns das subtemas a emergir, num discurso que cruzará disciplinas indissociáveis da arquitetura, como a geografia, a engenharia ou a sociologia, entre outras.Cristina PereiraNascida em 1976, licenciou-se em Arquitetura de Gestão Urbanística pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (2000). Mestre em Regeneração Urbana e Ambiental (2008), com o tema ‘O turismo, fator de degradação versus fator de regeneração: o caso do centro histórico do Funchal’. Atualmente, é doutoranda em Urbanismo, estando a desenvolver a sua tese de investigação na área do planeamento urbanístico.Desde 2001, e ao longo da sua experiência profissional, tem vindo a desenvolver trabalhos na área do ordenamento do território e planeamento urbano, com o desenvolvimento, execução e coordenação de planos municipais de ordenamento do território, projetos de espaços públicos e, na área do urbanismo, com a gestão de projetos de urbanismo e edificação, análise e apreciação técnica de projetos de arquitetura e urbanização, enquanto técnica superior da Câmara Municipal do Funchal. Da sua experiência, salienta-se a coordenação técnica de planos municipais de ordenamento do território, destacando-se a coordenação técnica municipal da Revisão do Plano Diretor Municipal do Funchal.No período de 2014, exerceu funções de apoio ao gabinete à presidência da Câmara Municipal do Funchal – vereação do Urbanismo, assumindo, em 2015, e até o final de 2018, o desempenho de chefe de divisão da Divisão de Estudos e Estratégia, com a responsabilidade de coordenação do processo de revisão do Plano Diretor Municipal do Funchal, assim como com a coordenação e desenvolvimento do Sistema Municipal de Informação Geográfica (SIG), mantendo e atualizando, permanentemente, as bases de dados municipais e disponibilizando essa informação para entidades e público em geral.Desde o início de 2019, iniciou funções como diretora do Departamento de Ordenamento do Território da Câmara Municipal do Funchal, integrando áreas no domínio municipal da apreciação urbanística, do planeamento urbano, da reabilitação urbana e projetos, da mobilidade e do trânsito e da informação geográfica municipal.
May 4, 2019
1 hr 26 min
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