Raí Santorini, artista de multilinguagens com ênfase na iluminação cênica, atuante no cenário artístico cearense desde 2011. Em seu percurso, destaca-se a participação enquanto membro fundador do grupo Teatro Esgotado e do UnColetivo de Iluminadores. Cria e opera projetos de luz para dezenas grupos de Fortaleza, contabilizando mais de cinquenta trabalhos que transitam entre o Teatro, Dança, Audiovisual e Música.
@raisantorini
Release:
Atlas tropeça e deixa o universo desabar revelando um vazio-pleno.
Esse espaço é um campo de expansão e tudo vibra nas suas ondulações.
Nesta batelada de movimentos
Os extremos se encontram no infinito e recriam o não-conhecido ou o sistema das semelhanças. Uma bandeira, um livro, um compasso, um ovo, umas frutas, um cálice, um osso, um cacto, uma caravela, um esquadro, uma poeira e um disco voador. Agir pela não-ação. Perder o lugar da fronteira. Balbuciar a linguagem. Descobrir os barulhos cósmicos. Reagrupar uma sinfonia ao ouvido astuto. Diminuir a distância dos anos-luz.
Ficha Técnica
Direção, dramaturgia e interpretação: Honório Félix e William Pereira Monte
Cenotecnia: Josué Rodrigues
Iluminação: Raí Santorini
Operação de luz: Raí Santorini e Ariel Volkova
Música: Wladimir Cavalcante
Produção: Ariel Volkova, Honório Félix e William Pereira Monte
Arte gráfica: Yule Bernardo
Apoio cultural: Associação de Bailarinos, Coreógrafos e Professores de Danças do Ceará (Prodança)
Realização: No barraco da Constância tem!
Fotos: Pamela Soares, Luiz alves



