
Os valores de comercialização da banana e da alface apresentaram redução na maioria das Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país. Na média ponderada das cotações do atacado, a fruta teve queda de 4,89%. Já a hortaliça apresentou redução de 1,94% em relação ao mês de abril, como mostra o 6º Boletim Hortigranjeiro. Divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira, a pesquisa realizada no âmbito do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) também aponta queda de 5,53% na média dos valores praticados para a maçã. Ouça o ConabCast e saiba mais sobre este cenário. Participam do episódio os analistas de mercado Aníbal Fontes e Flávia Starling. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
Jun 23
5 min

A produção brasileira de grãos está estimada em 358,6 milhões de toneladas na safra 2025/26. O volume representa um incremento de 5,7 milhões de toneladas no montante a ser colhido. Neste cenário, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mantém a expectativa de recorde para a atual safra de grãos, com destaque para o bom desempenho da soja, do milho e do sorgo, como mostra o 9º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado pela Companhia, nesta quinta-feira (11). Dentre as culturas cultivadas, a soja se destaca por apresentar incremento de 8,8 milhões de toneladas em relação ao volume obtido na safra anterior. Com a colheita praticamente finalizada, a produção no ciclo 2025/26 está estimada em 180,3 milhões de toneladas. Principal cultura cultivada na 2ª safra, o milho tem uma estimativa de produção total de 140,5 milhões de toneladas (somadas as três safras). A colheita do produto semeado na primeira safra já atinge 87,7% da área e deve atingir 29,3 milhões de toneladas. A segunda safra do cereal se encontra em fase inicial de colheita com expectativa de atingir produção de 107,9 milhões de toneladas. Já para a terceira safra do grão, o plantio está próximo do encerramento e a Companhia espera uma colheita de 3,3 milhões de toneladas. Outro produto importante na segunda safra é o algodão. A produção da pluma está estimada em cerca de 4 milhões de toneladas, redução de 2,5% em relação à safra de 2024/25 influenciada pela menor área semeada. No caso do sorgo, a colheita está estimada em 7,62 milhões de toneladas, incremento de 1,5 milhão de toneladas quando comparado com o volume obtido na safra passada. Importante produto para o mercado interno, o arroz registra colheita praticamente finalizada com estimativa de produção de 11,1 milhões de toneladas, 13,2% abaixo do volume produzido no ciclo passado. Para o feijão, a Conab espera uma colheita total, somadas as três safras do grão, próxima a 3 milhões de toneladas, o que representa uma ligeira queda de 0,5% em relação ao resultado obtido em 2024/25. Mesmo com a expectativa de menor produção para os dois alimentos, a atual estimativa garante o abastecimento no mercado interno. Dentre as culturas de inverno, destaque para o trigo. Para o atual ciclo, a Companhia prevê uma menor área destinada ao cereal, o que deve refletir em uma queda na produção, prevista em torno de 6,3 milhões de toneladas Mercado – A produção recorde de soja possibilita um ligeiro aumento nas exportações, sendo estimadas em 116,1 milhões de toneladas, além de um maior volume da oleaginosa destinado ao processamento, projetado em 61,58 milhões de toneladas. Com isso, o estoque de passagem da soja em grãos deve se estabelecer em torno de 9,2 milhões de toneladas. A Conab também realizou ajustes nas projeções do quadro de suprimentos para o milho e para o feijão. Outras informações sobre o cultivo e as condições de mercado sobre as principais culturas cultivadas no país podem ser encontradas no site da Companhia. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
Jun 11
7 min

Os preços da maçã seguem em queda nas principais Centrais de Abastecimento brasileiras. Na média ponderada do mês de abril, a fruta ficou 8,06% mais barata no atacado, como mostra o 5º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort). Divulgado nesta sexta-feira (22) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o levantamento também aponta queda de 5,94% para a média ponderada dos valores praticados para a alface, que vinham em ascensão desde novembro, e redução de 0,98% para a laranja. Ouça o ConabCast e saiba mais sobre este cenário. Participam do episódio os analistas de mercado Fernando Portela e Flávia Starling. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
May 22
4 min

