
Bia Junqueira e uma Artista interdisciplinar, diretora de arte, cenógrafa, curadora, consultora, diretora artística, especializada em conceituar e criar conteúdo e espaços em suas múltiplas linguagens. Viveu onze anos na França, onde trabalhou com grandes nomes da cena europeia Bob Wilson, Tadeuz Kantor, Patrice Chéreau, Joseph Svoboda e na Ópera de Paris. Suas incursões nos domínios mais variados relacionados à cena, seja ela teatral, cinematográfica ou plástica, a levaram a participar do Fórum Central de Tendências em Paris - o que a levou a prestar consultoria para diferentes Bureaux de Tendências, como o de Catherine Laget e Dominique Perclers - e a desenvolver seu percurso como curadora e diretora artística. Desde seu retorno ao Brasil, vêm recebendo indicações e prêmios no âmbito teatral e cinematográficoRelease:O Theatro Municipal de São Paulo apresentou pela primeira vez no Brasil e na América Latina, as óperas Friedenstag (Dia de Paz), de Richard Strauss e Le Villi (As Fadas), a primeira ópera de Puccini, formando um double bill exclusivo com duas óperas de um ato.Le Villi, com libreto de Ferdinando Fontana, é inspirada em lendas eslavas sobre espíritos vingativos de jovens traídas no amor. Estreada em 1884, carrega influências do estilo composicional de Amilcare Ponchielli, mestre de Puccini, trazendo uma atmosfera quase mística, distinta das obras seguintes do compositor. A trama é a mesma do famoso balé Giselle, de Adolphe Adam: uma jovem de coração partido transforma-se em uma criatura sobrenatural que se vinga de seu amante infiel, forçando-o a dançar até a morte. Embora não tenha sido bem-recebida no concurso para o qual foi composta, o concurso de Sonzogno, a ópera foi aclamada por críticos que viram em Puccini uma promessa para a ópera italiana.Friedenstag foi composta por Strauss em 1938, com libreto de Joseph Gregor a partir de uma sinopse de Stefan Zweig. Ambientada em uma fortaleza no sul da Alemanha, ao final da Guerra dos Trinta Anos, a ópera explora temas de esperança e reconciliação. O comandante da fortaleza, em um momento de desesperança, redescobre o valor da paz quando as tropasinimigas cercam seu território. A obra é um reflexo dos tempos conturbados da ascensão do nacionalismo e do militarismo na Europa, oferecendo uma poderosa mensagem pacifista.Ficha Técnica:Priscila Bomfim, direção musicalAndré Heller-Lopes, direção cênicaHernán Sánchez Arteaga, regente do Coro Lírico MunicipalBia Junqueira, cenografiaGonzalo Córdova, design de luzLuiz Fernando Bongiovanni, coreografia e direção de movimentoLaura Françozo, figurinoMalonna, visagismo e perucariaAna Vanessa, assistente de direção cênicaLe Villi (As Fadas)Elencos:Rodrigo Esteves, GuglielmoGabriella Pace, AnnaEric Herrero, RobertoJohnny França, GuglielmoDaniela Tabernig, AnnaMarcello Vannucci, RobertoFriedenstag (Dia de Paz)** (85′)Elencos:Leonardo Neiva, ComandanteEiko Senda, MariaEric Herrero, O PiemontêsRodrigo Esteves, ComandanteDaniela Tabernig, MariaMarcello Vannucci, O PiemontêsElenco único (todas as apresentações)Sérgio Righini, O HolsteinerSaulo Javan, SargentoGeilson Santos, SoldadoMárcio Marangon, CorporalDaniel Lee, MosqueteiroRafael Thomas, CorneteiroSantiago Villalba, OficialJessé Vieira, Oficial da linha de frenteMiguel Geraldi, PrefeitoLeonardo Pace, PreladoAdriana Magalhães, Mulher do povoLink com mais informações das óperashttps://theatromunicipal.org.br/eventos/operas-double-bill-le-villi-as-fadas-de-giacomo-puccini-e-friedenstag-dia-de-paz-de-richard-strauss/
Aug 31
2 hr 12 min

