
Italiano radicado no Brasil, Federico Puppi é compositor, diretor musical e violoncelista. Sua trajetória reúne música instrumental, canção e teatro em um trabalho que aproxima composição, presença cênica e criação sonora.No teatro, consolidou-se como um nome de destaque na composição e direção musical para a cena, assinando trabalhos como (Um) Ensaio sobre a Cegueira, do Grupo Galpão, “Ficções” com Vera Holtz e direção do Rodrigo Portella e “Enquanto Você Voava, Eu Criava Raizes” da Cia. Dos a Deux. Começou a estudar violoncelo aos 4 anos, no Suzuki Center, na Itália. Formou-se em violoncelo erudito no Conservatório de Aosta e estudou música moderna no Liceu de Barcelona. Desde que se estabeleceu no Brasil, vem construindo uma trajetória singular em diálogo com alguns dos principais nomes da música e das artes cênicas do país.Em 2015, lançou seu primeiro disco autoral, O Canto da Madeira, celebrado pela crítica especializada como um dos destaques da música instrumental brasileira daquele ano. Em 2018, apresentou Marinheiro de Terra Firme, álbum com participação de Milton Nascimento. Segue o álbum “Crisalide” com single preste a alcançar a marca de 2 milhões de plays. Ao longo da carreira, participou de vários projetos projetos indicados e premiados ao Grammy Latino, como Guelã, e ao Grammy Awards, com o álbum Magic, de Sergio Mendes.Release do TrabalhoUma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.Ficha Técnica:DIREÇÃO: Rodrigo PortellaDIRETORES ASSISTENTES:Georgina Vila Bruch e Paulo AndréDIREÇÃO MUSICAL, TRILHA ORIGINAL E PAISAGEM SONORA: Federico PuppiCENOGRAFIA: Marcelo Alvarenga - Play ArquiteturaFIGURINO: Gilma OliveiraINTERLOCUÇÃO DRAMATÚRGICA: Bianca RamonedaILUMINAÇÃO: Rodrigo Marçal e Rodrigo PortellaADEREÇOS: Rai BentoVISAGISMO: Gabriela DominguezDESENHO SONORO, PROGRAMAÇÃO E MIXAGEM: Fábio SantosASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: Zezinho ManciniASSISTÊNCIA DE FIGURINO: Caroline MansoASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA: Vinícius BicalhoCONSTRUÇÃO CENÁRIO: Artes Cênica ProduçõesCOSTURAS: Danny MaiaFOTOS: Igor Cerqueira e Mateus LustosaREGISTRO E COBERTURA AUDIOVISUAL: Luiz Felipe FernandesCOMUNICAÇÃO: Letícia Leiva e Fernanda LaraARTE GRÁFICA: Filipe Lampejo e Rita DavisCONSULTORIA DE ACESSIBILIDADE: Oscar CapuchoOPERAÇÃO DE LUZ: Rodrigo MarçalOPERAÇÃO DE SOM: Fábio SantosTÉCNICO DE PALCO: William BililiuASSISTENTE TÉCNICO: William TelesASSISTENTE DE PRODUÇÃO:Zazá CyprianoPRODUÇÃO EXECUTIVA: Beatriz RadicchiDIREÇÃO DE PRODUÇÃO:Gilma OliveiraPRODUÇÃO:Grupo Galpão
Apr 29
1 hr 56 min

Violeta Castro é cantora, atriz e atuante como direção artística e cenográfica de espetáculos teatrais e musicais. Iniciou sua carreira profissional em 2017, como personagem e contadora de histórias em uma empresa situada em Boa Vista. Sua experiência com o teatro iniciou-se durante o Ensino Médio através de apresentações sobre a direção do professor Nonato Chacon. Atualmente trabalho como cantora e atriz profissional, e no ano de 2023 iniciou seus estudos e atuação com figurino, cenografia e visagismo de espetáculos.Release:A ópera Dido e Enéas é um projeto do grupo de canto erudito Soarr, e nasceu a partir da necessidade de fomentar a cultura da ópera na cidade de Boa Vista. A escolha do repertório se deu ao fato de a ópera ter um tempo reduzido, bem como da interessante construção da história, que gira em torno de um cenário lúdico e caricato: uma tragédia grega.Dido e Eneas conta a história da rainha de Cartago Dido, que enfrenta um luto persistente após a morte de seu esposo, e entra em um misto de desesperança e solidão até a chegada do herói troiano Eneas, que enamora-se da rainha e busca oferecer-lhe a esperança que urge através do amor. Por outro lado, há uma expectativa, proveniente das vilãs - a feiticeira Sorceress e as duas bruxas, de ver a derrocada de Cartago e a queda da rainha Dido, construindo um plano para pôr fim à sua existência.Ficha Técnica:Regência: Beany CabreraDireção vocal: Nathália Lago e Alexandra MacedoDireção Artística: Violeta CastroParceria: Orquestra sinfônica do Instituto Boa Vista de Música.
Apr 22
2 hr 34 min

