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CNN Money é o podcast que ajuda você a tomar as melhores decisões. De segunda a sexta pela manhã, Thais Herédia e Priscila Yazbek apresentam um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo. 
Após decisões de juros, BC e Fed sobem tom e reforçam combate à inflação
Em uma semana de mais de dez decisões sobre política monetária em bancos centrais ao redor do mundo, os movimentos de elevação de juros seguem nos holofotes. Aqui no Brasil, o Banco Central (BC) saiu na frente em março do ano passado e já ensaia um encerramento do ciclo de altas. Na decisão da última quarta, optou por manter a taxa Selic inalterada em 13,75% ao ano, embora a decisão não tenha sido unânime: dois diretores votaram por fazer uma última alta em 0,25 p.p. para, aí, sim, interromper o ciclo.  Apesar de soar como uma boa notícia, o BC fez uma série de ressalvas em comunicado que sucedeu a reunião. O Fed, nos Estados Unidos, também fez um movimento semelhante: a alta de 0,75 p.p. em reunião não surpreendeu, mas a coletiva com o chair-man Jerome Powell, sim. Nela, ele subiu o tom, remetendo ao discurso agressivo de Jackson Hole, e alertou que o BC norte-americano continuará a fazer novas altas para conter a escalada inflacionária. Segundo análises dos dirigentes do Fed, é possível que o ciclo se encerre em 2023, com os juros beirando 4,6% ao ano. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.  
Sep 22, 2022
18 min
Mercado age com cautela nesta "super-quarta", à espera de decisões do Fed e BC
A super quarta-feira chegou, e parece que a ansiedade dos mercados não vai ser reduzida tão cedo. As expectativas para as decisões do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e do Banco Central (BC) brasileiro vivem no campo da probabilidade, embora investidores já trabalhem com pessimismo no horizonte. No Brasil, o mais provável, segundo analistas de mercado, é que o Comitê de Política Monetária (Copom) pare de subir os juros e encerre o maior ciclo de elevação da Taxa Selic desde 1999. Se a escolha for de realmente estacionar nos 13,75% ao ano, o BC terá que usar a comunicação para manter o mercado na direção desejada e ancorar as expectativas. São duas palavrinhas mágicas aqui: vigilância e permanência. É possível que uma pequena alta, de 0,25 p.p., reforce o recado.  Nos Estados Unidos, por outro lado, o ritmo é de aceleração da taxa de juros. A incerteza não está mais no que o Fed deve fazer nesta quarta, mas a quando é que será o ponto final do ciclo de aperto monetário, que começou muito depois do brasileiro.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 21, 2022
19 min
De olho nas decisões de juros no mundo, volatilidade das Bolsas é foco da semana
O sobe e desce das Bolsas será particularmente observado durante os próximos dias. Em semana de decisões de juros pelo mundo, da Suíça à África do Sul, os mercados já precificam as prováveis subidas nas taxas de referência, divididos apenas sobre o quão agressivo será o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). Na segunda-feira (19), Wall Street até chegou a fechar em alta, mas os futuros americanos logo viraram para queda nesta terça, em mais um típico dia do ano de 2022 em que os alívios são temporários e a tendência, de baixa. Na Europa, o dado de inflação ao produtor na Alemanha, em 45,8% na comparação anual, reforça a tese que ronda o mercado: a de que a inflação galopante será tratada com o remédio amargo das altas nos juros. Na Ásia, as bolsas fecharam em alta, seguindo Wall Street. Já o Brasil, assim como o resto do mundo, segue de olho no movimento que o Fed deve fazer na reunião desta quarta-feira, enquanto lida com as pressões que o debate político exerce sobre o mercado. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 20, 2022
17 min
Mercados se preparam para decisões de juros dos principais BCs do mundo
A semana começa com os mercados de olho nas decisões dos principais bancos centrais do mundo sobre as taxas de juros. A quarta-feira, apelidada de "super-quarta", reserva reuniões de política monetária do Federal Reserve System (Fed, o banco central norte-americano) e do Banco Central (BC) daqui. A expectativa é que, nos Estados Unidos, o Fed eleve a taxa de juros de referência em 0,75 p.p., embora tenha quem espere um movimento mais agressivo, de 1 p.p., frente aos dados de inflação que vieram acima do esperado na semana passada.  Já no Brasil, a grande maioria dos analistas ouvidos pelo mercado aposta na manutenção da taxa Selic em 13,75%. Na quinta-feira, enquanto digerem as decisões do dia anterior, os mercados também se voltam para Japão e Reino Unido. Enquanto o banco central japonês deve manter a taxa de juros em patamar negativo, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) já ensaia um movimento de elevação em 0,50 p.p., a 2,25%. O episódio desta segunda-feira trata das expectativas para as decisões dos Bancos Centrais e o que o futuro reserva para a dinâmica dos mercados. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 19, 2022
16 min
Dados de atividade global fazem otimismo sair de cena; FMI alerta para recessão
O mercado financeiro sempre funcionou como uma espécie de termômetro da economia, em tentativa de antecipar o que está por vir. A alta volatilidade das bolsas, presente já há algum tempo no noticiário, pode causar a pergunta: o termômetro quebrou ou é o mercado que está lendo errado a temperatura? Os dados de atividade norte-americanos, chineses e europeus colocam uma terceira hipótese à mesa: talvez o termômetro estivesse funcionando, e a leitura, correta, mas investidores decidiram apostar contra ele.  Na quinta-feira (15), tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) quanto o Banco Mundial emitiram alertas sobre essa postura de quem nada contra a maré. O pessimismo voltou de vez, conforme as autoridades concordaram que os riscos de queda da economia global continuam a dominar as perspectivas e que alguns países perigam entrar em recessão em 2023. O episódio desta sexta trata das expectativas para as decisões dos Bancos Centrais e o que o futuro reserva para a economia global. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 16, 2022
