
Nesta quarta e última aula sobre as espécies de mélica, a professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, fala sobre o ditirambo, o encômio e o paidikón. A professora apresenta algumas das características de cada gênero que possibilitam, e às vezes dificultam, sua distinção dentre os demais estilos poéticos.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013). Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega.
Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções e estudos:
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
____. “A tradição do paidikón na mélica grega arcaica: testemunhos e canções”. Phaos 17, 2017, pp. 185-210.
____. “O Fr. 20b (Maehler), de Baquílides, revisitado: vinho, desejo, delírio”. Phaos 21, 2021, pp. 1-29.
Estudos:
Bremmer, J. N. “Adolescents, symposion, and pederasty?” In: Murray, O. (ed.). Sympotica. A symposium on the symposion. Oxford: Clarendon, 1990, pp. 135-148.
Bremmer, J. N. ““Pederastia grega e homossexualismo moderno”. In: ____ (org.). De Safo a Sade: momento na história da sexualidade. Campinas: Papirus, 1995, pp. 11-26. Budelmann, F. (ed.). The Cambridge companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009
Budelmann, F. “Epinician and the symposion: a comparison with the enkomia”. In: Agócs, P. et alii (eds.). Reading the victory ode. Cambridge: University Press, 2012, pp. 173-190.
D’Angour, A. “How the dithyramb got its shape”. CQ 47, 1997, pp. 331-351. Fearn, D. Bacchylides. Politics, performance, poetic tradition. Oxford: University Press, 2007.
Herington, J. Poetry into drama. Early tragedy and the Greek poetic tradition. Berkeley: University of California Press, 1985. Percy, W. A. Pederasty and pedagogy in archaic Greece. Chicago: University of Illinois Press, 1996.
Rawles, R. (2011). “Eros and praise in early Greek lyric”. In: Athanassaki, L.; Bowie, E. (eds.). Archaic and classical song. Berlin: de Gruyter, pp. 139-519.
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Nov 26, 2021
42 min

A professora Renata Garraffoni, do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, fala sobre a importância das lápides nas pesquisas e descobertas sobre as vidas dos gladiadores.
Renata Senna Garraffoni graduou-se em História, em 1997, pela Universidade Estadual de Campinas. Tornou-se mestre, em 1999, com a dissertação “Bandidos e Salteadores: Concepções da Elite Romana sobre a Transgressão Social,” e doutora, em 2004, com a tese “Técnica e destreza nas arenas romanas: Uma leitura da gladiatura no apogeu do ImpérioI”, pela mesma instituição. Possui pós-doutorado em História Antiga e Medieval pela University of Birmingham.
Atua lecionando e pesquisando sobre antiguidade clássica, epigrafia e literatura latina, grupos marginalizados romanos e releituras do mundo greco-romano na Modernidade.
Sugestão de Leitura:
Garraffoni, R.S, 2005. Gladiadores na Roma Antiga: dos combates às paixões cotidianas, São Paulo: Editora Annablume/ FAPESP
A segunda edição do livro está disponível em:
https://www.editora.ufpr.br/produto/428/gladiadores-na-roma-antiga--dos-combates-as-paixoes-cotidianas-2-edicao-revisada-e-ampliada
Garraffoni, R.S., 2008. “Funerary Commemoration and Roman Graffiti: how Epigraphy can contribute to rethink gladiators,” in Instrumenta Inscripta Latina II, Akten des 2. Internationalen Kolloquiums Klagenfurt – 2005, Hainsmann, M. And Wedenig, R. (eds.), Klagenfurt: Verlag des Geschichtsvereines für Kärten, pp. 119-132
Garraffoni, R.S. 2012. Reading gladiators' epitaphs and rethinking violence and masculinity in the Roman Empire. In: Voss, B.L.; Casella, E.C.. (Org.). The archaeology of colonialism: intimate encounters and sexual effects. Nova York: Cambridge University Press, p. 214-231.
Hope, V.M., 1998. “Negotiating identity and status: the gladiators of Roman Nîmes,” in Cultural Identity in the Roman Empire, London: Routledge.
Hope, V., 2000. “Contempt and respect – the treatment of corpse in ancient Rome,” in Hope, V., & Marshall, E. (eds.), Death and disease in the Ancient city, London: Routledge, pp. 104-127
Hope, V., 2000. “Fighting for identity: the funerary commemoration of Italian gladiators,” in Cooley, A. (ed.), The epigraphic landscape of Roman Italy, London: University College of London, pp. 93-113
Antiga e Conexões
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Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCSnOBTRIzLNRrmsVmrQkDcg
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Renata Senna Garraffoni
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Nov 12, 2021
23 min