Vanessa Cássia Rodrigues Silva, nome artístico Vanessa Croft, é multiartista, goiana, doutoranda no programa de Pós- Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias - (MEDIALAB UFG), mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena na linha de pesquisa em Estudos transversais em teatro, dança e direção de Arte pela Universidade Federal de Goiás, bacharel em Direção de Arte pela mesma Universidade. Também foi professora no curso de Direção de Arte e Artes Cênicas na Universidade Federal de Goiás – UFG - 2016/2017 e na Escola do Futuro em Artes Basileu França. Atuou como diretora de arte no Primeiro Festival Internacional de Ópera de Goiânia (2018), e teve seu trabalho de mestrado selecionado e exposto na Quadrienal de Praga (2023), evento dedicado à arte da cenografia no mundo.
Apr 16
2 hr 26 min

Criação Ep#204 - 03/03/2026 - Maurício Rosa e a iluminação para o espetáculo de dança "Brazil Beijo"
Mauricio Rosa é iluminador de dança, música, teatro e eventos. Atua também como técnico do Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre. Estudou elétrica no SENAI e teatro na UFRGS. Foi produtor do RS LUZ, eventos de oficinas e debates sobre iluminação artística.Release:Brazil Beijo (2018)A obra trabalha a partir da dança, das narrativas e dos hinos da tribo marroquina Gnawa, que foi exilada de Gana para o Marrocos e se estabeleceu nas montanhas do Atlas - escravos que se tornaram uma fonte de orgulho e encontraram sua liberdade pela música e pela dança. Os sons da adaptação feminina da antiga música ritual tribal (geralmente realizada pelos homens), juntamente com os ritmos brasileiros e palavras faladas em português, enfatizam um novo sentido de existência e liberdade. Música e vocais criados por bailarinos geram um leve toque de relance, liberando os grilhões do tempo, cultura, geografia e gênero.Ficha Técnica:Companhia Municipal de Dança de Porto AlegreDireção Geral : Airton TomazzoniDireção Artística: Paula AmazonasDireção Executiva: Ilza do CantoCoreografia/ Trilha Sonora: Orly PortalFigurinos: Valentina Stets e Orly PortalIluminador: Maurício RosaTécnico de Som: Marcos VazVídeo: Fernando Muniz - Moov.artFotografia: Cíntia BrachtElenco (2018): Fernando Queiroz, Mauricio Miranda, Pamela Agostini, Stephanie Cardoso, Victória Terragno.Elenco (2019): Andressa Pereira, Kleo Di Santys, Maurício Miranda, Pamela Agostini, Paula FinnLink para assistir o vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=fiwwZOv3Me0
Apr 15
1 hr 53 min

Sobre o Autor: Leônidas Soares é designer e pesquisador/professor nas áreas da visualidade cultural e cênica. Possui graduação em Design de Produto e em Design Gráfico-Visual, mestrado em Usabilidade de Interfaces Digitais e doutorado em Artes/Design Cenográfico. Idealizou, organizou e coordenou o curso de pós-graduação em Design Cenográfico na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde tambám ministra a disciplina de mesmo nome para a graduação em Design. Concluiu em 2024 o pós-doutorado em Design Cenográfico Vernacular, na Universidad Intercultural de las Nacionalidades y Pueblos Indígenas Amawtay Wasi - UINPIAW, Equador.Resumo do livro: A transformação visual resultante do diálogo estabelecido entre a luz cênica e a caracterização visual do intérprete (vestuário, maquiagem, cabelos etc.) em espetáculos ao vivo é o tema central deste livro. A busca por registrar essas transformações, especialmente no teatro e na dança, levou a uma aproximação à produção dos encenadores Adolphe Appia, Edward Gordon Craig, Loïe Fuller, Mariano Fortuny y Madrazo, Josef Svoboda, Ariane Mnouchkine, Robert Wilson e Pina Bausch.32 x 30 cm, 340 p., 2025 – ISBN 978-65-89263-80-7Link para PDF do livro:https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/283385/001239937.pdf
Apr 13
3 hr

