Trabalho de pesquisa sobre os ambulantes estudantes negros dos trilhos, que diariamente fazem o zigue zigue zá para driblarem a não igualdade naturalizada pós abolição.
Trabalho de pesquisa entre o chão da EJA e o chão dos vagões de trem do Rio de Janeiro. O zigue zigue zá diário dos ambulantes estudantes negros dos trilhos, na perspectiva de driblarem a não igualdade naturalizada pós abolição.