Davidson Soara, mais conhecido como Barulhista, vive e trabalha em São Paulo. Autodidata, desenvolve trabalhos no campo da música e da escrita. Reconhecido pelo trabalho na produção de trilhas sonoras originais para cinema, teatro, dança e publicidade..Release:"Ei, você me conhece? Posso me aproximar? Eu sou só um animal vivo." Nesta peça-conversa, dois atores convidam o público a explorar a dimensão política e comunitária dos afetos. Jogam com expectativas criadas a partir de elementos simples, como a profissão de alguém ou o tipo de sapato que usa, questionando assim as imagens imediatas que formam as identidades individuais e coletivas. Os espectadores são convidados a participar em uma relação convivial, numa dramaturgia aberta ao diálogo a cada apresentação. O espetáculo aborda temas como a extinção da espécie humana, o medo do futuro, os traumas do passado, o impacto dos encontros e a alteridade.Ficha Técnica:Atuação e dramaturgia: Assis Benevenuto e Marcos ColettaDireção: Italo LaureanoAssistência de direção: Rejane FariaProdução de montagem: Maria MourãoOrientação Vocal: Ana HadadOrientação Corporal: Rosa AntuñaProvocação Criativa: Alexandre Dal FarraCenografia: Ed AndradeIluminação: Rodrigo MarçalOperação de luz: Marina ArthuzziTrilha Sonora Original: BarulhistaFigurino: O grupoProjeto Gráfico: Estúdio LampejoAssessoria de imprensa: V5 ComunicaçãoFotografia de Cena: Guto MunizFotografia de divulgação: José Jr.Video: Janaína Patrocínio - JPZ ComunicaçãoRealização: Grupo Quatroloscinco - Teatro do Comum
Aug 27
1 hr 59 min

Julia Freitas é artista técnica de iluminação, produtora cultural e pesquisadora amazônida, natural de Belém do Pará. Graduada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade da Amazônia, especialista em Iluminação Cênica pela SP Escola de Teatro, com DRT profissional pelo SATED-SP, atua há mais de 10 anos no setor cultural desenvolvendo trabalhos em óperas, festivais de música, exposições, teatro e projetos multidisciplinares.Sua trajetória como iluminadora inclui atuação em importantes casas de ópera brasileiras, como o Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro e Theatro da Paz. Também trabalhou em teatros e espaços culturais como Teatro Waldemar Henrique, Teatro Margarida Schivasappa e Teatro Sesc Ipiranga, além de atuar em festivais como Psica, Festival Mana, Zabumbada e Festival Feminino.Atualmente é mestranda em Artes e Práticas Culturais pela PUC-SP, sua prática artística investiga a luz como linguagem poética, sensorial e política, conectando iluminação cênica, território, memória e experiências imersivas. Paralelamente, desenvolve trabalhos em produção cultural, coordenação de projetos e iniciativas ligadas à cultura, sustentabilidade e impacto social, com experiências na Bienal das Amazônias, Bienal das Amazônias Sobre as Águas e projetos de mobilidade urbana e educação ambiental.Release:O espetáculo “Antônia e a encomendação das almas”, propõe uma transposição da clássica a tragédia de Sófocles, “Antígone”, para o contexto amazônico contemporâneo.A montagem desloca o conflito central da obra original, marcado pelo embate entre leis humanas e princípios éticos, para o Baixo Amazonas. A narrativa acompanha uma mulher que enfrenta estruturas de poder autoritário enquanto busca preservar sua dignidade. A encenação aposta em elementos culturais locais, incorporando cantos e expressões simbólicas para construir uma atmosfera em que justiça, resistência e memória se entrelaçam.Ficha técnicaDireção: Geraldo SallesElenco: Luciana Porto, Natal Silva, Gisele Ghorayeb, Kátia Menezes, Yeyé Porto, Paulo Fonseca, Dário Jaime, Klaus Costa, Nilton Cézar, Bruno Sousa, André ReisAdaptação da tragédia "Antigone" de Sófocles: Adriano BarrosoCenografia, Figurino, Design Gráfico: Nando LimaAssistente de Direção: Luciana PortoIluminação: Júlia FreitasDireção Musical: Jonatas PereiraProdução: Yeyé PortoFotos: Jean Franco/Sapo de Vidro Produções
Aug 25
2 hr 32 min

