Podemos entender o ecossistema de startups como um conjunto de agentes interagindo entre si e criando valores juntos. Dessa forma, é preciso estar aberto a trocar experiências para que assim todos consigam gerar impacto por meio das suas soluções. Em 2013, 4 ecossistemas do mundo tinham gerado unicórnios. Atualmente, 80 já geraram. Isso mostra a evolução deste cenário em níveis globais.
Fusões e aquisições: por que esse mercado está tão aquecido?
Para um ecossistema evoluir, é preciso o fortalecimento de 6 pilares:
- políticas públicas;
- acesso à capital;
- acesso a mercado;
- talentos;
- cultura;
- instituições de suporte.
O Brasil possui todos esses pilares. Por exemplo, já possuímos grandes startups que estão moldando o mundo, como os 12 unicórnios brasileiros.
Não há dúvidas de que o melhor momento para empreender é agora. Vivemos a era dos grandes industrialistas, dos grandes banqueiros e agora do bilionários de tecnologia. Além disso, temos cases de sucesso como os unicórnios e também as estreantes na bolsa, como a Enjoei e Méliuz.
Startups ACE no Ranking 100 Open Startups
Anteriormente, o foco realmente estava no Vale do Silício. As grandes iniciativas obrigatoriamente migravam para fora do país se quisessem atingir patamares maiores. Atualmente o cenário mudou. O mercado brasileiro tornou-se um polo de atração devido ao tamanho do seu mercado e oportunidades. Além disso, o Vale do Silício possui mais concorrentes. Sobretudo, o empreendedor precisa conhecer o problema para resolvê-lo e nada melhor que algo do seu cotidiano.
Se o Brasil é o novo Vale do Silício, não é possível dizer. Afinal, cada ecossistema é único, impossível de ser copiado. Porém, isso não diminui os grandes potenciais do mercado nacional. Claro que existem diversos pontos a melhorar, mas o ecossistema brasileiro possui todos os fatores para impactar o cenário nacional e mundial.



