
Quem diria que hoje, 9 de março de 2022, o dia em que a Literatura Confessional comemora 2 anos de seu lançamento, também celebra o seu encerramento! Sim, pessoal, este é o episódio de despedida do podcast que trouxe confissões minhas ou alheias. Ainda que sinto profundamente o pesar desta decisão, sinto que a sensação de missão cumprida é maior que o apego. Até porque meu fazer criativo não se encerra aqui. Os detalhes foram ditos ao longo deste ep. que teve até a declamação de um poema meu (ouçam até o final!)! Para sintetizar, estou em transição para outro projeto artístico/profissão-missão: a de ser Astróloga! No último ano meus esforços foram destinados a sabedoria ancestral e é no presente que preciso deixar correr esta outra veia que em mim pulsa. A LIC vai continuar existindo para matar a saudade e/ou arquivo nas plataformas de stream, e para a leitura/inspiração das confissões lá no Medium. A página no Insta ficará on por mais um tempo e é nela que vou avisar sobre os caminhos da minha nova jornada que, absolutamente, levará a escrita. Aliás, esta nova empreitada deve ser lançada no meio do ano e, a quem possa interessar, vai envolver para além da mistura de astrologia tradicional + literatura + arte, consultas/mentorias para criativos que desejam utilizar as ferramentas astrológicas em suas criações. Fiquem ligados no meu perfil pessoal @larissaxl_ e no novo @ que dará lugar ao que hoje existe a LIC — por lá vou continuar a publicar meus escritos e, porque não, escritos seus também?! Obrigada a todos! Fui muito feliz por dar vida a Literatra Confessional e grata a cada escritora que trocou comigo e aos ouvintes/leitores tão querides. Nos vemos/lemos/ouvimos em breve! Com amor, Larissa Xavier | linktr.ee/literaturaconfessional
Mar 9, 2022
25 min

Último episódio de LIC de 2021! Pra encerrar um ano muito especial que foi de Aline Bei a Cristina Rioto, conversei com Vitória Azevedo, artista visual, poeta e menina louca desde que o princípio era o caos. Tóia, como se fez conhecer, é baiana, mas foi ainda quando criança, parar em São Paulo onde se graduou em Artes Visuais pela Unesp. Trabalha com representações do próprio corpo no espaço, tempo e sociedade. Sua pesquisa é centrada na investigação de arquétipos mitológicos, aspectos do feminino e no processo cíclico de vida-morte-renascimento, e também estuda a loucura e suas manifestações materiais e simbólicas. Tem como principais meios a fotografia e a escrita, mas também se aventura com performance, cerâmica, colagem e pintura. É autora do livro de poesias “Meninas loucas não vão para o céu”, pela Editora Provokeativa. O papo que foi desde a criação do universo, passando por mitos, como de Perséfone, chegou até na criação artística literária via autoficção e poesia. Uma Deusa, uma Louca, uma Feiticeira, de sua poeira estelar, luz; me encantei com essa mulher de mil faces. Feliz 2022! Ouçam, compartilhem, leiam sua confissão e a sigam-a no @vie_in_rose | linktr.ee/literaturaconfessional
Dec 14, 2021
1 hr 4 min

Filha de mãe e tias professoras, a jornalista, escritora e produtora de conteúdo, Regiane Folter, não se viu fazendo outra coisa a não ser usando a palavra como ferramenta-amuleto em seu dia a dia. Natural de São Paulo, é de Montevidéu, no Uruguai, onde vive há sete anos, que a escritora mantém e publica periodicamente em sua página no Medium. Em 2020, tornou-se autora ao publicar seu primeiro e-book de histórias curtas, “AmoreZ”, pela Amazon, inclusive, disponível em espanhol. Na obra em questão, a escritora percebeu que sua afinidade para com o tema daria um abecedário, este que não apenas incluísse contos em torno do amor romântico, mas que fosse uma oportunidade para compartilhar vozes narrativas que expressassem o amor em sua pluralidade de existência. O trabalho literário de Folter também ganhou projeção figurando algumas antologias como “Alma Artificial” (editora Cartola) e “Seguir o Sol” (editora Psiu), e em 2021, entrou para coletâneas do Prêmio Off Flip de Literatura nos gêneros, conto, crônica e poesia. Apesar de usufruir da liberdade que a ficção propõe, a escrita de Regiane tem um quê de autobiográfico e confessional, afinal, tudo antes é vivido, observado antes de ir para o papel. Leia sua confissão nos canais da Literatura Confessional e acompanhe o trabalho da autora pelo @regianefolter. | linktr.ee/literaturaconfessional
Nov 16, 2021
55 min