Patricia Marjorie é uma artista multidisciplinar de teatro brasileira radicada em Nova York com foco em direção, figurino e cenografia e criação de obras originais. Diretora, Intérprete, Educadora e Designer, Patrícia tem mais de duas décadas de extensa atuação em produções teatrais nos nos Estados Unidos e no Brasil, onde se formou em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB). Sua liderança criativa fundamenta-se em anos de colaboração em projetos que mesclam narrativa visual, performance física e estruturas narrativas poéticas. A experiência de Patricia navega entre direção de performances solo e de teatro de criação coletiva, pesquisa de personagens, metáfora visual e obras que exigem visão política ousada e ética, sensibilidade para os mundos interiores e linguagem teatral lúdica.Os créditos teatrais de Patrícia incluem atuação em peças clássicas como Medo e Miséria no terceiro Reich de Brecht (NY 2025) ou Muito Barulho por Nada de Shakespeare (Brasília 2014), direção de adaptações modernas como "Hamlet-Máquina" de Heiner Muller (Brasil 2001) e novos trabalhos como "On how to Be a Monster" de Maria Luiza Muller com At Alia Theatre Company (NYU - Dez 2019); “What will Become of Kaaron” de Kaaron Briscoe (NYC - outubro de 2021) no The Tank NYC. Patricia também atuou recentemente em - "Mrs. Loman" é um spin-off de "A Morte do Caixeiro Viajante" dirigido por Meghan Finn (NYC).Trabalhos Recentes de design: cenografia e figurino para; “Primordial” no The Tank (NYC) e “The Lydian Gale Parr” no Target Margin Theatre (NYC), ambos dirigidos por Meghan Finn; adereços para "Reconstructing" dirigido por Zhailon Levingston e Rachel Chavkin no BAM; "And then we were no More" by Tim Blake Nelson no LA MAMA; “Corruption” de J.T. Rogers e dirigido por Bartlett Sher no Lincoln Center Theatre NYC.Artist statementSou Patricia Marjorie, artista teatral multidisciplinar atuante nas áreas de dramaturgia, direção, design, performance e estratégia criativa. Originária do Brasil — onde os recursos materiais e o apoio cultural são limitados —, meu objetivo como artista é democratizar a criação artística e desconstruir o mito de que a arte é um conceito inatingível. O que me distingue é a minha criatividade brasileira profundamente enraizada, meu pragmatismo, minha visão e minha mentalidade voltada para a resolução de problemas; qualidades que me permitiram romper a "bolha" do teatro na cidade de Nova York e trabalhar em projetos extraordinários ao lado de diversos artistas brilhantes.Como artista imigrante e mulher, proveniente de um país em desenvolvimento e historicamente colonizado, meu trabalho é impulsionado pelo desejo de conectar indivíduos e criar experiências artísticas que promovam a compreensão social e gerem oportunidades de aprendizado centradas na comunidade. Meu objetivo como artista é desenvolver uma prática teatral que transcenda a mera narrativa ilustrativa, utilizando o teatro como uma ferramenta sociopolítica para questionar sistemas invisíveis de opressão — especialmente aqueles que permanecem invisíveis para as comunidades historicamente excluídas dos palcos.Vindo de um contexto onde os recursos são escassos, aprendi a adotar uma abordagem sustentável e engenhosa para a produção artística. Meu trabalho foca no conceito de como materiais reaproveitados, coletados e transformados com cuidado, imaginação e criatividade, podem se converter em valiosos elementos artísticos de conexão. Acredito que o processo de pesquisa e ressignificação de materiais cotidianos descartados evoca uma conexão humana intrínseca. Por meio desse processo, desafio a mim mesma e a todas as noções preconcebidas sobre o que é valioso; busco desconstruir crenças obsoletas e promovo um senso de união radical. Ao redefinir tanto os materiais quanto as vozes que foram considerados descartáveis, busco criar obras inclusivas, imaginativas e potentes, capazes de questionar as normas vigentes e inspirar novos diálogos culturais.
