Open House Lisboa
Open House Lisboa
Trienal de Lisboa
(PT) Convidamos a serpentear por Lisboa de forma independente e segura, através de passeios sonoros narrados na 1ª pessoa por oito personalidades de diferentes áreas da cultura. (EN) We invite you to wander around Lisbon independently, through sound walks narrated in the first person by eight guests from different fields of Culture.
Coisas e pessoas de muitos sítios do mundo por Filomena Silvano
Sinopse: Entre as praças da Figueira, Martim Moniz e do Chile encontramos coisas e pessoas de muitos sítios do mundo. Percorrer estes espaços é relacionarmo-nos com a variedade humana, cultural e étnica tão próxima de nós. Para que isso aconteça, basta decidir procurá-las. Músicas: – Act I: Engagement Before Separation, Enping Cantonese Opera Troupe in Cantonese Opera: The Delayed Return of My Husband Vol. 1, China Record Corporation, 2006 – Zai Mei Bian, Leehom Wang, in Heroes of Earth, Homeboy Music Inc./Taiwan Branch, 2005 – Rang Sari Gulabi Chunariya, Shobha Gurtu, Saregama Hindustani Classical – 你快樂所以我快樂 (You Are Happy So I Am Happy), Faye Wong, in 王菲 (Faye Wong), A Production House/EMI, 1997 – Dama Dam Mast Qalandar, Nooran Sisters, at Dhaka International FolkFest 2016 – Andorinhas, Ana Moura, in Casa Guilhermina, 2022 – Rangisari, Kanishk Seth & Kavita Seth, in Jugjugg Jeeyo, T-Series, 2022 Ficha técnica: Filomena Silvano (autoria e locução); Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução e créditos finais); Dizplay Soundlab (sound design) Agradecimentos: João Rui Guerra da Mata, José Mapril, Theresa Cabau, Tsang Yeuk Wa.
May 8, 2024
36 min
O Movimento Parado do Jardim das Amoreiras por Anabela Mota Ribeiro
O Jardim das Amoreiras é um espaço de encantamento. Podemos seguir as raízes das árvores, mergulhar nas copas frondosas, encontrar Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, mergulhar no imaginário da nossa infância com o pedo-psicanalista João dos Santos, sentir a imponência do aqueduto, fechar os olhos e sonhar, praticar os verbos ver e brotar. Numa praça cabem muitos mundos. E neste passeio que vos proponho, e que é mais que sonoro, convoco Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa, Ruy Belo, António Pinho Vargas, Stevie Wonder, um harmónio interpretado por Vieira, que hesitou entre a pintura e a música, tantos movimentos e associações, ruínas, espaços vazios e de desamparo, a estação da aridez, a estação do florescimento. Parados, podemos chegar a muitos lugares. Até ao mais dentro de nós. Ficha técnica: - Anabela Mota Ribeiro (autoria e locução) - Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução) - Dizplay Soundlab (produção e sound design) Áudios utilizados: - Entrevista a Maria Helena Vieira da Silva em “Ma Femme Chamada Bicho”, de José Álvaro de Morais, 1977 - Entrevista a João dos Santos em “A Escolinha de Arte de Cecília Menano – com Cecília Menano, João dos Santos e Maria Emília Brederode Santos”, 1975 Músicas utilizadas: - Jardim do Passeio Alegre in Solo II, António Pinho Vargas – David Ferreira Iniciativas Editoriais, 2008 - Arabesque no1, Claude Debussy, 1888 - Rêverie, L68, Claude Debussy, 1890 - Prelude and Fugue in B in The Well Tempered Clavier Book 2 - Nos.13-24, Johann Sebastian Bach, 1742 - Trem das Cores, Caetano Veloso – Universal Music, Warner Chappel Music, 1982 - Prelude and Fugue in A in The Well Tempered Clavier Book 1 - Nos.1-24, Johann Sebastian Bach, 1722 - String Quartet in F minor, HIII No.35, Op.20 No.5. 1. Moderato, Franz Joseph Haydn, 1847 - Kidonov (música adicional introdução e fecho)
May 5, 2023
39 min
Do Cais do Sodré ao Rossio por Daniel Blaufuks
Descubra um álbum de viagens muito pessoal do Cais do Sodré ao Rossio, neste passeio sonoro onde o artista Daniel Blaufuks nos acompanha por uma Lisboa feita arquivo de recordações cristalizadas com nitidez fotográfica. Aqui, cada rua é um armazém de memórias e cada memória contém outro armazém de memórias. As histórias que ilustram o caminho revelam segredos dos lugares por onde vai passar, pois uma cidade é feita de segredos. Mas não se engane – por muitas portas que se abram, muitos outros mistérios ficarão a pairar na memória da cidade. O roteiro passa pela rua do Arsenal, Terreiro do Paço e rua do Ouro, mas pode fazê-lo de forma não-linear, espreitando também os lugares periféricos que surgem à solta nesta narrativa livre. Deixe-se levar por esta conversa, onde as pausas nas palavras propõem paisagens sonoras para deixar as memórias a ressoar dentro de si. Ficha técnica: - Daniel Blaufuks (autoria e locução) - Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução e créditos finais) - Dizplay Soundlab (produção e sound design) Músicas Utilizadas: - Bom Dia Lisboa, Rádio Macau – Parlophone Portugal, 1984 - Kidonov (música adicional introdução e fecho)