A produção de café deve apresentar um crescimento de 18% na safra 2026 frente ao volume colhido na temporada passada, sendo estimada em 66,7 milhões de sacas. Caso o resultado se confirme ao final do ciclo, este será o maior já registrado na série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), superando a safra de 2020, quando foram colhidas 63,08 milhões de sacas. A área total destinada à cafeicultura deverá registrar um aumento de 3,9%, assim como a produtividade média nacional das lavouras, que também deve apresentar recuperação de 13%. Os dados fazem parte do 2º Levantamento da Safra de Café 2026, divulgado nesta quinta-feira (21) pela Companhia. Para o arábica, a Conab prevê uma produção de 45,8 milhões de sacas, aumento expressivo de 28% sobre o ano anterior e a terceira maior registrada na série histórica, atrás apenas dos resultados obtidos em 2020 e 2018. A alta é explicada pelos efeitos positivos do atual ciclo de bienalidade, o que influencia na maior área destinada à produção, aliada às condições climáticas favoráveis. No caso do conilon, a expectativa é que sejam colhidas 20,9 milhões de sacas, o que representa uma alta de 0,8% sobre a safra anterior. O crescimento é influenciado pela maior área em produção, projetada em 388,22 mil hectares, o que compensa a queda de 3,5% no desempenho médio nacional das lavouras de conilon, estimada em 53,9 sacas por hectare. Produção nos estados – Apenas em Minas Gerais, principal produtor de café no país e estado que registra a maior área destinada para o arábica, a produção é estimada em 33,4 milhões de sacas, aumento de 29,8% em comparação ao volume total produzido na safra anterior. A Conab também prevê alta na produção nos principais estados produtores de café. No Espírito Santo, segundo maior produtor do grão, a estimativa é de uma alta de 3% na produção, podendo chegar a 18 milhões de sacas. O resultado positivo é justificado pelo ciclo de alta bienalidade nas lavouras da espécie arábica com a produção prevista em 4,4 milhões de sacas. Já as lavouras de conilon, devem registrar uma colheita de 13,6 milhões de sacas, redução de 4,2%, em relação ao ano anterior. Mercado – O Brasil exportou 11,5 milhões de sacas de 60 quilos de café no acumulado de janeiro a abril de 2026, o que representa uma queda de 22,5% na comparação com igual período do ano passado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Mesmo com a queda, a perspectiva é de recuperação da exportação brasileira de café no segundo semestre do ano, favorecida pela estimativa de crescimento da produção nacional. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
May 21
6 min

A produção brasileira de grãos está estimada em 358 milhões de toneladas. O volume é 1,6% superior ao obtido na safra passada, o que representa um incremento de 5,7 milhões de toneladas no montante a ser colhido. A expectativa é de safra recorde, com destaque para o bom desempenho da soja, do milho e do sorgo, como mostra o 8º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (14). Confira mais detalhes nesta nova edição do ConabCast, que conta com a participação do presidente da Companhia, Sílvio Porto, e do gerente de Acompanhamento de Safras, Fabiano Vasconcellos.
May 14
7 min