Aug 17
2 hr 25 min

Criação Ep#210 - 12/05/2026 - Antonio Rabàdan e a criação do figurino para a peça "O Inspetor Geral"
Antonio Rabàdan é Doutor em Design Estratégico pela Unisinos-RS; Mestre em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (FASM-SP); Pós-Graduado em Negócios e Marketing de Luxo Contemporâneo pela ESPM-SP; Bacharel em Moda e Tecnólogo em Moda e Estilo pela Universidade de Caxias do Sul. Atualmente está em pós doutoramento investigando a Passarela Performática na ECA da USP.Grande experiência na área da moda, atuando na produção de desfiles e eventos, editoriais de revistas e campanhas fotográficas. Recebeu prêmios nacionais, como o Açorianos e o Tibicuera, de teatro, e prêmios internacionais, como o Mário Rui Gonçalves Internacional, pelo figurino do espetáculo “Vanessa Quer Voar”, em Portugal.Foi Professor titular e Professor visitante em instituições como UFRGS, Feevale, Senac-RS, Senai-RS, UCS, UCPEL e Univates e, atualmente, é Professor Doutor nos cursos de Design e de Comunicação e Publicidade da ESPM-SP e ministra as disciplinas de Mercado e Produção de Moda; Varejo de Moda e Visual Merchandising; Prototipagem Criativa; Coolhanting; Narrativas de Espetáculos; Moda Autoral; Pesquisa e Tendência de Produto e Semiótica.Release:“O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, ganhou em 1998 uma montagem radicalmente visual, grotesca e circense através da direção de Zé Adão Barbosa e da Cia. das Índias, em Porto Alegre.A encenação partia de um teatro físico, imagético e de forte construção plástica. A estética do espetáculo buscava um estado permanente de exagero e artificialidade, aproximando-se da palhaçaria, do grotesco e da escultura viva.A cena era composta por grandes painéis pintados manualmente pelo artista plástico Zezé Kronbauer. Esses painéis funcionavam como enormes quadros móveis que criavam diferentes atmosferas e espacialidades ao longo do espetáculo. Para movimentá-los, foi desenvolvido um sistema mecânico rudimentar construído a partir do maquinário de uma máquina de lavar roupas. Em determinados momentos da encenação, os painéis despencavam sobre os atores, provocando instabilidade visual e física, reforçando a sensação de colapso político e moral presente no texto.Outro elemento fundamental da cenografia era um grande sofá multifuncional que se transformava constantemente durante a peça: chaise, mesa, plataforma, cama e estrutura cênica. Esse único objeto assumia diferentes funções dramatúrgicas e operava como eixo central da movimentação dos atores.O figurino, também assinado por Antonio Rabadan, antecipava discussões que hoje se aproximam do upcycling e da ressignificação têxtil.Naquele momento, ainda em processo de descoberta enquanto ator, cenógrafo e figurinista, Rabàdan desenvolveu os figurinos inicialmente como desenhos idealizados. Porém, diante das limitações financeiras comuns às produções teatrais independentes da época, tornou-se impossível executar as peças utilizando materiais novos.A solução encontrada transformou-se no principal conceito do figurino.Junto da figurinista e costureira Titi Lopes, roupas usadas, tecidos domésticos, peças antigas e aviamentos foram completamente desmontados, separados e reconstruídos manualmente para formar novas superfícies têxteis. O processo envolvia desconstruir roupas já existentes para recriar tecidos híbridos que posteriormente davam origem aos figurinos do espetáculo. Antonio Rabàdan recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Figurino pelo espetáculo.Ficha Técnica:Texto: Nicolai GogolDireção: Zé Adão BarbosaMontagem: Cia. das ÍndiasDiretora Assistente: Jaqueline PinzonCenário: Antonio RabadanAssistente de Cenografia: Juliana RivetCriação de Painéis: Zezé KronbauerFigurinos: Antonio RabadanDesenhos de Figurino: Luciana ChavesConfecção de Figurinos: Titi Lopes e Mada OliveiraEnchimentos: Janine GomesChapéus: Juliana KunzBijuterias: Cigana SallyCabeças: Antonio RabadanMaquiagem: Zé Adão BarbosaIluminação: Fernando OchoaSonoplastia: Eduardo ManeraCriação Gráfica: Alessandro SalvatoriFotografia: Myra GonçalvesDivulgação: Renato Campão