Marina Franco é figurinista, com formação em História da Arte. Em 2026 completa 25 anos de carreira fazendo filmes, séries, peças de teatro, campanhas de moda e anúncios publicitários. É fascinada pelo poder da criação em si e vê nos ofícios do cinema, da moda e da arte uma maneira fantástica de dar forma às ideias.Em 2020 foi vencedora do troféu Grande Otelo e do 25º Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, na categoria Melhor Figurino, pelo longa-metragem A Vida Invisível.Sinopse:Baseado no livro de Martha Batalha e dirigido por Karim Aïnouz, o longa, ambientado no Rio de Janeiro dos anos 1950, gira em torno de Eurídice e sua irmã Guida, filhas de um conservador casal de portugueses que moram no Rio de Janeiro. Próximas e dedicadas uma a outra, elas acabam se separando quando Guida se apaixona por um marinheiro grego e foge com a intenção de se casar, despertando a ira do pai e deixando Eurídice sozinha com seu sonho de se tornar uma pianista profissional. Algum tempo depois, ao retornar ao Brasil grávida e desiludida, Guida é rejeitada pelo pai ainda enfurecido, que mente ao afirmar que Eurídice foi aceita em um conservatório em Viena e saiu do país, plantando na filha mais velha a sugestão de ter sido abandonada pela irmã bem-sucedida.Ficha Técnica:DIREÇÃOKarim AïnouzROTEIROMurilo Hauser, Inés Bortagaray, Karim AïnouzFOTOGRAFIAHélène LouvartDIREÇÃO DE ARTERodrigo MartirenaFIGURINOMarina FrancoMAQUIAGEMRosemary PaivaMÚSICABenedikt SchieferPRODUÇÃORodrigo Teixeira, Michael WeberDESIGN DE PRODUÇÃORodrigo MartirenaELENCOJulia Stockler, Carol Duarte, Flávia Gusmão, Antônio Fonseca, Nikolas Antunes, Maria Manoella, Flavio Bauraqui, Cristina Pereira, Marcio Vito, Gillray Coutinho, Gregório Duvivier e Fernanda Montenegro.
Mar 11
2 hr 20 min