20 min
Inflação ao produtor nos EUA alivia mercados; encontro Rússia-China é destaque
Depois de baqueados pela alta da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, os mercados tiveram um certo alívio com a divulgação, na última quarta-feira (14), do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês). O dado veio dentro do esperado ao mostrar uma queda de 0,1% em agosto, reforçando o ritmo -- embora ainda tímido -- de recuperação das bolsas. Esta quinta-feira reserva a divulgação de outros dois importantes componentes da economia norte-americana: os dados de atividade da indústria e do varejo. Pela manhã, as bolsas europeias abriram em alta, seguindo o tom positivo de Wall Street, e os futuros americanos operavam com certa estabilidade. Na Ásia, porém, os mercados fecharam mistos, de olho em medidas de estímulo na China anunciadas por Xi Jinping e no encontro do líder chinês com o presidente russo Vladimir Putin. O grande foco do dia, aliás, está no que sairá do encontro que ocorre nesta quinta no Uzbequistão, o primeiro desde que Moscou enviou tropas à Ucrânia no início deste ano. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 15, 2022
20 min
Inflação ao consumidor nos EUA joga balde de água fria no mercado internacional
Os dados de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, divulgados na última terça-feira (13), caíram como um balde de água fria no mercado financeiro.  A alta de 0,1% do indicador surpreendeu os investidores, que alimentavam algum otimismo quanto a um possível arrefecimento da inflação norte-americana. A expectativa era de queda de 0,1%, elevando as apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) seja mais agressivo na reunião de política monetária da próxima semana. É esperado que a taxa de juros suba em 0,75 p.p., embora alguns economistas mais pessimistas já falem em alta de 1 p.p. Com a divulgação do dado da inflação ao produtor norte-americano, o PPI na sigla em inglês, -- divulgado nesta quarta-feira (14) -- deve haver alguma calibragem quanto às expectativas sobre os juros por lá. Em resposta à surpresa negativa, terça-feira marcou um dos piores dias em Wall Street em dois anos. Ásia seguiu o tom negativo, e Europa ensaia recuperação. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 14, 2022
14 min
Economia brasileira tem onda de revisões; dado de inflação nos EUA é foco do dia
Segue ocorrendo uma onda de revisões para a economia brasileira. O último Boletim Focus, divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central (BC), mostrou que as previsões para a taxa de inflação e para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) estão melhores tanto para este ano, quanto para o próximo. O movimento para ambos os anos, porém, se dá com intensidades de desempenho muito diferentes. Enquanto 2022 vê uma série de incentivos para afastar o mau tempo, ainda surfando na reabertura econômica, 2023 já tem um cenário muito mais incerto -- tanto pela manutenção da taxa Selic em patamares altos, quanto pelas turbulências do mercado internacional.  O dado mais importante do dia é a inflação ao consumidor dos Estados Unidos, que, segundo especialistas, pode indicar que a elevação no custo de vida da maior economia do mundo pode ter atingido um pico. Se isso se provar verdadeiro, é presumível que uma série de novas revisões pode estar no horizonte. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 13, 2022
11 min
Mercados abrem semana em tom de otimismo, de olho em dados de inflação dos EUA
Esta segunda-feira (12) abre uma semana importante para o mercado financeiro. Dois dados de inflação dos Estados Unidos devem ser divulgados na terça e na quarta-feira: respectivamente, o CPI, que mede os preços ao consumidor, e o PPI, os preços ao produtor. Segundo projeções do mercado, ambos os índices devem apresentar uma leve queda de 0,1% em agosto, o que renova a esperança de que a inflação nos EUA tenha atingido um pico.  Com isso em mente, o mercado financeiro pode voltar a esperar uma suavização por parte do Federal Reserve quanto aos juros. A expectativa, porém, é que a autoridade monetária eleve a taxa de referência em 0,75 p.p. em reunião na próxima semana. Ao mesmo tempo, os dados de inflação dessa semana podem recalibrar a visão do mercado e reviver apostas de um aumento menor, na casa de 0,5 p.p Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 12, 2022
14 min
Como auxílio de R$ 800 e transição da coroa no Reino Unido impactam mercados
A 23 dias das eleições, o país entra no momento do "quem dá mais" no leilão das promessas eleitorais. Na sua propaganda eleitoral anunciada na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que vai pagar R$ 800 reais a quem for beneficiário do Auxílio Brasil e conseguir um emprego. A promessa é manter o benefício para complementar o salário. Bolsonaro reage a Lula, que prometeu pagar o auxílio de R$ 600 com R$ 150 a mais por criança das famílias contempladas. O problema das propostas no que diz respeito à parte prática, ou seja, de como pagar, é que nem o benefício de R$ 600 existe oficialmente no orçamento federal do ano que vem. Para garantir o valor maior do benefício, o próximo governo terá que apresentar uma política fiscal muito sólida para convencer a sociedade de que o país para de pé com um cavalo de pau nas contas públicas. O CNN Money desta sexta-feira (9) também fala da morte da rainha Elizabeth e a transição para uma nova era no Reino Unido, que enfrenta a pior crise econômica em décadas. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Sep 9, 2022
19 min
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