Aug 13
2 hr 23 min

Karen Mezza é Iluminadora e Artista da Cena, bacharela em Artes Cênicas pela Unicamp e técnica formada pelo curso de Iluminação da SP Escola de Teatro. Atua como desenhista e operadora de luz, coordenadora técnica de festivais e artista docente na mesma escola de sua formação.Em 2025 passou a fazer parte da Cia Sacana em São Paulo, entrando para a equipe dos espetáculos UMA e Terra Brasilis. Realizou o desenho de luz de Taquesutaque, de Yasmin Gomes, direção de Jessica Teixeira, em cocriação com Dafne Rufino e Ricardo Barbosa. Circulou por diversos estados com Mariana Aydar e em São Paulo operou luz em shows para Anná, Renato Braz e Tâmara David.Em 2024 realizou o desenho de luz do espetáculo A Vaca Virou um Rádio da Companhia de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí, com direção do Coletivo Cê; e também da peça Um Céu de Assombro, direção de Kleber Montanheiro, contemplada pelo Prêmio Zé Renato da Cidade de São Paulo.Dentre seus trabalhos realizados destaca-se a iluminação de CACUNDA de Adnã Ionara, O Samba da Pauliceia e Sua Gente da Cia Coisas Nossas e a operação de luz do espetáculo Julius Caesar, da Cia dos Atores no Sesc Consolação e sua mais recentemente participação na equipe de iluminação de Hamlet - Sonhos que Virão, liderada por Wagner Antonio e Dimitri Luppi.Atuou como Coordenadora Técnica do Festival Estudantil do Conservatório de Tatuí, no 29° e 30º FETESP e da Mostra Solo Mas Não Só - Vozes do Interior em Pindamonhangaba, foi Head de Luz no espetáculo História da Violência da Schaubühne na XI MIT, além de ter contribuído como técnica em diversas edições do Feverestival de Campinas.Release:"Cacunda", espetáculo de dança da artista Adnã Ionara, explora a ancestralidade, memória e o tempo nagô de terreiro, utilizando a palavra de origem quimbundo que nomeia a curvatura das costas. A performance traz à cena a figura de Cacurucaia, entidade da umbanda, celebrando e questionando o peso da existência com movimentos que traçam curvas no tempo.Ficha Técnica:Concepção e interpretação: Adnã IonaraCo-direção cênica: Adnã Ionara e José TeixeiraComposição e execução de trilha musical: Yandara Pimentel, Otavio Andrade e Marcelo SanthuDesign e operação de luz: Karen MezzaSonoplastia e operação de som: Pedro FlórioProdução artística: José TeixeiraProdução Executiva: Wannyse Zivko
Aug 12
2 hr 4 min

Nesse vídeo em comemoração aos 6 anos de existência do canal "da ideia à luz", presenteamos o nosso público com mais uma excelente conversa. Convidamos a bibliotecária e diretora do Centro de Documentação da FUNARTE, para falar sobre "Memória das Artes". É mais um tema que trazemos ao canal para dialogarmos e aprendermos, com pessoas que são referências em suas áreas de atuação ou de pesquisa, sobre a importância dos acervos para a preservação das histórias e memórias das artes no Brasil. Joelma Neris Ismael é bibliotecária, mestre em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, servidora de carreira da Fundação Nacional de Artes há 20 anos e coordenadora do Centro de Documentação. Possui experiência em gestão de unidades de informação e desenvolvimento de coleções, com ênfase nos segmentos de coleções bibliográficas e iconografia.