Em mais um episódio do #ooutro, Larissa conversa com Layse Barnabé de Moraes, jornalista freelancer, editora na Revista Casa de Colorir, mestra em Estudos Literários pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e doutoranda em Letras pela mesma instituição. Layse tem se dedicado à escrita de sua tese em torno da temática "A poética da cura na literatura de autoria feminina" e, com isso, refletiu sobre sua relação de longa data para com o gênero, autoras e obras. Abordamos também a intersecção entre memória e fantasia, onde Layse enfatizou não acreditar que exista uma distinção entre o real e o fictício, apenas como em suas palavras, "um borrão completo"; ou, ainda, "eu escrevo para guardar e para fazer lembrar daquilo que eu não tenho testemunha". A partir de seu trabalho acadêmico, a escritora passou a ministrar oficinas de criação literária para junto de suas alunas investigarem e experienciarem o poder da poesia. Para acompanhar seu trabalho, siga-a no Instagram pelo @coracaononsense, e leia sua confissão pelo linktr.ee/literaturaconfessional
Oct 13, 2021
1 hr 1 min

A convidada do episódio a se confessar é Amanda Foschini, jornalista e escritora que lançou não há muito tempo seu primeiro livro "RESPIRA" pela novata editora Marisco Edições. A obra de estreia é um diário de 80 dias onde a escritora conta como foi estar confinada em Barcelona, cidade onde mora. Particularmente, conheci Amanda em 2012 quando trabalhamos numa assessoria de moda em São Paulo, e apesar de não termos muito contato na época, algo que ficou marcado, desde então, foi seu humor naturalmente escrachado e inteligente. Anos depois, além de sua escrita ter alçado outros voos, Amanda redirecionou tais virtudes ao publicar video-crônicas em seu Instagram no quadro "Café com Noia". Seja pra escrever sobre moda, en español, ou filosofar sobre delírios da modernidade, Amanda fala & escreve senão pra dar uns pitacos no intuito de melhorar (ou "piorar" rs) sua vida, ao menos, seu dia. E enquanto seu segundo livro "Surtada porém inteira" (Marisco Edições) não sai, sigam @amandafoschini e comprem o "RESPIRA" para irem sentindo o ar da escrita de Amanda.
Sep 8, 2021
52 min

A favor do "delírio comunista", este que luta por democracia, direitos e deveres iguais a todos, a Literatura Confessional traz duas escritoras intrinsecamente politizadas para falar do tema de diferentes maneiras, mas que se convergem em propósitos. Barbara Rosa é graduada, mestre e doutora em Serviço Social pela UNESP e formada em Filosofia pela UNIFRAN. É a rainha do textão do Instagram, publicando textos feministas, no perfil @barbararosaescritora, atualmente com 13 mil seguidores. Grande disseminadora da obra de Carolina Maria de Jesus, recentemente publicou a pesquisa-livro "Carolinas, catadoras de sonhos" onde conviveu com catadoras reais e transformou a experiência em estudo literário. Já Lara, pseudônimo de Larissa Nicolosi, é graduada em Direito e Mestre pela Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, é mediadora de conflitos em situação de desastres socioambientais, é ativista, ecofeminista, voluntária do Vote Nelas São Paulo, e também pesquisa e colabora com o Instituto Fronteiras, no Vale do Juruá, fazendo parte do Grupo de Pesquisa Fronteiras Regenerativas da Amazônia da Universidade Federal do Acre-Floresta. Publica seus textos no blog larageargi.com intitulado "Nada é inenarrável" @nadaeinenarravel e nas redes sociais pelo coletivo de escritoras Vagalumes no Breu @vagalumesnobreu. | Acompanhe @literaturaconfessional / shorturl.at/gqzJL
Aug 3, 2021
1 hr 24 min