A melhora na produtividade e a expectativa de uma maior área a ser colhida levam a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a estimar a produção de cana-de-açúcar em 709,1 milhões de toneladas na safra 2026/27. Caso se confirme, o resultado representa um aumento de 5,3% em relação à temporada anterior e a segunda maior da série histórica da Companhia, atrás apenas do volume colhido no ciclo 2023/24. Os dados estão no 1º Levantamento de Cana-de-açúcar 2026/27, divulgado nesta terça-feira (28) pela Companhia. No Sudeste, a Conab prevê uma produção de 459 milhões e 100 mil toneladas de cana-de-açúcar, 6,8% acima da safra de 2025/26. A principal região produtora de cana-de-açúcar deverá ter crescimento de 2,1% na área colhida, na produtividade média. Cenário semelhante é encontrado no Centro-Oeste, Sul e Nordeste. Na segunda maior região produtora, a área deve registrar incremento de 1,8% e a produtividade média nas lavouras também deverá crescer 1%, com uma expectativa de produção de 154 milhões e 500 mil toneladas de cana-de-açúcar. Subprodutos – A maior produção de cana reflete em uma elevação na fabricação do etanol. Nesta primeira estimativa, a Conab traz uma projeção de produção de 40,69 bilhões de litros. De acordo com o levantamento, a estimativa é de se produzir 29,26 bilhões de litros de etanol oriundo de cana-de-açúcar, aumento de 7,1%. A estimativa de produção de etanol de milho também deve crescer, com o Centro-Oeste se mantendo como a principal região produtora do combustível oriundo do cereal. Mas o Nordeste vem ganhando destaque com novas unidades de produção. Em contrapartida, a produção de açúcar deve apresentar uma leve redução de 0,5% em relação à safra anterior, projetada em 43,95 milhões de toneladas. Mercado – No primeiro levantamento da safra 2026/27, o mercado de cana-de-açúcar segue marcado por preços internacionais enfraquecidos em um contexto de crescimento da oferta mundial do adoçante, impulsionada principalmente pela recuperação de grandes origens produtoras, como Índia e Tailândia, além da manutenção de elevada disponibilidade do produto brasileiro. Para o biocombustível, o quadro de mercado permanece relativamente mais firme. Para a safra 2026/27, a expectativa de maior produção de etanol, somada à continuidade da expansão do etanol de milho, reforça a perspectiva de abastecimento confortável, embora a formação de preços continue condicionada ao comportamento dos combustíveis fósseis. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
Apr 28
6 min

Os preços da maçã praticados no atacado tiveram redução de 8,89% na média ponderada no último mês nas principais Centrais de Abastecimento do país. É o que mostra o 4º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Companhia Nacional de Abastecimento. A queda é influenciada pela maior oferta do produto no mercado diante da intensificação da colheita tanto da variedade gala, como da fuji. Além da maçã, laranja e mamão também registraram queda nos preços. No mercado da laranja, a redução de 2% na média ponderada das cotações foi verificada mesmo com o registro da proximidade do fim da safra no cinturão citrícola durante o mês de março. Já para o mamão, a Conab verificou queda nos valores de comercialização em várias localidades devido ao aumento da quantidade ofertada da variedade papaya, em especial a fruta com origem no norte capixaba e no sul baiano, e estabilidade oferta do formosa. Já banana e melancia tiveram elevação nos preços na média ponderada. Para o mercado da banana, as cotações subiram na maioria das Ceasas, com a alta de 10,56% na média ponderada mensal. No caso da melancia, o movimento na maior parte das Ceasas foi de elevação tanto dos preços quanto da oferta, com o preço registrando alta de 10,81% na média ponderada ao final do último mês. Hortaliças – A alface voltou a registrar alta em março, mantendo a tendência observada desde novembro. Na média ponderada a elevação ficou em 4,93%. O preço da batata também apresentou alta, chegando a uma variação positiva de 18,99% na média ponderada. A elevação foi influenciada principalmente pelos menores envios do produto oriundos do Paraná (-22,1%) e da Bahia (-42,4%). No caso do tomate a alta foi mais expressiva, chegando a 38,83% na média ponderada. Esse aumento nos preços é explicado pelo esgotamento das áreas em ponto de colheita, fazendo com que a oferta atual se mantenha em níveis inferiores aos observados no final de 2025, o que tem pressionado os preços para cima. Exportações – De janeiro a março de 2026, o volume total enviado ao exterior foi de 337 mil toneladas, alta de 12% em relação ao primeiro trimestre de 2025, e o faturamento foi de U$S 378,5 milhões, superior em 18% em relação ao mesmo período do ano anterior, como indicam os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Destaque – Nesta edição, a seção Destaques das Ceasas aborda a importância da Conab e das Ceasas como incubadoras de capacitação de agricultores familiares no acesso integral a mercados, abrindo oportunidades e criando boas expectativas. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
Apr 24
5 min