Jul 13
2 hr 8 min

Claudio Lira é um multiartista, premiado Diretor Teatral, Ator, Produtor Cultural, Designer Gráfico, Cenógrafo e Figurinista. Formado em Desenho Industrial/Programação Visual (UFPE), começou a estudar Teatro em 1992 no Curso Arte Viva; em 1995 fez o Curso Básico à Formação do Ator (Fundação Joaquim Nabuco) e em 2001 o Curso de Iniciação à Direção Teatral (UFPE). Estudou com renomados pesquisadores e encenadores teatrais nacionais e internacionais, como: Tatiana Cardoso, Iben Nagel Rasmussen, Maurice Douzier (Théâthe du Soleil), Francisco Medeiros, Maurício Guzinski, João Mota, Antonio Cadengue e João Denys.Release:“Quatro Luas” é um espetáculo de teatro para infância com formas animadas e música ao vivo, inspirado no universo do escritor espanhol Federico Garcia Lorca. O espetáculo é contado e interpretado por um grupo de ciganos reunidos sob a sombra de uma velha árvore e a narrativa é baseada na história de Federico, um jovem ciganinho órfão que era fascinado pela Lua Cheia e tinha o sonho de subir em um cometa e voar bem alto em direção às estrelas, até conseguir alcança-las. Na busca pela realização de seu sonho, Federico, guiado pelos conselhos de quatro Luas de diferentes personalidades, adentra em uma jornada por um mundo encantado repleto de seres imaginários e animais falantes. No caminho, sem uma direção certa, o menino vai se encontrando e aprendendo a lidar com suas emoções e intuições.Ficha Técnica:Dramaturgia e Encenação: Claudio Lira, a partir do universo de Federico Garcia LorcaElenco: Brunna Martins, Célia Regina, Dougla Duan e Matheus CarlosMúsicos: Hélio Machado (Viola) e Arnaldo do Monte (Percussão).Dramaturgia Sonora, Direção Musical e Preparação Vocal: Douglas DuanIluminação: Eron VillarDireção de Arte: Claudio Lira e Célia ReginaCriação e confecção dos bonecos e adereços: Romualdo Freitas e Célia ReginaAuxiliar nas confecções de adereços: Adriano FreitasConfecção da árvore: Douglas DuanCenotécnicos: Eduardo Albuquerque (Dudu) e Gustavo AraújoCostureiras: Maria Lima e Márcia MarisaAssessoria de imprensa e Redes Sociais: Milton Raulino - 1000Tons ComunicaçãoProgramação Visual: Claudio LiraProdução: IvoBarreto e Claudio LiraRealização: O Bando Coletivo de teatro
Jul 2
2 hr

Os quatro livros dos “Cadernos de Luz” são registros de processos de criação de luz colocados no papel. São três peças do Teatro da Vertigem (“Bom Retiro”, “Agropeça” e “Dizer o que você não pensa em línguas que você não fala”) e o processo da peça “Roda Viva”, do Teatro Oficina.Cada livro funciona como um diário de trabalho, trazendo anotações, reflexões e comentários criando um retrato sincero e “ao vivo” de cada processo e cada peça, sem cair na hiper edição dos registros acadêmicos.A publicação também tem organização de Francisco Turbiani, formador da SP Escola de Teatro, e edição de Marcio Aquiles, coordenador da área de relações internacionais e parcerias da Instituição.Guilherme Bonfanti é Light Designer paulista e atua desde o final da década de 80, desenvolveu dezenas de projetos de iluminação por todo o país e exterior. É um dos fundadores do Teatro da Vertigem junto com Antonio Araujo e da SP ESCOLA DE TEATRO junto com outros profissionais das artes cênicas. Trabalhou com diversos profissionais na área do teatro, dança, musica, exposições e arquitetura. Destaque para seus projetos nas XXIII , XXIV e XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo, III e V Bienal Internacional de Arquitetura, Mostra do Redescobrimento - Brasil 500 anos Artes Visuais e diversas exposições. Destaque nos trabalhos em arquitetura para parcerias com Paulo Mendes da Rocha, Marcelo Ferraz e Chico Fanucci, Isay Weinfeld entre outros.Na área da moda trabalhou em diversos eventos de moda , com destaque para São Paulo Fashion Week e Semana da Moda. Colaborou com artistas da área da musica como Titãs, Criolo, Tim Bernardes, André Abujamra, entre outros. Na dança trabalhou com Ballet Stagium, BAlet da Cidade de São Paulo, Ana Mondini entre outras participações. Coordena o primeiro curso de iluminação regular de São Paulo na SP ESCOLA DE TEATRO, desde 2010. Tem larga experiência internacional, tendo trabalhado em diversos países da Europa, Estados Unidos e Asia. Recebeu diversos prêmios e indicações, destaque para SHELL, APCAs (Associação Paulista dos Críticos de Arte), MAMBEMBE, APETESP, PANAMCO.