Apr 28, 2022
44 min
A cada passo, uma constelação - Faixa 09
A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora. Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J Créditos: Direção artística: Joana Braga Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David Texto: Joana Braga Som: Fernando Ramalho Voz: Isadora Alves Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
1 min
A cada passo, uma constelação - Faixa 05
A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora. Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J Créditos: Direção artística: Joana Braga Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David Texto: Joana Braga Som: Fernando Ramalho Voz: Isadora Alves Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
12 min
A cada passo, uma constelação - Faixa 06
A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora. Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J Créditos: Direção artística: Joana Braga Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David Texto: Joana Braga Som: Fernando Ramalho Voz: Isadora Alves Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
5 min
A cada passo, uma constelação - Faixa 04
A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora. Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J Créditos: Direção artística: Joana Braga Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David Texto: Joana Braga Som: Fernando Ramalho Voz: Isadora Alves Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
10 min
A cada passo, uma constelação - Faixa 03
A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora. Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J Créditos: Direção artística: Joana Braga Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David Texto: Joana Braga Som: Fernando Ramalho Voz: Isadora Alves Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
9 min
A cada passo, uma constelação - Faixa 07
A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora. Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J Créditos: Direção artística: Joana Braga Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David Texto: Joana Braga Som: Fernando Ramalho Voz: Isadora Alves Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
15 min
A cada passo, uma constelação - Faixa 02
A cada passo, uma constelação convida a atravessar, e ser atravessado, pelo tempo suspenso dos espaços expectantes, intervalos no território moldado pelo plano e ordenado por um regime de produtividade. Bairros residenciais apresentam-se como ilhas num território ‘improdutivo’ fracturado por vias rápidas; ruínas de antigos palácios pontuam esta paisagem tecida por descampados onde as ervas daninhas crescem, por pequenos talhões de terra cultivados e alpendres construídos com materiais inesperados. O percurso performativo procura deste modo confrontar, e simultaneamente abrir-se, à singularidade deste pedaço de cidade, marcado pela indeterminação, dissonância e fragmentação; território que inquieta e levanta questões. Escavando os estratos que o compõem, A cada passo, uma constelação procura convocá-lo como uma máquina de reflexos para iluminar as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora. Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, zona J Créditos: Direção artística: Joana Braga Apoio à criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Tânia Moreira David Texto: Joana Braga Som: Fernando Ramalho Voz: Isadora Alves Design Gráfico: Ana Teresa Ascensão A cada passo, uma constelação integrou Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto financiado pela República Portuguesa / Direcção-Geral das Artes. Foi co-produzido pelo Teatro do Bairro Alto, tendo integrado a sua programação em 2019, e por Artéria | Humanizing Architecture.
Sep 20, 2021
17 min
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