
Sinopse:
Entre as praças da Figueira, Martim Moniz e do Chile encontramos coisas e pessoas de muitos sítios do mundo. Percorrer estes espaços é relacionarmo-nos com a variedade humana, cultural e étnica tão próxima de nós. Para que isso aconteça, basta decidir procurá-las.
Músicas:
– Act I: Engagement Before Separation, Enping Cantonese Opera Troupe in Cantonese Opera: The Delayed Return of My Husband Vol. 1, China Record Corporation, 2006
– Zai Mei Bian, Leehom Wang, in Heroes of Earth, Homeboy Music Inc./Taiwan Branch, 2005
– Rang Sari Gulabi Chunariya, Shobha Gurtu, Saregama Hindustani Classical
– 你快樂所以我快樂 (You Are Happy So I Am Happy), Faye Wong, in 王菲 (Faye Wong), A Production House/EMI, 1997
– Dama Dam Mast Qalandar, Nooran Sisters, at Dhaka International FolkFest 2016
– Andorinhas, Ana Moura, in Casa Guilhermina, 2022
– Rangisari, Kanishk Seth & Kavita Seth, in Jugjugg Jeeyo, T-Series, 2022
Ficha técnica:
Filomena Silvano (autoria e locução); Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução e créditos finais); Dizplay Soundlab (sound design)
Agradecimentos:
João Rui Guerra da Mata, José Mapril, Theresa Cabau, Tsang Yeuk Wa.
May 8, 2024
36 min

O Jardim das Amoreiras é um espaço de encantamento. Podemos seguir as raízes das árvores, mergulhar nas copas frondosas, encontrar Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, mergulhar no imaginário da nossa infância com o pedo-psicanalista João dos Santos, sentir a imponência do aqueduto, fechar os olhos e sonhar, praticar os verbos ver e brotar.
Numa praça cabem muitos mundos. E neste passeio que vos proponho, e que é mais que sonoro, convoco Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa, Ruy Belo, António Pinho Vargas, Stevie Wonder, um harmónio interpretado por Vieira, que hesitou entre a pintura e a música, tantos movimentos e associações, ruínas, espaços vazios e de desamparo, a estação da aridez, a estação do florescimento. Parados, podemos chegar a muitos lugares. Até ao mais dentro de nós.
Ficha técnica:
- Anabela Mota Ribeiro (autoria e locução)
- Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução)
- Dizplay Soundlab (produção e sound design)
Áudios utilizados:
- Entrevista a Maria Helena Vieira da Silva em “Ma Femme Chamada Bicho”, de José Álvaro de Morais, 1977
- Entrevista a João dos Santos em “A Escolinha de Arte de Cecília Menano – com Cecília Menano, João dos Santos e Maria Emília Brederode Santos”, 1975
Músicas utilizadas:
- Jardim do Passeio Alegre in Solo II, António Pinho Vargas – David Ferreira Iniciativas Editoriais, 2008
- Arabesque no1, Claude Debussy, 1888
- Rêverie, L68, Claude Debussy, 1890
- Prelude and Fugue in B in The Well Tempered Clavier Book 2 - Nos.13-24, Johann Sebastian Bach, 1742
- Trem das Cores, Caetano Veloso – Universal Music, Warner Chappel Music, 1982
- Prelude and Fugue in A in The Well Tempered Clavier Book 1 - Nos.1-24, Johann Sebastian Bach, 1722
- String Quartet in F minor, HIII No.35, Op.20 No.5. 1. Moderato, Franz Joseph Haydn, 1847
- Kidonov (música adicional introdução e fecho)
May 5, 2023
39 min

Descubra um álbum de viagens muito pessoal do Cais do Sodré ao Rossio, neste passeio sonoro onde o artista Daniel Blaufuks nos acompanha por uma Lisboa feita arquivo de recordações cristalizadas com nitidez fotográfica. Aqui, cada rua é um armazém de memórias e cada memória contém outro armazém de memórias. As histórias que ilustram o caminho revelam segredos dos lugares por onde vai passar, pois uma cidade é feita de segredos. Mas não se engane – por muitas portas que se abram, muitos outros mistérios ficarão a pairar na memória da cidade. O roteiro passa pela rua do Arsenal, Terreiro do Paço e rua do Ouro, mas pode fazê-lo de forma não-linear, espreitando também os lugares periféricos que surgem à solta nesta narrativa livre. Deixe-se levar por esta conversa, onde as pausas nas palavras propõem paisagens sonoras para deixar as memórias a ressoar dentro de si.
Ficha técnica:
- Daniel Blaufuks (autoria e locução)
- Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução e créditos finais)
- Dizplay Soundlab (produção e sound design)
Músicas Utilizadas:
- Bom Dia Lisboa, Rádio Macau – Parlophone Portugal, 1984
- Kidonov (música adicional introdução e fecho)
Apr 28, 2022
44 min

A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J
Créditos:
Direção artística: Joana Braga
Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David
Texto: Joana Braga
Som: Fernando Ramalho
Voz: Isadora Alves
Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão
A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
1 min

A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J
Créditos:
Direção artística: Joana Braga
Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David
Texto: Joana Braga
Som: Fernando Ramalho
Voz: Isadora Alves
Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão
A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
12 min

A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J
Créditos:
Direção artística: Joana Braga
Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David
Texto: Joana Braga
Som: Fernando Ramalho
Voz: Isadora Alves
Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão
A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
5 min

A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J
Créditos:
Direção artística: Joana Braga
Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David
Texto: Joana Braga
Som: Fernando Ramalho
Voz: Isadora Alves
Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão
A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
10 min

A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J
Créditos:
Direção artística: Joana Braga
Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David
Texto: Joana Braga
Som: Fernando Ramalho
Voz: Isadora Alves
Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão
A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
9 min

A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J
Créditos:
Direção artística: Joana Braga
Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David
Texto: Joana Braga
Som: Fernando Ramalho
Voz: Isadora Alves
Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão
A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
15 min

A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J
Créditos:
Direção artística: Joana Braga
Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David
Texto: Joana Braga
Som: Fernando Ramalho
Voz: Isadora Alves
Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão
A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
17 min
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