Pela primeira vez na Literatura Confessional, apresento um poeta do gênero masculino! Jean Carlo Barusso é escritor paranaense contemporâneo, nascido e radicado em Arapongas. Formado em Letras, Publicidade e Propaganda, publicou em 2016 seu primeiro livro de poesias o "Viva a/à Poesia" e, em 2020, sua segunda obra poética "O Olho". No bate papo Jean falou sobre sua relação com a poesia que começou a partir da literatura romântica de Vinícius de Moraes, mas que ao longo de sua trajetória também teve influência de Paulo Leminski. O escritor abordou o fazer artístico e os processos que envolveram a concepção de seus dois livros; a importância da palavra experimentar. Foi um prazer ter Jean como o primeiro convidado homem do podcast. Para saber mais sobre o poeta @jeancarlobarusso. E não se esqueça também de acompanhar a LIC @literaturaconfessional | linktr.ee/literaturaconfessional
Jul 13, 2021
1 hr 6 min

Quem nunca escreveu, assim, sem destinatário algum, e lotou seu rascunho de "ditos-não-ditos"? Quem nunca escreveu endereçadamente seja pra alguém ou pra livrar-se de alguma dor, mas nunca enviou/deu jeito nela? Ou ainda, quem durante a pandemia, precisou encontrar um jeito de esvaziar não só sua pasta de rascunhos, mas também seu arquivo mental-emocional? Este último exemplo representa a história de Cristina Rioto, que em 2020 criou o projeto de pílulas poéticas no Instagram intitulado @CaixadeSaida. Redatora publicitária e escritora publicada pela editora Chiado, Cris acaba de lançar uma antologia com outras 23 mulheres "Coisas Encontradas Dentro". Já a Caixa de Saída, celebra mais de 60 mil seguidores onde a autora segue compartilhando escritos-poéticos breves, porém inevitáveis de não vestir. Despretensiosamente, a cada pílula de tom confessional, Cris nos faz questionar pra onde estamos destinando nosso rascunho de emoções e as vivências neles representadas. Para acompanhá-la @cristinaminiolirioto & @caixadesaida.
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Jun 22, 2021
54 min

Fique por dentro de tudo que acontece na LIC. no www.instagram.com/literaturaconfessional
Jun 21, 2021
2 min

Para além de obras literárias que abarcam a maternidade, o melhor exemplo para tratar a relação entre mães e filhos, é trazendo mães que escrevem; que fazem a verdadeira literatura acontecer no dia a dia. Mas antes de enaltecer o que é ser mãe na prática, não podemos deixar de destacar a maternidade compulsória. E para falar de tudo isso, a Literatura Confessional traz as autoras Carla Guerson, mãe de dois, servidora pública e autora escalada em antologias como “Mulheres em poesia”, pela editora Brunsmarck, “Feminismos”, pela editora Medusa, “Desaguamentos” pela editora Escaleras; e Natânia, mãe de um, antropóloga com publicações em revistas acadêmicas da UFRJ, UNICAMP, e USP, além de seu recente conto figurar a coletânea "Conto a Gotas". Por meio também da intersecção com outros campos e disciplinas, o ser mãe-ser escritora, desempenha um papel importante em diálogos em torno não só da maternidade, mas principalmente no acolhimento da mãe como pessoa, livre de rótulos ou funções. A confissão que ambas escreveram e recitaram, está disponível para leitura aqui: medium.com/literaturaconfessional. Compartilhe este episódio e Feliz Dia das Mães!
May 16, 2021
1 hr 29 min
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