Appleton Podcast
Appleton Podcast
Appleton Associação Cultural
No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas. Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto. Concepção e edição: Vera Appleton Produção: Appleton Associação Cultural Créditos introdução: Voz-Vera Appleton Flauta e órgão – David Maranha Guitarra – Manuel Mota Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7) Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 103 - "Get Back - Haze" - Conversa com Vera Mota
Vera Mota (1982) vive e trabalha no Porto. É licenciada em Artes Plásticas – Escultura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2000-2005) e Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição (2006-2008), tendo concluído o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica no Fórum Dança, Lisboa (2005-2006).Com apresentações públicas regulares desde 2003, destacam-se entre as exposições individuais mais recentes, SEM CORPO/DISEMBODIED, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, From within the midst of things, L21 Gallery, Palma (ES), 2022; Ventriloquismo, Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021; Levar a cabeça aos pés, Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2018. Destaca-se ainda a apresentação da performance Curva Contínua no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto; Head, EVA international Ireland’s Biennial, Limerick (IE), 2018; What is the color when black is burned?, SESC Belenzinho, São Paulo, (BR), 2014. Em 2012 apresentou SCHEMA na Appleton Square.A sua obra está representada na Coleção de arte contemporânea do estado Português; Coleção António Cachola - MACE, Elvas; Coleção Ilídio Pinho, Porto; Centro de Arte Oliva - Coleção Norlinda e José Lima, São João da Madeira; Coleção PLMJ, Lisboa e Coleção Maria e Armando Cabral. Links:https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/vera-mota/https://veramota.com/https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/vera-mota-sem-corpo/https://www.maushabitos.com/en/events/apneia-sprint-pedro-tudela-e-vera-mota-2/https://www.youtube.com/watch?v=c5TKay8wn10https://vimeo.com/577670393https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-artemar-no-paredao-2023 Episódio gravado a 17.06.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
Jun 29, 2023
52 min
Episódio 102 - "Invasor" - Conversa com Ricardo Jacinto
Ricardo JacintoMúsico, artista visual ou arquiteto com pesquisa artística e académica focada nas relações entre som, improvisação e território em práticas transdisciplinares. É membro do coletivo OSSO e entre 2014-18 foi investigador no Sonic Arts Research Center, Queens University Belfast. Com grande interesse em processos colaborativos, desde 1998 tem desenvolvido inúmeros projetos com outros artistas, músicos, arquitetos ou performers e apresentado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas, concertos e performances. Como violoncelista e compositor Ricardo Jacinto tem sido ativo na comunidade de improvisação livre e música experimental trabalhando com músicos como Joana Gama, Adriana Sá, Marina Dzukliev, Rodrigo Pinheiro, Norberto Lobo, Pascal Niggenkemper, Lucas Ligetti, João Pais Filipe, Luis Lopes, Angélica Salvi, Gustavo Costa ou Susana Santos Silva, entre muitos outros. De momento dedica-se ao desenvolvimento do seu projecto a solo para violoncelo, electrónica e objectos ressonantes, integra o trio THE SELVA (com o contrabaixista Gonçalo Almeida e o baterista Nuno Morão) e dirige o ensemble MEDUSA Unit (com Alvaro Rosso (contrabaixo) , André Hencleeday (piano), Eleonor Picas (harpa), João Almeida (trompete), Nuno Morão (percussão), Suse Ribeiro (espacialização sonora) e Yaw Tembe (trompete). Lançou vários álbuns e apareceu em muitos outros como convidado. A sua música está editada pela Clean Feed, Shhpuma Records, OSSO e Creative Sources. É representado pela Galeria Bruno Múrias e as suas instalações e esculturas estão presentes em várias coleções nacionais: Fundação de Serralves, Caixa Geral de Depósitos, Fundação Leal Rios ou Fundação António Cachola. Em colaboração com Pancho Guedes representou Portugal na 10ª Bienal de Veneza de Arquitectura 2006 e o seu trabalho foi apresentado em diferentes locais como a Culturgest (Lisboa e Porto), Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Palais de Tokyo, Mudam_Luxembourg, Teatro Maria Matos, Teatro do Bairro Alto, Museo Vostell, Casa da Música, CCB, Manifesta 08, Frac Loraine_Metz, OK CENTRE_Linz ou Artissima_Turin.Links:https://ricardojacinto.net/https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/ricardo-jacinto/https://www.osso.pt/en/about/https://www.publico.pt/2006/05/18/jornal/pancho-guedes-e-ricardo-jacinto--na-bienal-de-veneza-79274https://pre2018.culturgest.pt/2008/ricardo_jacinto_lx.html#gsc.tab=0https://gulbenkian.pt/historia-das-exposicoes/monographies/1356/Episódio gravado a 30.01.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