Rodrigo Marçal é bacharel em Engenharia de Produção (FUMEC),mestrando na linha de pesquisa de Poéticas Tecnológicas (UFMG/ EBA) e formado em Teatro no centro de formação artística da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes de Belo Horizonte, Brasil.Ganhou os prêmios de melhor Iluminador Teatro Infantil do FETO - BH 2006 (“Putz, a menina que buscava o sol”) e o Usiminas SINPARC/MG de melhor iluminação em Dança de 2009 (“Dolores”– Mimulus Cia de Dança), 2010 (“Por um Fio” – Mimulus Cia de Dança), o COPASA/SINPARC de melhor iluminação Teatro Adulto 2013 (“Em louvor à vergonha – Diego Bagagal) e o Prêmio Cenym de melhoriluminação 2020("Órfãs de Dinheiro"- Inês Peixoto com direção de Eduardo Moreira). Além das indicações ao USIMINAS/SINPARC de melhor iluminação em Dança 2012 (“Entre” - Mimulus Cia de Dança) e o COPASA/SINPARC de melhor iluminação Teatro Adulto 2016 (“Ignorância” – Quatroloscinco Teatro do Comum).Atualmente é coordenador técnico do Grupo Galpão de Belo Horizonte/MG (desde 2013). Assinou a criação de luz dos espetáculos “De tempo somos”, “Cabaré Coragem” e, mais recentemente, “(Um) Ensaio sobre a Cegueira” em parceria com o diretor Rodrigo Portella. Como Lighting Manager esteve em diversos teatros do Brasil, Espanha, França, Estados Unidos, México, Colômbia, Holanda, Finlândia, Bélgica, Itália e Canadá.Fundador da PRISMA Soluções Cênicas, trabalha como Iluminador e técnico em iluminação cênica com companhias de dança, grupos de teatro, músicos, performers e artistas plásticos.Release:Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.Ficha Técnica:DIREÇÃORodrigo PortellaDIRETORES ASSISTENTESGeorgina Vila Bruch e Paulo AndréDIREÇÃO MUSICAL, TRILHA ORIGINAL E PAISAGEM SONORAFederico PuppiCENOGRAFIAMarcelo Alvarenga - Play ArquiteturaFIGURINOGilma OliveiraINTERLOCUÇÃO DRAMATÚRGICABianca RamonedaILUMINAÇÃORodrigo Marçal e Rodrigo PortellaADEREÇOSRai BentoVISAGISMOGabriela DominguezDESENHO SONORO, PROGRAMAÇÃO E MIXAGEMFábio SantosASSISTÊNCIA DE DIREÇÃOZezinho ManciniASSISTÊNCIA DE FIGURINOCaroline MansoASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIAVinícius BicalhoCONSTRUÇÃO CENÁRIOArtes Cênica ProduçõesCOSTURASDanny MaiaFOTOSIgor Cerqueira e Mateus LustosaREGISTRO E COBERTURA AUDIOVISUALLuiz Felipe FernandesCOMUNICAÇÃOLetícia Leiva e Fernanda LaraARTE GRÁFICAFilipe Lampejo e Rita DavisCONSULTORIA DE ACESSIBILIDADEOscar CapuchoOPERAÇÃO DE LUZRodrigo MarçalOPERAÇÃO DE SOMFábio SantosTÉCNICO DE PALCOWilliam BililiuASSISTENTE TÉCNICOWilliam TelesASSISTENTE DE PRODUÇÃOZazá CyprianoPRODUÇÃO EXECUTIVABeatriz RadicchiDIREÇÃO DE PRODUÇÃOGilma OliveiraPRODUÇÃOGrupo Galpão
Mar 9
2 hr 26 min

André CortezFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Ali encontra Daniela Thomas onde inicia uma parceria e também, como considera, uma continuação de sua formação. A partir de então já assinou mais de cem projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.Julio DojcsarCenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações). Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Esteve como professor especialista convidado do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp – 2019, onde ministrou entre outros projetos o curso Intervenção Urbana e Teatro. Prêmio de Melhor Cenografia festival internacional de Gazenga – Angola 2017 com o espetáculo Revolver do Coletivo Negro. Prêmio Shell de Figurino em conjunto com Silvana Marcondes – O Santo guerreiro e o Herói Desajustado – Cia São Jorge de Variedades – 2008. Osvaldo Miguel GabrieliEstudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.Renato Bolelli RebouçasDiretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.Carol BučekProfissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Desde 2015, é coordenadora de cenografia da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), tendo contribuído também para o festival Mirada desde 2010 e, mais recentemente, para a Bienal SESC de Dança. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se as óperas Macbeth e O Navio Fantasma (TMSP), Ariadne de Naxos e Os Montecchios e os Capuletos (Theatro São Pedro).Entre 2018 e 2020, atuou como professora no curso de Cenografia da EBAC e, desde 2022, coordena o curso Técnicas de Palco no Instituto de Teatro Brasileiro (ITB).
Feb 23
2 hr 42 min