Jul 1
1 hr 55 min

Italiano radicado no Brasil, Federico Puppi é compositor, diretor musical e violoncelista. Sua trajetória reúne música instrumental, canção e teatro em um trabalho que aproxima composição, presença cênica e criação sonora.No teatro, consolidou-se como um nome de destaque na composição e direção musical para a cena, assinando trabalhos como (Um) Ensaio sobre a Cegueira, do Grupo Galpão, “Ficções” com Vera Holtz e direção do Rodrigo Portella e “Enquanto Você Voava, Eu Criava Raizes” da Cia. Dos a Deux. Começou a estudar violoncelo aos 4 anos, no Suzuki Center, na Itália. Formou-se em violoncelo erudito no Conservatório de Aosta e estudou música moderna no Liceu de Barcelona. Desde que se estabeleceu no Brasil, vem construindo uma trajetória singular em diálogo com alguns dos principais nomes da música e das artes cênicas do país.Em 2015, lançou seu primeiro disco autoral, O Canto da Madeira, celebrado pela crítica especializada como um dos destaques da música instrumental brasileira daquele ano. Em 2018, apresentou Marinheiro de Terra Firme, álbum com participação de Milton Nascimento. Segue o álbum “Crisalide” com single preste a alcançar a marca de 2 milhões de plays. Ao longo da carreira, participou de vários projetos projetos indicados e premiados ao Grammy Latino, como Guelã, e ao Grammy Awards, com o álbum Magic, de Sergio Mendes.Release do TrabalhoUma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.Ficha Técnica:DIREÇÃO: Rodrigo PortellaDIRETORES ASSISTENTES:Georgina Vila Bruch e Paulo AndréDIREÇÃO MUSICAL, TRILHA ORIGINAL E PAISAGEM SONORA: Federico PuppiCENOGRAFIA: Marcelo Alvarenga - Play ArquiteturaFIGURINO: Gilma OliveiraINTERLOCUÇÃO DRAMATÚRGICA: Bianca RamonedaILUMINAÇÃO: Rodrigo Marçal e Rodrigo PortellaADEREÇOS: Rai BentoVISAGISMO: Gabriela DominguezDESENHO SONORO, PROGRAMAÇÃO E MIXAGEM: Fábio SantosASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: Zezinho ManciniASSISTÊNCIA DE FIGURINO: Caroline MansoASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA: Vinícius BicalhoCONSTRUÇÃO CENÁRIO: Artes Cênica ProduçõesCOSTURAS: Danny MaiaFOTOS: Igor Cerqueira e Mateus LustosaREGISTRO E COBERTURA AUDIOVISUAL: Luiz Felipe FernandesCOMUNICAÇÃO: Letícia Leiva e Fernanda LaraARTE GRÁFICA: Filipe Lampejo e Rita DavisCONSULTORIA DE ACESSIBILIDADE: Oscar CapuchoOPERAÇÃO DE LUZ: Rodrigo MarçalOPERAÇÃO DE SOM: Fábio SantosTÉCNICO DE PALCO: William BililiuASSISTENTE TÉCNICO: William TelesASSISTENTE DE PRODUÇÃO:Zazá CyprianoPRODUÇÃO EXECUTIVA: Beatriz RadicchiDIREÇÃO DE PRODUÇÃO:Gilma OliveiraPRODUÇÃO:Grupo Galpão
Apr 29
1 hr 56 min
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