
Saudações, sejam bem-vind@s a mais um episódio do ÁudioPaper, nosso podcast de narração de papers filosóficos. Nesse sexto episódio apresentamos o paper #NICOLAU, M. F. A. A divisão da Ciência da Natureza na Enciclopédia Filosófica para Classe Superior (1808 s.). In: Revista Eletrônica de Estudos Hegelianos, ano 6, n. 11, p. 125-133, Dezembro 2009. Disponível em: http://ojs.hegelbrasil.org/index.php/reh/article/view/105#. O paper visa compreender a proposta de sistema que Hegel possuía em seu período em Nuremberg, tempo em que era reitor e professor do Ginásio municipal (1808-1816), do qual dispomos da Propedêutica Filosófica, que se trata dos cadernos originais, utilizados pelo filósofo em seu ensino de filosofia durante o período de 1808 à 1811, textos que não constituem um escrito orgânico mas um conjunto de textos de circunstância, nos quais Hegel se entrega à difícil tarefa de abrir à filosofia as mentes juvenis, acabando por nos dar uma verdadeira síntese de seu sistema, em uma pedagogia tentativamente simples e direta. Nessa compilação encontramos sua Enciclopédia Filosófica para Classe Superior, que nos fornece uma Ciência da Natureza, segundo momento do sistema, que traz a Matemática, e não a Mecânica como encontramos na Enciclopédia berlinense, como primeira seção. Nessa divisão, que também será a da versão heidelberguiana, a Mecânica faz parte da segunda seção, a Física Inorgânica. Assim, cabe-nos saber: por que Hegel deixa essa divisão? Buscaremos compreender esta questão e qual o lugar da matemática no sistema de Hegel. Para maiores informações sobre nossas atividades acadêmicas acessem《www.marcosfabionuva.wordpress.com》. Cordial abraço.
Sep 20, 2020
23 min

Saudações, sejam bem-vind@s a mais um episódio do ÁudioPaper, nosso podcast de narração de papers filosóficos. Nesse quinto episódio apresentamos o paper #NICOLAU, M. F. A. Sobre o começo triádico da Lógica Hegeliana: o Ser, o Nada, o Devir. In: Revista Contradictio, v. 3, n. 1, p. 57-65, 2011. disponível em: https://revistas.ufpr.br/contradictio/article/view/22779#. O paper trata da recusa hegeliana a todo Absoluto intuído ou posto irrefletidamente, que exigiu a elaboração de um sistema filosófico inteligível e discursivo do princípio ao fim. A ideia daí decorrente é que a possibilidade de inteligibilidade deste Absoluto é correlata à possibilidade de sua exposição. Ou seja, a necessidade a ele inerente, que precisa produzir seus próprios conteúdos, exteriorizando-se e ao mesmo tempo reconhecendo sua identidade consigo mesmo, provando a necessidade do começo na efetivação de um sistema da ciência que tem por base um projeto de uma ciência da lógica fundadora da própria ciência em si mesma. Assim, o desenvolver de um princípio primeiro-último especulativo, na filosofia hegeliana, marca o papel inequívoco de mediador, no sentido de liberar o sistema de métodos e propostas exteriores e contingentes que ainda o condicionam. O resultado disso é que, na Ciência da Lógica, a pressuposição de um começo imediato e vazio do sistema científico-filosófico das categorias do Absoluto, e o discurso metodológico pelo qual ele se expõe, precisam ser descritos e explicados, devido justamente ao caráter incondicional do pensamento puro, no qual se estruturam as bases para o dito sistema. Para maiores informações sobre nossas atividades acadêmicas acessem《www.marcosfabionuva.wordpress.com》. Cordial abraço.
Aug 12, 2020
26 min