A produção de cana-de-açúcar no país está estimada em 673,2 milhões de toneladas na safra 2025/26, o que representa uma redução de 0,5% em relação à temporada anterior, como mostra o 4º Levantamento da Safra de Cana-de-açúcar no ciclo 2025/26. Divulgado nesta sexta-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o documento ainda mostra que, mesmo com a queda, o país registra maior fabricação de etanol total e 2ª maior produção de açúcar na série da Conab. A fabricação do combustível deve atingir 37,5 bilhões de litros, somando as origens cana-de-açúcar e milho, aumento de 0,8% em relação à safra passada. A alta é influenciada pela maior produção do etanol de milho. O combustível com origem no cereal registra incremento de 29,8% em relação à safra passada, e é avaliado atualmente em 10,17 bilhões de litros. Já o etanol produzido a partir da cana-de-açúcar está estimado em 27,33 bilhões de litros, redução de 6,9% em comparação ao ciclo 2024/25. A produção de açúcar, por sua vez, é estimada em 44,2 milhões de toneladas, um leve reajuste positivo de 0,1% em relação à safra anterior. Esta é a segunda maior fabricação do produto já registrada na série histórica da Companhia, perdendo apenas para a safra de 2023/24. Cenário agrícola – A queda na safra da cana é influenciada pela diminuição da produtividade média nacional diante das condições climáticas desfavoráveis registradas durante as fases de desenvolvimento das lavouras após a colheita em 2024, principalmente na Região Centro-Sul. A perda registrada foi compensada, em parte, pelo aumento da área destinada à colheita nesta safra. Para o Sudeste, principal região produtora de cana-de-açúcar do país, a Conab estima uma produção de 430,1 milhões de toneladas, queda de 2,2% em relação à safra anterior. Essa diminuição é atribuída às condições climáticas adversas registradas em 2024. As regiões Norte e Nordeste também registram menor produção na safra 2025/26. No Norte, as condições climáticas mais restritivas resultaram em redução na colheita, totalizando 3,8 milhões de toneladas. Já a produção do Nordeste é estimada em 53,3 milhões de toneladas, redução de 2% em relação à safra passada. Mercado – Na safra 2025/26, a Conab verificou o maior direcionamento da cana para a fabricação de açúcar, que contribuiu para sustentar a produção do adoçante, ao passo que a produção total de etanol registrou retração em relação ao ciclo anterior, porém contrabalançada pelo avanço da produção do combustível a partir do milho. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
Apr 17
6 min

A produção de grãos na safra 2025/26 pode chegar a 356,3 milhões de toneladas. Os dados estão no 7º Levantamento de Grãos para o atual ciclo, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume estimado representa um incremento de 4,1 milhões de toneladas em relação à temporada de 2024/25. Caso o resultado se confirme, este será um novo recorde no volume a ser colhido pelos produtores brasileiros. A Conab prevê uma nova produção recorde para a soja, sendo estimada em 179,2 milhões de toneladas. Mesmo com importantes estados produtores de soja apresentando um desempenho médio inferior ao registrado no ciclo passado, a produtividade média nacional das lavouras da oleaginosa foi a melhor já registrada, projetadas neste ciclo em 3.696 quilos por hectares. Para o milho, segundo cultura mais cultivada no país, a Conab espera uma produção total de 139,6 milhões de toneladas, representando recuo de 1,1% em relação ao ciclo anterior. Enquanto que o cultivo da primeira safra do grão registrou uma elevação na área, estimada em 4,1 milhões de hectares, refletindo em uma alta da produção, podendo chegar a 28 milhões de toneladas; na segunda safra do cereal a colheita está prevista em 109,1 milhões de toneladas, redução de 3,6% em relação ao volume obtido na temporada 2024/25. De acordo com o levantamento da Conab, também é esperada uma menor produção de arroz, resultado atribuído, principalmente, à redução de 13,1% na área de plantio, aliada às condições climáticas menos favoráveis em algumas lavouras. Na atual safra, a produção está estimada em 11,1 milhões de toneladas. Assim como o arroz, a produção total de feijão indica uma queda de 5,2%, quando comparada com a safra anterior, com uma produção de 2,9 milhões de toneladas. Mesmo com as reduções, o volume estimado para a colheita na safra 2025/26 assegura o abastecimento interno. Para o algodão, a expectativa é de uma colheita de 3,8 milhões de toneladas de pluma, redução de 5,8% em relação ao ciclo anterior, reflexo de uma diminuição de 2,1% na área plantada, estimada em 2 milhões de hectares. Até o período da pesquisa, as condições climáticas foram favoráveis, e as lavouras apresentavam um bom desenvolvimento. Mercado – Neste levantamento, a Companhia ajustou as estimativas para o estoque de passagem de milho, uma vez que a produção total do cereal foi reajustada para 139,6 milhões de toneladas. Com isso, a nova expectativa é de um volume de 12,8 milhões de toneladas ao final de janeiro de 2027. As exportações seguem previstas em 46,5 milhões de toneladas, enquanto que o consumo interno teve uma leve variação sendo estimado em 96,5 milhões de toneladas. As informações completas sobre as principais culturas cultivadas no país com as condições de mercados dos produtos estão no 7º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, publicado no Portal da Conab. Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ [email protected]
Apr 14
6 min