Nesta terceira aula sobre as espécies de mélica, a professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, apresenta o hino e o peã e alguns dos principais representantes de cada gênero.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013).
Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega. Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros) de Safo e Píndaro: Ragusa, G. (org., trad.).
Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Ragusa, G. (org., trad.). Safo de Lesbos. Hino a Afrodite e outros poemas. 2ª ed. revista, ampliada e bilíngue. São Paulo: Hedra, 2021.
Rocha, R. (trad., introd., notas). Píndaro. Epinícios e fragmentos. Curitiba: Kotter, 2018.
Alguns estudos gerais e sobre o hino e o peã:
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
Depew, M. “Enacted and represented dedications: genre and Greek hymn”. In: ____; Obbink, D. (eds.). Matrices of genre. Authors, canons, and society. Cambridge: Harvard University Press, 2000, pp. 59-79.
Ford, A. “The genre of genres: paeans and paian in early Greek poetry”. Poetica 38, 2006, pp. 277-95.
Furley, W. D. “Prayers and hymns”. In: Ogden, D. (ed.). A companion to Greek religion. Oxford: Blackwell, 2007, pp. 117-31.
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Oct 29, 2021
35 min

A professora Danielle Antunes, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, fala sobre os “Ensaios” de Montaigne e as influências clássicas que permeiam a obra.
Danielle Antunes graduou-se em Filosofia, em 2008, na Universidade Federal de Santa Catarina, onde também tornou-se mestre, em 2021, com a dissertação “Da educação das crianças”. Seu doutorado pelo realizado na Universidade Federal de Santa Catarina com um período sanduíche na Université Jean Moulin Lyon 3, tendo defendido sua tese “Par manière d'essai". Montaigne e a a Filosofia do Ensaio” e torna-se doutora em 2018.
Atua lecionando e pesquisando sobre Filosofia, Teoria do Conhecimento, Epistemologia, Ética e a intersecção entre Filosofia, Educação e Arte.
Sugestão de Leitura:
ANTUNES, Danielle. "Par manière d'essai": Montaigne e a Filosofia do ensaio. [tese]. Universidade Federal de Santa Catarina: Florianópolis, 2018.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. [L’humaine condition]. Vol. 2. São Paulo: Perspectiva, 1971, p. 247-276.
BIRCHAL, Telma de Souza. O eu nos Ensaios de Montaigne. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007.
BURKE, Peter. Montaigne. Trad. Jaimir Conte. São Paulo: Edições Loyola, 2006.
EVA, Luiz A. A. A figura do filósofo: Ceticismo e subjetividade em Montaigne. São Paulo, Edições Loyola, 2007.
FRIEDRICH, Hugo. Montaigne. Trad. Robert Rovini. Paris: Gallimard, 1968.
THEOBALDO, Maria Cristina. Sobre o “Da educação das crianças”: a nova maneira de Montaigne. [tese] Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas. Departamento de Filosofia, USP, 2008.
TOURNON, André. Montaigne. Trad. Edson Querubini. São Paulo: Discurso Editorial, 2004.
MONTAIGNE, Michel de. Os Ensaios: livro I. 2ª ed. Trad. Rosemary Costhek Abílio, precedido de “um estudo sobre Montaigne”, de Pierre Villey sob direção e com prefácio de V.-L. Saulnier. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
________. Os Ensaios. Livro II. 2a edição; Trad. Rosemary Costhek Abílio. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
________. Os Ensaios. Livro III. Trad. Rosemary Costhek Abílio. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
DUPEYRON, Jean-François; LINS, Fabien (Orgs.) Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol.1). Modernos e Contemporâneos, v. 4 n. 10 (2020): Disponível em: v. 4 n. 10 (2020): Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol.1); Montaigne. Essays on the New World (vol. 1) | Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211] (unicamp.br)
________. Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol. 2). Modernos e Contemporâneos, v. 5 n. 11 (2021): Disponível em: v. 5 n. 11 (2021): Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol. 2). Montaigne. Essays on the New World (vol. 2) | Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211] (unicamp.br)
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Danielle Antunes
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Oct 15, 2021
21 min

