
As inscrições seguem abertas até 17 de fevereiro para o edital 2023 do Bolsa Atleta. O processo de adesão e de envio de documentação é totalmente online. O investimento federal estimado para o edital é de R$ 82 milhões.
A previsão é de que a lista de contemplados seja divulgada entre 11 e 15 de abril. Desde 2005, quando o Bolsa Atleta teve a primeira lista de beneficiários divulgada, 87.873 esportistas já receberam os recursos.
O processo de indicação dos atletas elegíveis é feito pelas entidades nacionais de administração do esporte, como confederações, Comitê Olímpico do Brasil (COB), Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) e Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). O programa contempla atletas a partir dos 14 anos.
Feb 15, 2023
1 min

Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado, falou sobre as possíveis parcerias com o Governo Federal na gestão da ministra Ana Moser.
Jan 5, 2023
1 min

Entrevista com o presidente do COB durante a cerimônia de posse da ex-atleta Ana Moser como ministra do Esporte.
Jan 5, 2023
1 min

A ex-atleta do basquete vai ser responsável pela secretaria de Alto Rendimento do Ministério do Esporte.
Jan 5, 2023
1 min

A medalhista olímpica e ex-jogadora de vôlei Ana Moser assumiu, oficialmente, o comando do Ministério do Esporte nesta quarta-feira (04.01). Em solenidade de transmissão de cargo, realizada em Brasília, a ministra enfatizou a necessidade de tornar a prática esportiva acessível para todos e de desenvolver o esporte amador. Ela brincou que a missão é mais difícil que a vivida com a Seleção Brasileira nas quadras contra Cuba.
“Muito mais que honra, essa é uma missão que recebo em nome de uma causa, que é garantir o direito de todos ao esporte”, afirmou a ministra. “Este foi o pedido feito pelo presidente: fazer uma revolução no esporte, uma revolução do esporte na educação, na saúde, na assistência social, dentro dos municípios. Oferecer acesso ao esporte e à atividade física na vida de todos e todas, e também desenvolver o esporte amador”, completou.
Jan 5, 2023
1 min

O programa esportivo contempla 13 modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas (formato 3 x 3), bocha, futebol de 5 (para cegos), futebol de 7 (para atletas com paralisia cerebral), goalball, judô, natação, parabadminton, parataekwondo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado. A novidade é a estreia do parataekwondo. A modalidade fez parte do programa dos Jogos Paralímpicos pela primeira vez nos Jogos de Tóquio, no Japão, há dois meses, e o Brasil conquistou lá três medalhas: um ouro, uma prata e um bronze.
Secretário nacional de Paradesporto do Ministério da Cidadania, Agtônio Guedes acompanhou a abertura e o primeiro dia de competições. Segundo ele, o fato de o evento ser realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, responsável pela gestão dos esportes paralímpicos no país, permite que a entidade aproveite o evento escolar para pinçar para o alto rendimento atletas de destaque e de grande potencialidades no Centro de Treinamento Paralímpico de São Paulo. Confira
Nov 26, 2021
6 min

Nos dois episódios desse podcast, Jovane Guissone, medalhista de prata na espada nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, comenta os bastidores de sua preparação para chegar ao Japão em sua melhor forma e comenta a evolução da estrutura de treinamento e qualificação dos atletas da modalidade no Brasil.
Sep 14, 2021
3 min

Nesse podcast em seis episódios, medalhistas brasileiros no judô, no atletismo e na natação nos Jogos Paralímpicos de Tóquio comentam o papel do Bolsa Atleta na facilitação da preparação e na garantia de que eles pudessem se dedicar exclusivamente ao esporte de alto rendimento e às melhores opções de treinamento. Estão neste bate papo medalhistas de ouro como Alana Maldonado, dona da primeira medalha de ouro da história do judô feminino brasileiro em Jogos Paralímpicos, e Petrúcio Ferreira, atleta paralímpico mais rápido do mundo no atletismo. Confira.
Sep 14, 2021
12 min

A delegação paralímpica brasileira embarcou para Tóquio com um salto de qualidade na estrutura esportiva de treinamento de alto rendimento. No ciclo entre os Jogos Rio 2016 e Tóquio 2021, os atletas do país passaram a contar de forma integral com os recursos de ponta oferecidos pelo Centro de Treinamento Paralímpico de São Paulo.
O complexo é uma referência mundial e o principal centro de excelência da América Latina. A instalação, sob gestão do Comitê Paralímpico Brasileiro, recebeu R$ 187 milhões do Governo Federal, sendo R$ 167 milhões na construção e outros R$ 20 milhões em equipagem, e foi concluída antes dos Jogos Rio 2016.
O local tem capacidade para hospedar mais de 200 atletas simultaneamente e estrutura para treinamentos e competições de 15 modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, natação, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, judô, rúgbi em cadeira de rodas, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, triatlo e vôlei sentado.
Nesses três podcasts, três medalhistas do atletismo nos Jogos Paralímpicos de Tóquio dão seu depoimento sobre a importância da estrutura esportiva do CT nos resultados obtidos pelo Brasil na capital japonesa. São eles Alessandro Rodrigo, ouro no lançamento de disco da classe F11, além de Mateus Evangelista, bronze no salto em distância da classe T37 e Marivana Nóbrega, prato arremsso de peso da classe F35. Confira
Sep 13, 2021
6 min

O Brasil teve em Tóquio a melhor campanha de sua história nos Jogos Paralímpicos. Na capital japonesa, a delegação nacional conquistou 22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes, num total de 72 medalhas. Até então, a referência de medalhas de ouro eram os Jogos de Londres, em 2012, quando o Brasil conquistou 21 ouros. Quantitativamente, a referência eram os Jogos Rio 2016, em que o Brasil chegou às mesmas 72 medalhas obtidas em Tóquio. O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado, fez um balanço da participação brasileira e comentou sobre a presença das mulheres nos resultados e sobre a importância dos investimentos federais via Bolsa Atleta.
“Mesmo sabedores da capacidade e da resiliência de nossos atletas, mais uma vez eles mostraram que podem ir além daquilo que a gente imagina, daquilo que a gente espera. São capazes de muito mais do que a gente pode prever. Vimos aqui performances espetaculares e um brilho emocionou a todos muitas vezes. Com certeza esses atletas nos mostram que faz sentido esse trabalho. Isso traz ainda mais responsabilidade para seguirmos pensando num Brasil ainda melhor e que pode mais”, afirmou Mizael Conrado.
Sep 13, 2021
6 min
Load more
