
Jo 11, 45-56: Fraternidade e comunhão, frutos da Páscoa
Jesus deu sua vida para quê? "Para reunir todos os filhos dispersos de Deus".
Na Bíblia, a palavra "disperso" é sinônimo de divisão, pecado, confronto. Jesus deu sua vida para mudar os corações dos homens, transformando-os de seres alienados em irmãos; de uma sociedade injusta e dividida em outra, fraternal e unificada.
Jesus morreu para que a comunhão e a fraternidade fossem possíveis; com base em sua ressurreição, Ele restaura a comunhão do homem com Deus e dos homens com seus irmãos.
Mar 26, 2021
1 min

Jo 10, 31-42: "Eu e o Pai somos um!"
Não era a primeira vez que os fariseus tentavam apedrejar Jesus. Lemos que já o tinham querido matar por lhes ter dito: "Antes que Abraão fosse, eu sou" (cf. Jo 8,58-59). Aquilo que para os fariseus era uma blasfêmia constitui-se para nós o ponto mais alto da Revelação que Jesus nos veio trazer: "Eu e o Pai somos um!" (v.30). Os judeus, incitados pelas autoridades religiosas, repudiavam esta revelação maravilhosa de Jesus: Nele estava presente o próprio Deus! Os fariseus estavam cegos pela in-veja e de propósito se negavam a aceitar as obras milagrosas realizadas por Jesus. E eu? Acredito para valer que Jesus é Deus? Creio que ele está presente no irmão, de tal modo que ao acolher um pobre, estou acolhendo a ele?
Mar 25, 2021
1 min

Jo 8, 51-59: Morrer com liberdade e esperança
O seguimento de Cristo livra-nos da morte - uma morte temporal, fruto das condições humanas e da eterna morte, efeito do pecado.
Um dos sintomas da conversão cristã é a ultrapassagem do trágico sentido da morte.
Jesus ensinou-nos a morrer com liberdade e esperança. Esta foi a última lição que Ele deu a seus discípulos durante sua vida terrena.
Mar 24, 2021
1 min

Jo 8, 31-42: Se permanecerdes em minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos tornará livres.
A palavra de Jesus tem força libertadora em variados sentidos. Liberta ao arrancar o discípulo do egoísmo e ao fazê-lo trilhar o caminho da misericórdia; ao tirá-lo das trevas do erro e da mentira e ao mostrar- lhe as veredas da verdade e da transparência; ao fazê-lo deixar de lado os vícios e as paixões desenfreadas por uma vida sóbria, na qual os instintos estão sob controle; ao ensinar-lhe o valor do perdão e da reconciliação, superando o ódio e o desejo de vingança. A experiência de liberdade é fundamental na vida do discípulo. E não podia ser diferente! Afinal, é incompatível optar pelo Reino e se deixar levar pela maldade.
Mar 23, 2021
1 min

Jo 8, 21-30: Quando eu for crucificado, "eles saberão quem sou"
O drama de Jesus atinge seu clímax poucos dias antes de sua Paixão.
Por um lado, Ele continua a questionar as autoridades, oferecendo-lhes a luz da verdade sem interferências. De outro, rejeição e hostilidade constituem a única resposta a tudo isso. Parecia que a escuridão sobrepujaria a luz, que o mal triunfaria sobre o bem.
Esse drama termina na cruz. E, naquele momento, a divindade de Jesus é revelada (“Quando o Filho do Homem for levantado, eles saberão quem sou"). A aparente queda de Jesus foi o meio pelo qual muitos viram, vêem e verão a verdade.
Mar 22, 2021
2 min

Jo 8, 1-11: Jesus perdoa uma mulher adúltera
Seja misericordioso você também. Não desculpe o mal. Mas não julgue o pecador. "Quando seu irmão cometer um erro, repreenda-o a sós". Não faça de seu pecado um acontecimento público. Fale-- lhe fraternalmente, humildemente. Talvez no seu pecado e nas suas inquietações, ele seja mais reto do que você em sua virtude demasiadamente tranquila (L. Giraud).
Mar 21, 2021
1 min

Jo 12, 20-33: O mistério pascal da aliança de Deus
Nossa preparação para a Páscoa é iluminada pela Paixão e morte de Jesus. Hoje Jesus anuncia sua morte violenta e explica seu completo significado.
A morte de Jesus e sua ressurreição são fontes de vida futura e de renovação, assim como todas as "mortes místicas" são um meio de vida ("Até que o grão de trigo..."). "Morte mística" é a morte para a vida "deste mundo" - egoísmo, orgulho, vaidade, idolatria. ("O homem que ama sua vida perde-a".)
Como uma fonte de humanização e vida, a morte de Jesus cria um clima e amizade e reconciliação entre as pessoas, em oposição ao costumeiro movimento pecaminoso de ódio, divisões e exploração. Essa amizade, que provém da morte de Jesus, é uma projeção da reconciliação e da comunicação entre Deus e os homens ("Quando eu subir ao céu, levarei comigo todos os escolhidos").
Mar 21, 2021
2 min

Jo 7, 40-53: O medo e a ira dos fariseus
Os fariseus, sempre inimigos de Jesus em toda parte por onde fosse, acompanhavam-no de perto, não para se converterem de seus crimes, mas com um propósito terrível: matá-lo! A tal ponto pode chegar o ciúme. Assim, quando ouviram que o povo, mais transparente à verdade e mais consequente do que eles, chegava a conclusão de que Jesus era o Messias tão esperado, apressaram-se a espalhar entre as pessoas que ele era da Galiléia e que de lá nada podia vir de bom. Como não tinham poder para prender Jesus, convenceram os sumos sacerdotes a enviar seus guardas para buscá-lo. Abertos, porém, à Palavra divina, aqueles homens, de coração puro, preferiram mais ser punidos do que prender aquele profeta que lhes falara de uma maneira que jamais tinham ouvido de homem algum.
Mar 19, 2021
2 min

Jo 7, 1-2.10.25-30: Jesus, modelo dos cristãos perseguidos
Nos últimos dias da vida de Jesus, era já óbvio que as autoridades tencionavam matá-lo. Cara a cara com a perseguição e na rápida aproximação do seu martírio, Jesus adota uma atitude que serve de modelo para os cristãos perseguidos.
Ele não torna evidente sua bravura. E também não procura livremente o martírio ("Ele não queria ir para a Judéia porque os judeus pretendiam matá- lo".). Por outro lado, Jesus permanece fiel à sua missão de ensinar a verdade, mesmo arriscando a vida em Jerusalém, na época em que sua hora havia chegado.
Mar 18, 2021
2 min
Load more