Dando continuidade às espécies de mélica, a professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, apresenta o treno e o epinício, canções relacionadas ao universo da consolação lutuosa e da vitória respectivamente.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013).
Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega. Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros) de Simônides, Baquílides e Píndaro, com comentários sobre a mélica e/ou suas espécies:
Jesus, C. A. M. de (trad., introd., coment.). Baquílides. Odes e fragmentos. Coimbra, São Paulo: Imprensa da Universidade de Coimbra, Annablume, 2010.
Onelley, G. B.; Peçanha, S. (trad., introd., notas) (2016), As Odes Olímpicas de Píndaro. Rio de Janeiro, 7 Letras.
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Rocha, R. (trad., introd., notas). Píndaro. Epinícios e fragmentos. Curitiba: Kotter, 2018.
Alguns estudos gerais e sobre o treno e o epinício:
Agócs, P. et alii (eds.). Reading the victory ode. Cambridge: University Press, 2012.
Alexiou, M. The ritual lament in Greek tradition. 2. ed. Boston: Rowman & Littlefield, 2002.
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
Fera, M. C. (ed.). Pindarus thenorum fragmenta. Edizioni dell’Ateneo Roma, 1990.
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Oct 1, 2021
22 min

A professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, apresenta algumas espécies de mélica e a forma como abordam o período de transição das mulheres para a vida adulta.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013).
Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega. Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros) de Álcman e Safo, com comentários sobre a mélica e suas espécies:
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Ragusa, G. (org., trad.). Safo de Lesbos. Hino a Afrodite e outros poemas. 2ª ed. revista, ampliada e bilíngue. São Paulo: Hedra, 2021.
Alguns estudos gerais e sobre o partênio e o epitalâmio:
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
Clark, C. A. “The gendering of the body in Alcman’s Partheneion 1: narrative, sex and social order in archaic Sparta”. Helios 23, 1996, pp. 143-72. Hague, R. H. “Ancient Greek wedding songs: the tradition of praise”. Journal of Folklore Research 20, 1983, pp. 131-43.
Ingalls, W. B. “Ritual performance as training for daughters in archaic Greece”. Phoenix 54, 2000, pp. 1-20.
Klinck, A. L. “Male poets and maiden voices: gender and genre in Pindar and Alcman”. Hermes 129, 2001, pp. 276-9.
Ragusa, G. “A coralidade e o mundo das parthénoi na poesia mélica de Safo”. Revista Aletria 29.4, 2019, pp. 85-111. (https://doi.org/10.17851/2317-2096.29.4.85-111)
Ragusa, G.; Brunhara, R. “Paideia na ‘lírica’ grega arcaica: a poesia elegíaca e mélica”. Filosofia e Educação 9, 2017, pp. 45-62. (https://doi.org/10.20396/rfe.v9i1.8648422)
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Sep 17, 2021
32 min