As frutas mais comercializadas nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país ficaram mais baratas no último mês, como mostra o 3º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort). Ainda de acordo com o levantamento divulgado nesta quinta-feira (26) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as cotações praticadas para cebola e cenoura também acompanharam o movimento de queda. A maior redução foi verificada para a banana, com preços na média ponderada de fevereiro 11,16% inferiores aos praticados em janeiro. A diminuição foi registrada mesmo com o retorno das aulas. O impacto da demanda sobre os preços não foi mais intenso devido ao volume de banana adquirido no terço final do mês. A Conab também identificou queda para a maçã, chegando a uma variação negativa de 10,32% na média ponderada. Os menores preços no atacado refletem a maior oferta da fruta. No mercado do mamão, a Companhia verificou uma menor oferta da variedade papaya, enquanto que o formosa apresentou preços mais baixos e oferta mais elevada, contribuindo para que os preços ficassem 7,52% mais baixos no último mês. Para a melancia, a redução registrada foi de menor intensidade, chegando a 3,72% na média ponderada das cotações. No caso da laranja, a maior parte das Ceasas do Sudeste apresentou queda na comercialização e do consumo. Ainda assim os preços se mostraram dentro de uma estabilidade, com uma ligeira queda de 0,06% na média ponderada. Hortaliças – Dentre as hortaliças analisadas, foi identificada uma nova queda nos preços para a cebola. Na média ponderada, o recuo foi de 5,52% em relação à média de janeiro, influenciado pela menor qualidade do produto. Queda também para a cenoura. A redução foi pequena, de apenas 1,23% na média ponderada em relação a janeiro. Já a alface, o tomate e a batata ficaram mais caros no atacado no último mês. No caso da folhosa, a elevação foi de apenas 2,02%. A oferta total nas onze Ceasas analisadas apresentou decréscimo de 7% em relação a janeiro. Essa variação negativa refletiu-se nos preços, contribuindo para a alta da média. O tomate também voltou a registrar alta em fevereiro. No mês analisado, a elevação foi de 5,20%, diante de uma menor oferta do produto nas Ceasas analisadas. A batata, por sua vez, teve alta de preços na maioria das Ceasas analisadas de 11,72% na média ponderada. As chuvas frequentes ao longo do mês afetaram o ritmo de colheita, refletindo diretamente na oferta. Exportações – Em fevereiro de 2026, o volume total enviado ao exterior foi de 218 mil toneladas, alta de 1% em relação ao primeiro bimestre de 2025, e o faturamento foi de U$S 237,7 milhões, superior em 4,4% em relação ao mesmo mês de 2025, como indicam os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Mar 26
6 min
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