Saudações, sejam bem-vind@s ao quarto episódio do ÁudioPaper, nosso podcast de narração de papers filosóficos. Nesse episódio apresentamos o paper # NICOLAU, M. F. A. "A Ciência da Lógica no sistema hegeliano". In: Revista Kínesis, v. 2, n. 3, p. 144-156, Abril/2010. Disponível em: 《https://www2.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/4342》#. No paper apresentamos que com a Ciência da Lógica Hegel propôs uma série de encadeamentos categoriais que expressam o próprio movimento do real. A filosofia nada mais seria senão a compreensão desse processo de auto-exposição, que significa também uma autoapresentação do absoluto. Tal processo consistiria em uma exposição de categorias, seqüencialmente progressivas, que vão da indeterminação primeira de ser/nada até a completude da idéia absoluta. Buscaremos apresentar como o idealismo absoluto hegeliano prova sua tese de que o mundo é racional e que estas categorias apresentadas são, não apenas categorias do pensar, mas categorias do ser. Para maiores informações sobre nossas atividades acadêmicas acessem《www.marcosfabionuva.wordpress.com》. Cordial abraço.
Jul 20, 2020
29 min

Saudações, sejam bem-vind@s ao terceiro episódio do ÁudioPaper, nosso podcast de narração de papers filosóficos. Nesse episódio apresentamos o paper #NICOLAU, M. F. A. "O movimento dialético na introdução ao sistema da ciência - O prefácio à Fenomenologia do Espírito". In: CHAGAS, E. F.; UTZ, K.; OLIVEIRA, J. W. J. (Orgs.) Comemoração aos 200 anos da Fenomelogia do Espírito de Hegel. Fortaleza: Edições UFC, 2007. Disponível em: 《http://www.editora.ufc.br/catalogo/26-filosofia/217-comemoracao-aos-200-anos-da-fenomenologia-do-espirito-de-hegel》#. Foi no outono de 1806 que Hegel concluiu a última parte da Fenomenologia do Espírito. Napoleão, com suas tropas, estava às portas de Jena, onde Hegel morava na época. O filósofo alemão terminou de escrever este livro, portanto, "sob o trovão dos canhões", segundo afirma um de seus alunos. Com a publicação da obra no ano seguinte, 1807, a filosofia não seria a mesma no mundo. Para maiores informações sobre nossas atividades acadêmicas acessem《www.marcosfabionuva.wordpress.com》. Cordial abraço.
Jul 7, 2020
36 min

Saudações, sejam bem-vind@s ao segundo episódio do ÁudioPaper, nosso podcast de narração de papers filosóficos. Nesse episódio apresentamos o paper #NICOLAU, M. F. A. "Método e Ato Filosófico em Hegel". In: Revista Dialectus, n. 2, p. 8-20, jan-jun/2013. Disponível em: 《https://doi.org/10.30611/2013n2id5114》#. No paper apresentamos a tarefa, aparentemente irrecusável à filosofia, de buscar a união entre o método do conhecimento e o conteúdo ao qual se aplica, a partir de um sistema que almejou ser capaz de se autofundar e justificar, doando bases sólidas não somente a si, mas a toda e qualquer ciência. Para Hegel, o ser e o pensar trazem imanente a si mesmos o elemento da contradição, a negação determinada. Por isso, o método dialético hegeliano não é, de forma nenhuma, diferente de seu conteúdo, pois é o conteúdo em si mesmo, ou o ato filosófico de apreender a estrutura e o desenvolvimento da própria Ideia Absoluta no real.
Para maiores informações sobre nossas atividades acadêmicas acessem《www.marcosfabionuva.wordpress.com》. Cordial abraço.
Jun 27, 2020
30 min

Saudações, esse é o primeiro episódio do ÁudioPaper, nosso podcast de narração de papers filosóficos. Nesse episódio vamos apresentar o paper #NICOLAU, M. F. A. Os pressupostos da dialética hegeliana. In: Voos - Revista Polidisciplinar Eletrônica, v. 1, n. 1, pág. 122-134, Jun/2009 [disponível em http://www.revistavoos.com.br/seer/index.php/voos/article/view/12]#. O paper busca os pressupostos da dialética hegeliana, que, embora esteja em diálogo constante com a tradição, não é um método dialógico, uma “arte do diálogo” que busca demonstrar uma tese mediante uma argumentação capaz de definir e distinguir com clareza os conceitos envolvidos na discussão, como fora pensada por Aristóteles e pelos medievais. A dialética hegeliana não é, de forma nenhuma, diferente de seu conteúdo, pois ela é o conteúdo em si mesmo, a estrutura e o desenvolvimento do próprio ser. Para maiores informações sobre nossas atividades acesse: https://marcosfabionuva.wordpress.com/. Cordial abraço!
Jun 16, 2020
29 min