Jun 9, 2023
1 hr 5 min
Episódio 101 - "Solar" - Conversa com Musa paradisiaca
Musa paradisiaca é uma dupla de artistas composta por Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986). Formada em 2010, assumiu o nome taxonómico criado pelo botânico Carl Linnaeus para uma espécie de banana. Parodiando o contexto epistemológico da tarefa de identificar e catalogar o mundo, Musa paradisiaca busca conjurar valores, atitudes e normas em conflito.Assumindo uma atitude dialógica, sempre presente nos seus processos de trabalho, Musa paradisiaca procura, nos espaços intersticiais do “comum”, visões de mundo mais ambíguas, manifestando-as através de instalações audiovisuais e objectos escultóricos.Marcada por uma tensão entre a verbalidade e a não-verbalidade presentes na própria linguagem, não através da negação da fala mas antes, mediante a sua exacerbação, a prática de Musa paradisiaca presta uma atenção particular ao que se diz, a quem diz e como se diz.Esta forma de comunicar fora de um léxico pré-definido, capaz de produzir um contacto menos mediado com o mundo, transformou a prática de Musa paradisiaca num formato de relação definido por qualidades hápticas e agregadoras que põem em evidência imaginários colectivos não-consensuais e alternativos. Em “Solar” Musa paradisíaca conta com a colaboração de Claudia Pestana em co-produção com a Balaclava Noir. (Este podcast foi gravado com o artista Eduardo Guerra) Links: https://www.musaparadisiaca.net/ https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/musa-paradisiaca https://www.bocabienal.org/musa-paradisiaca/ https://21-22.anozero-bienaldecoimbra.pt/artists/musa-paradisiaca https://col-antoniocachola.com/?cat=1278&lang=pt https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/paradisiaca-musa/ https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2020/musa-paradisiaca-i-beeholder Episódio gravado a 30.05.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
Jun 1, 2023
52 min
Episódio 100 - "Um oceano inteiro para nadar" - Conversa com Sandra Cinto e Albano Afonso
Sandra Cinto, Santo André (SP), 1968. Vive e trabalha em São Paulo (SP).Ao longo da sua carreira, Sandra Cinto tem desenvolvido um rico vocabulário de símbolos e linhas para criar paisagens líricas e narrativas entre fantasia e realidade. Usando o desenho como ponto de partida, a artista frequentemente dialoga com a arquitetura evocando paisagens fantásticas que servem como uma metáfora da odisseia humana e também extrapolando os limites e possibilidades do desenho. A artista trabalha também com escultura, instalação, fotografia e gravura.Formada em artes plásticas, Sandra Cinto começa a sua carreira em 1990, quando ainda era estudante, produzindo representações do céu e das nuvens inspiradas no surrealista René Magritte. O seu estilo único funde o poder visual e a estética poética para criar composições que fazem alusão à mitologia. A sua prática artística é caracterizada por obras delicadas, onde ela normalmente desenha à caneta sobre um fundo amplo, geralmente azul. Em 1998, a artista participou de 24ª Bienal de São Paulo, onde a tela não era um suporte convencional, e sim a parede do próprio prédio.As suas obras fazem parte de importantes coleções, tais como: Fundación ARCO (Madrid); Instituto Inhotim (Brumadinho); Institute of Contemporary Art (Boston); Museum of Modern Art (Nova York); entre outras.Entre suas exposições individuais mais recentes estão: "Das ideias na cabeça aos olhos no céu", 2020 curadoria de Paulo Herkenhoff, Itaú Cultural, São Paulo; "Cosmic Garden", 2020, Ginza Maison Hermès "Le Forum", Tóquio, Japão; "Landscape of a Lifetime", 2019, Dallas Museum of Art, Dallas, EUA; "Noturno", 2019, Casa Triângulo, São Paulo e Appleton Square, Lisboa; "Dibujos", 2018, Galeria Fernando Pradilla, Madrid; "Two forces", 2016, Tanya Bonakdar Gallery, Nova York; "Acaso e Necessidade", 2016, Casa Triângulo, São Paulo; "Sandra Cinto: Chance and Necessity", 2016, West Gallery, USF Contemporary Art Museum, Florida; "A Day in