Gabriel VilelaEngenheiro de áudio e professor, com formação em Engenharia Elétrica, Licenciatura em Música e graduação sanduíche em Engenharia de Sistemas Audiovisuais. Atua há mais de 15 anos em estúdio, com foco em captação, mixagem e masterização. É sócio fundador do Tempo Audiolab, estúdio voltado à pós-produção de áudio para música, cinema e artes sono-ras. Atua também como educador na área do áudio, lecionando disciplinas técnicas e de carreira ligadas à produção sonora, escuta crítica, softwares musicais e práticas de estúdio. Desenvolve pesquisas e práticas em áudio imersivo, síntese sonora e arte interativa, integrando tecnologia, criação e ensino.Audio Engineering Society (AES)A Audio Engineering Society (AES) é a principal organização profissional internacional dedicada ao avanço da do áudio em todas as suas dimensões. Fundada em 1948, a AES tem como missão promover o desenvolvimento técnico, científico e artístico do áudio, oferecendo um espaço de troca, pesquisa e inovação para profissionais da área.Reconhecida como a única sociedade profissional voltada exclusivamente para a tecnologia de áudio, a AES ocupa uma posição única na comunidade global. Reúne engenheiros, pesquisadores, artistas, fabricantes, educadores e estudantes de todo o mundo em torno de um objetivo comum: elevar os padrões da prática e do conhecimento em áudio.Desde sua fundação, a AES tornou-se uma referência global, com atuação que vai muito além da publicação de artigos científicos e do desenvolvimento de normas técnicas. A sociedade organiza grandes convenções internacionais, simpósios temáticos e encontros locais, fomentando a atualização profissional, a integração entre áreas e o surgimento de novas tecnologias. Sua contribuição é fundamental tanto para a evolução da indústria quanto para o reconhecimento do áudio como campo interdisciplinar que une ciência, arte e engenharia.
Feb 13
2 hr 48 min

Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Acre para compor essa “mesa” de diálogos. Dani MiriniArtista, pesquisadora e gestora cultural. É Artista das Artes Ajuremadas e ayahuasqueira, de Rua e Floresta Decoloniais, Cabocla Yubã. Com sólida formação acadêmica, Dani é Mestra e Doutoranda em Artes Cênicas pela UNIRIO, bacharela em Artes Visuais e graduanda em Música, com especialização em Gestão Pública da Cultura (UFAC). Dani conta que é a mente por trás do Grupo Experimental de Teatro de Rua e Floresta Vivarte, onde exerce a direção artística. Sua investigação foca na ancestralidade feminina, na cultura popular e nas artes do corpo e da voz como ferramentas de cura. Écio Rogério da CunhaAcreano, atua no Teatro e na Música desde 1979 em vários grupos, como: Grupo Brazinha, Fragmentos, Cirkistilo. Esquadrão da Vida, Orquestra de Violões de Brasília, O Barulho do Acre, Cia Visee & Versa. Em todos estes grupos, atua como ator e como diretor musical com várias dramaturgias sonoras. Em 2023 participou da exposição brasileira na Quadrienal de Praga - República Tcheca, que ganhou o Prêmio de Melhor Trabalho em Equipe. É compositor, arranjador e dramaturgo, tem 16 peças de Teatro, todas com dramaturgia sonora acentuada. Participou dos Audiovisuais Andrelino Caetano, o poeta da 6, Mauani, o silêncio de Maria, Rio Torto. É professor do ABI Teatro da Universidade Federal do Acre e é pesquisador das dramaturgias sonoras no teatro no Acre e diretor do Grupo Macaco Prego da Macaca Colorida.Marilia BomfimArte-educadora e atriz. Mestra em Artes Cênicas pela UFAC, é também especialista em Pedagogia do Lazer e Recreação no Tempo Livre pela Universidade Federal do Acre (UFAC, 1999) e em Ensino, Arte e Cultura pelo NACE/NUPAE da ECA-USP (2001), além de graduada em Pedagogia pela UFAC (2001) e licenciada em Teatro pela UAB/UNB (2011). É integrante fundadora do Grupo do Palhaço Tenorino (GPT), em Rio Branco-AC, desde 1991, onde trabalha como atriz, dramaturga e diretora teatral. Como contadora de histórias, dedica-se à valorização da tradição oral acreana, além de atuar como mediadora de oficinas para professores.Yuri Montezuma Ator, diretor e dramaturgo. Fundador da Cia Tanto de Lá Quanto de Cá. É licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e mestre em Artes – Teoria e Prática pela mesma instituição. É criador e diretor do Festival Internacional do Circuito Amazônico de Teatro (FICATE). Atualmente, desenvolve pesquisas em teatro voltadas para a vida contemporânea.
Feb 12
2 hr 22 min
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