
Os principais Bancos Centrais do mundo mantiveram as taxas de juros estáveis em meio à elevada incerteza causada pelo conflito no sudoeste asiático, que já eleva o petróleo a mais de USD 110 por barril. O viés de alta para a inflação global reduz o espaço para as autoridades monetárias seguirem com os processos de flexibilização dos juros. Os efeitos de longo prazo dependerão da duração do conflito e por quanto tempo o petróleo permanecerá acima de USD 100 dólares. No Brasil, a abertura intensa dos juros desde o começo de março levou o Tesouro Nacional a recomprar títulos, o que segurou parte da performance da renda fixa brasileira. A decisão do Copom de cortar os juros em 25 bps veio conjunta a uma comunicação mais dovish, que sinaliza a disposição do Comitê de seguir calibrando os juros ao longo deste ano. Nesta semana, acompanhamos a Ata do Copom e o IPCA-15 no Brasil.
Mar 23
11 min

O petróleo fechou a semana acima dos USD 100 com a perspectiva de piora na guerra de EUA-Israel contra o Irã. Com isso, ativos de risco no mundo todo tiveram performances negativas, tal como registraram abertura nas curvas de juros. Nos EUA, o PCE veio mais forte que o esperado e o PIB decepcionou.No Brasil, as expectativas para o ciclo de cortes da Selic foram intensamente revisadas com a piora no cenário inflacionário a frente, pressionado pelo IPCA mais forte em fevereiro, tal como por uma potencial recuperação da atividade no 1T26. Nesta semana, acompanhamos as decisões e comunicações da política monetária dos principais bancos centrais do mundo.
Mar 16
11 min

Os ativos globais sofreram com a onda de aversão ao risco motivada pelo conflito no Oriente Médio. O barril do petróleo Brent chegou a bater a marca de USD 119 com a perspectiva de que a guerra seguirá por mais tempo. Nos EUA, o mercado de trabalho decepcionou. No Brasil, os dados do CAGED e da PNAD não pressionaram a conjuntura em nenhuma direção específica. Ficamos vigilantes para compreender os impactos dos desenvolvimentos geopolíticos sobre a postura do Copom. Na semana que vem, acompanhamos dados de inflação nos EUA e no Brasil, além dos desdobramentos do conflito.
Mar 9
11 min

No resumo mensal de fevereiro, nosso time de pesquisa e alocação apresenta uma análise completa dos principais movimentos dos mercados globais, com destaque para o impacto do conflito entre Estados Unidos e Irã, a valorização dos mercados emergentes e a boa performance dos ativos brasileiros. Também abordamos as dinâmicas de fluxo estrangeiro, comportamento das bolsas internacionais e as perspectivas para juros, inflação e atividade econômica.O episódio traz ainda uma reflexão aprofundada sobre os avanços recentes em inteligência artificial, seus potenciais efeitos sobre produtividade e mercado de trabalho, além dos desdobramentos geopolíticos que influenciam preços de energia e o humor dos investidores. Um panorama conciso e objetivo para orientar decisões no cenário atual.
Mar 6
16 min

Os mercados internacionais se ajustam após um fim de semana marcado pelos ataques dos EUA e Israel contra o Irã, seguidos de uma ampla escalada de um conflito após semanas de tensão e negociações fracassadas. No Brasil, o IPCA-15 assustou por seu headline pressionado. Além disso, o cenário eleitoral continuou reforçando a expectativa por uma corrida acirrada à presidência. Na semana que vem, acompanhamos os dados de mercado de trabalho e a evolução dos ativos nos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Mar 2
9 min

O cenário externo foi marcado pela determinação da Suprema Corte nos EUA de que as tarifas de Trump são ilegais. Discutimos, também, a divulgação do PIB do 4T25 e do mais recente PCE. No Brasil, as festividades de carnaval movimentaram o cenário da corrida eleitoral de 2026. O Banco Central divulgou o IBC-Br de dezembro. Na semana que vem, cobrimos as divulgações do IPCA-15 e CAGED no Brasil.
Feb 23
15 min

No cenário externo, houve continuidade da tendência de valorização dos ativos de risco internacionais, especialmente de mercados emergentes. A divulgação de um dado mais fraco que o esperado sobre o mercado de trabalho não modificou o cenário prospectivo de forma relevante, uma vez que o mercado já precifica de dois a três cortes de juros em 2026. No Brasil, a ata do Copom reforçou o forward guidance de que haverá corte na Selic em março e trouxe uma avaliação benigna da conjuntura econômica brasileira. Movimentações na composição da diretoria do Banco Central fizeram preços na curva de juros. Na semana que vem, falamos sobre as divulgações do IPCA, PMS e PMC no Brasil; também, trataremos do Payroll e CPI nos EUA.
Feb 9
14 min

A tradicional super-quarta não trouxe surpresas nas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, mas mudanças importantes na comunicação e sinalizações futuras.Donald Trump anuncia novo presidente do FED e interrompe rali das commodities metálicas, com maior queda do Ouro em mais de uma década.
Feb 2
9 min

No acumulado de 2026, a bolsa brasileira acumula entra líquida de R$ 12,3 bilhões, aproximadamente 50% do saldo de 2025. Tesões geopolíticas sustentam esse bom momento para emergentes. Nessa semana teremos a tradicional Super Quarta, com decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos, além de indicadores econômicos importantes que deverão movimentar o mercado.
Jan 26
7 min

No cenário internacional, persistência da instabilidade geopolítica, agora com a possível anexação norte-americana da Groelândia. Ativos brasileiros sustentam performance pelo fluxo estrangeiro, mas corrida eleitoral continua no radar.www.ghiamfo.com.br
Jan 19
7 min
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