Eternity", curadoria de Yuki Kondo, 2015, Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão; "En Silencio" curadoria de David Barro, 2014, Matadero - Centro de Creación Contemporánea, Madri, Espanha; "La otra orilla", curadoria de David Barro, 2014, Centro Atlántico de Arte Moderno, Ilhas Canárias, Espanha; "Encontro das Águas" 2012-2014, Olympic Sculpture Park Pavilion, Seattle Art Museum, Seattle, EUA; entre outros. Albano Afonso, São Paulo, 1964. Vive e trabalha em São Paulo.Artista visual. Estudou na Faculdade de Arte Alcântara Machado (Faam), em Santos, São Paulo. Expõe desde 1991 – e em 1994 realiza sua primeira exposição individual, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), na capital paulista. No mesmo ano é premiado no 21º Salão de Arte Contemporânea de Santo André e é contemplado com o prêmio aquisição do Museu de Arte Contemporânea de Santo André. Em 2006 a editora Dardo, de Santiago de Compostela, Espanha, lança um livro sobre o artista.Albano Afonso explora nas suas obras diferentes elementos do cotidiano contemporâneo, criando uma conexão com a história da arte, a fotografia, o autorretrato e a natureza morta, sempre com uma linguagem atual.albano usa luz, sombras e imagens manipuladas para refletir sobre os valores e percepções do tempo presente, de uma forma que funde passado, presente e futuro; criando um retrato atemporal que parece estar se diluindo, mas ainda travado no tempo.As suas exposições individuais selecionadas são: Igreja da Universidade e DIDAC, Santiago de Compostela, Espanha [2019]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2018]; Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão [2017]; Museu Brasileiro de Escultura, MuBE, São Paulo, Brasil [2016]; 21C Museum, Cincinnati, EUA [2015]; Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA[2015]; Oi Futuro, Rio de Janeiro, Brasil [2014]; Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Brasil [2014]; Invaliden1 Galerie, Berlim, Alemanha [2013]; Bodson Gallery, Bruchelas, Bélgica [2012]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2010].Passou por instituições muito relevantes tais como: Georg Kargl Gallery, Viena, Áustria; Fernelmont Contemporary Art Festival, Belgica; SixtyEight Art Institute, Copenhagem, Museu de Arte Contemporânea - USP, São Paulo; Phoenix Art Museum, no US; Osnova Gallery, Moscovo; Instituto Tomie Ohtake, São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Musashino Art University Gallery, Tóquio; Museu de Arte Moderna de São Paulo; CAB Art Center, Bruxelas; Kiosko Alfonso/PALEXCO, na Coruña; Palacio da Belas Artes em Bruxelas; Centro Galego de Arte Contemporánea – CGAC em Santiago de Compostela; e participou na 29º Bienal de São PauloFaz parte de importantes coleções públicas, entre outras: 21c Museum Foundation's, Louisville, Kentucky, EUA; CAB, Art Center, Bruxelas; Museu de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro, Inhotim - Centro de Arte Contemporânea, Brumadinho, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Pinacoteca da Cidade de São Paul; Centro Cultural São Paulo; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil; University of Essex Collection of Latin American Art, Inglaterra; Fundação ARCO - Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Fundación Pedro Barrié de la Maza - Vigo, Espanha; Coleção BES, Lisboa, Portugal. Nota: O título "Um oceano inteiro para nadar" é uma apropriação do título de uma exposição luso-brasileira na Culturgest comissariada por Paulo Reis em 2000, que se inspira no título do vídeo de Karen Harley, "Com o oceano inteiro para nadar" sobre a vida e a obra de Leonilson.Links: https://ateliefidalga.com.br/ https://www.casatriangulo.com/pt/artists/ https://www.premiopipa.com/pag/artistas/sandra-cinto/ https://www.inhotim.org.br/eventos/bastidores-restauro-sandra-cinto/ https://www.youtube.com/watch?v=fal7RgwChrQ https://www.muralsoflajolla.com/sandra-cinto https://imagesintile.com/portfolio/sandra-cinto-open-landscape-cleveland-clinic-mura https://www.sp-arte.com/artistas/albano-afonso/ https://www.youtube.com/watch?v=4EeQkNXgQMM https://www.youtube.com/watch?v=Gt0536q_9L8 https://www.youtube.com/watch?v=6-GeeFiCgXI https://www.youtube.com/watch?v=-3GYNRs-o-c Episódio gravado a 15.05.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
May 16, 2023
1 hr 41 min
Episódio 99 - "Curadoria e Curiosidade" - Conversa com Inês Grosso