O professor Artur Costrino, da Universidade Federal de Ouro Preto, fala sobre a influência de Carlos Magno no cultivo à cultura clássica durante o período carolíngio.
Artur Costrino graduou-se em Letras Português-Latim (2006) pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre em Letras Clássicas (2011) com a dissertação “A Lição dos Declamadores: Sêneca, o velho, e as Suasórias”. Conclui seu doutorado em 2016, na University of York, com a tese “Alcuin's Disputatio De rhetorica: A critical edition with studies of aspects of the text, the stemma codicum, the didactic diagrams and a reinterpretation of sources for the problem of the duality of the dialogue”.
Atua lecionando e pesquisando na área de Letras, com ênfase em línguas e literaturas clássicas, mais especificamente retórica antiga e medieval.
Sugestão de Leitura:
Favier, Jean. "Carlos Magno". Editora Estação Liberdade, 2004.
McKitterick, Rosamund (ed). "Carolingian Culture: Emulation and Innovation". Cambridge University Press, 2008.
Ullmann, Walter. "The Carolingian Renaissance and the Idea of Kingship". Routledge, 2010.
Nelson, Janet L. "King and Emperor: A New Life of Charlemagne". University of California Press, 2019.
Depreux, Phillipe. "Charlemagne et les Carolingiens". Paris: Tallandier, 2002.
Contreni, John J. "Carolingian Learning: Masters and Manuscripts". Aldershot, 1992.
Schieffer, Rudolph (org.). "Schriftkultur und Reichsverwaltung unter den Karolingern". Opladen, 1996.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Artur Costrino
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Sep 3, 2021
22 min

O professor Alexandre Agnolon, da Universidade Federal de Ouro Preto, fala sobre dois livros de epigramas do poeta latino Marcial: Xênia e Apoforeta.
Alexandre Agnolon graduou-se em Letras Português-Latim (2003) pela Universidade de São Paulo. Tornou-se Mestre em Letras Clássicas (2007) com a dissertação “Uns Epigramas, Certas Mulheres: A Misoginia nos Epigrammata de Marcial (40 d.C. - 104 d.C.)” e Doutor em Letras Clássicas (2013) com a tese “A Festa de Saturno: o Xênia e o Apoforeta de Marcial”, pela mesma instituição, sempre sob orientação do Prof. Dr. João Angelo Oliva Neto (FFLCH-USP). Cumpriu estágio de pós-doutoramento no Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra.
Atua lecionando e pesquisando na área dos estudos clássicos, interessa-lhe particularmente o estudo da tradição epigramática grega e latina.
Sugestão de Leitura:
AGNOLON, Alexandre. A Festa de Saturno. São Paulo: EDUSP, 2017.
BAKHTIN, Mikhail. A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento. São Paulo: Annablume e Hucitec, 2002.
CAIROLLI, Fábio Paifer. Marcial Brasileiro. Tese de Doutorado. São Paulo, FFLCH-USP, 2014.
CESILA, Robson Tadeu. Epigrama: Catulo e Marcial. Campinas, SP: Editora da Unicamp; Curitiba, PR: Edit. da UFPR, 2017.
CIAVOLELLA, Massimo & IANNUCCI, Amilcare (org.). Saturn: from Antiquity to the Renaissance. University of Toronto Italian Studies 8. Ottawa: Dovehouse Editions inc., 1992.
CITRONI, Mario. "Marziale e la Letteratura per i Saturnali (Poetica dell'Intrattenimento e Cronologia della Pubblicazione dei Libri)". Illinois Classical Studies. Vol. XIV. pp. 201-226, 1989.
FRAZER, Sir James George. O Ramo de Ouro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.
LIVINGSTONE, Niall & NISBET, Gideon (org.). Epigram. Greece & Rome. New Surveys in the Classics No. 38. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
OLIVA NETO, João Angelo. Falo no Jardim: Priapéia Grega, Priapéia Latina. Cotia, SP: Ateliê Editorial; Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2006.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Alexandre Agnolon
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Aug 6, 2021
32 min

A professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, nos apresenta à poesia mélica, suas características e alguns dos principais representantes do gênero.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013). Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega.
Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros):
Gontijo, G. (org., trad.). Safo. Fragmentos completos. São Paulo: Editora 34, 2017.
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Ragusa, G. (org., trad.). Safo de Lesbos. Hino a Afrodite e outros poemas. 2ª ed. revista, ampliada e bilíngue. São Paulo: Hedra, 2021.
Rocha, R. (org., trad.). Píndaro. Epinícios e fragmentos. Curitiba: Kotter, 2018.
Estudos:
Athanassaki, L.; Bowie, E. (eds.). Archaic and classical choral song. Performance, politics, and dissemination. Berlin: de Gruyter, 2011.
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
____; Phillips, T. (eds.). Textual events. Performance and the lyric in early Greece. Oxford: University Press, 2018, pp. 1-27.
Herington, J. Poetry into drama. Early tragedy and the Greek poetic tradition. Berkeley: University of California Press, 1985, pp. 3-40.
Kurke, L. V. “The strangeness of ‘song culture’: archaic Greek poetry”. In: Taplin, O. (ed.). Literature in the Greek world. Oxford: University Press, 2001, pp. 40-69.
____. “Archaic Greek poetry”. In: Shapiro, H. A. (ed.). The Cambridge companion to archaic Greece. Cambridge: University Press, 2007, pp. 141-69.
Most, G. W. “Greek lyric poets”. In: Luce, T. J. (ed.). Ancient writers: Greece and Rome. New York: 1982, pp. 75-98.
Ragusa, G. Fragmentos de uma deusa: representação de Afrodite na lírica de Safo. Campinas: Editora da Unicamp, 2005. (Apoio: Fapesp)
____. Lira, mito e erotismo: Afrodite na poesia mélica grega arcaica. Campinas: Editora da Unicamp, 2010. (apoio: Fapesp)
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Jul 23, 2021
52 min

A professora Renata Garraffoni, do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, fala sobre a importância das inscrições e grafites antigos para a compreensão do cotidiano romano.
Renata Senna Garraffoni graduou-se em História, em 1997, pela Universidade Estadual de Campinas. Tornou-se mestre, em 1999, com a dissertação “Bandidos e Salteadores: Concepções da Elite Romana sobre a Transgressão Social,” e doutora, em 2004, com a tese “Técnica e destreza nas arenas romanas: Uma leitura da gladiatura no apogeu do ImpérioI”, pela mesma instituição. Possui pós-doutorado em História Antiga e Medieval pela University of Birmingham.
Atua lecionando e pesquisando sobre antiguidade clássica, epigrafia e literatura latina, grupos marginalizados romanos e releituras do mundo greco-romano na Modernidade.
Sugestão de Leitura:
FUNARI, P.P.A. Cultura Popular na Antiguidade Classica, São Paulo: Editora Contexto, 1989.
FUNARI, P.P.A. “Caricatura gráfica e o ethos popular em Pompeia”, Clássica, suplemento 1, pp.117-137, 1992.
FUNARI, P.P.A. “Apotropaic Simbolism at Pompeii: a Reading of the Graffiti Evidence”, Revista de História, 132, 9-17, 1995.
FUNARI, P.P.A. Cultura Material e Arqueologia Histórica, Campinas: Gráfica IFCH/Unicamp, pp.7-34, 1998.
FUNARI, P.P.A. “Riso e poder nas paredes pompeianas: palavras, desenhos e críticas”, in: Funari, P.P.A. e Benoit, H. (orgs.), Ética e política no Mundo Antigo, Campinas, IFCH. pp. 117-132, 2001.
GARRAFFONI, R. S. e LAURENCE, R. ‘Writing in public space from child to Adult: The meaning of graffiti’. In: Sears, G.; Keegan, P.; Laurence, R.. (Orgs.). Written Space in the Latin West, 200BC to AD300. Londres: Bloomsbury, pp. 123-134, 2013.
HORSFALL, N. La Cultura della plebs romana, Barcelona: PPU, 1996. KEEGAN, P. “Blogging Rome: Graffiti as Speech-Act and cultural discourse”, in: Baird, J.A. e Taylor, C. (orgs.) Ancient Graffiti in Context, Londres: Routledge, pp. 165-190, 2012.
TANZER, H.H. The Common people of Pompeii study of the Graffiti, Baltimore: Johns Hopkins Press, 1939.
Antiga e Conexões
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Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Renata Senna Garraffoni
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Jul 8, 2021
24 min
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