Inês Grosso, nasceu em Lisboa, em 1982. Licenciada em História de Arte pela Universidade do Porto obteve o grau de mestre em Estudos Curatoriais, atribuído pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian. Foi curadora assistente no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, no Brasil (2011 a 2015). Foi curadora no MAAT, em Lisboa, onde coordenou as actividades públicas e internacionais da instituição  (2015 a 2021). É Curadora Chefe da Fundação de Serralves desde 2021.Links: https://curatorsintl.org/about/collaborators/7013-ins-grosso https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/entrevista-elmgreen-dragset https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-alexandre-melo https://www.youtube.com/watch?v=rjJ3OTjJMys https://www.arteinformado.com/guia/f/ins-grosso-165406 https://www.inhotim.org.br/institucional/sobre/ https://www.maat.pt/en https://www.serralves.pt/  Episódio gravado a 04.02.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
May 6, 2023
1 hr 33 min
Episódio 98 - "Scarti" - Conversa com Francisco Aires Mateus
Francisco Aires Mateus (Lisboa, 1964) licenciou-se em arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa. Em 1988 fundou, com o irmão Manuel, o atelier Aires Mateus.O seu trabalho desenvolve-se desde a escala da casa unifamiliar àquela da infraestrutura urbana, passando por edifícios e equipamentos de todo o tipo, com uma especial vocação para os programas culturais. Entre as suas obras mais premiadas e publicadas, destacam-se as residências assistidas em Alcácer do Sal e o Museu do Farol de Cascais. Entre os projectos mais recentes: o Centro de Arte Contemporânea Olivier Debré em Tours, o Museu de Belas Artes de Reims e o Campus em Toulouse da Toulouse Business School.É professor na Universidade Autónoma de Lisboa desde 1998, e na Academia de Arquitectura de Mendrisio desde 2001. Lecionou em várias universidades entre as quais a Oslo School of Architecture e a Graduate School of Design da Universidade de Harvard. Créditos “La Calle”: Radar Kadafi / Universal Music Portugal, 1987Links: https://www.airesmateus.com/ https://www.archdaily.com/tag/francisco-aires-mateus https://architizer.com/firms/aires-mateus/ https://elcroquis.es/products/aires-mateus https://www.construir.pt/2022/11/08/as-instalacoes-dos-aires-mateus-criadas-para-a-bienal-de-veneza-em-livro https://www.artecapital.net/arq_des-64-12%C2%AA-bienal-de-arquitectura-de-veneza-people-meet-in-architecture- https://arquivos.rtp.pt/conteudos/francisco-aires-mateus/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Radar_Kadafi https://www.filmin.pt/curta/casa-na-comporta  Episódio gravado a 21.04.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
Apr 28, 2023
1 hr 23 min
Episódio 97 - "Atlas da Solidão" - Conversa com Marta Rema
Marta Rema nasceu em Torres Novas e vive em Lisboa. Escreve, é coordenadora editorial da revista Electra e responsável pela área de Projetos Curatoriais da efabula. Com formação em Filosofia e em Estudos Curatoriais, a partir de 1995 assumiu a inquietação com o silêncio na relação com a escrita, expandido a investigação a outras relações, nomeadamente com o corpo, com o tempo, com a linguagem, a música, o cinema e com as artes plásticas. Atualmente, trabalha acerca de sistemas de resistência, tendo colocado a investigação sobre o silêncio e a solidão no núcleo desses dispositivos.Concebeu e dirigiu o programa “As coisas fundadas no silêncio”, que decorreu em Lisboa, em 2020. O seu projeto de curadoria “Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero”, que igualmente propunha uma reflexão sobre o silêncio, obteve o prémio Júlio Pomar (edição 2018-19). Comissariou a exposição “Como silenciar uma poeta”, de Susana Mendes Silva (MNAC) e três exposições sobre design na galeria Round the Corner (2012) de João Machado, "O efeito de um livro expandido para além da forma"; Margarida Garcia, "Wintering" e Sara Lamúrias, "The Birdwatchers". Em 2021 criou o programa Atlas da Solidão que decorre atualmente na Appleton até dia 29 de abril.Inventariou e catalogou o acervo documental e bibliográfico do espólio de Agostinho da Silva para a Associação Agostinho da Silva em Lisboa. Trabalhou em produção, coordenação e comunicação entre 2009 e 2021, nomeadamente nas associações Artéria – Humanizing Architecture, Artes e Engenhos, Máquina Agradável, AADK Portugal e na produtora Terratreme Filmes com dois filmes de Susana Nobre, Vida Activa (2014) e Provas e Exorcismos (2015). Fez a voz-off do documentário de ficção Naçara, de Ana Pissarra e José Nascimento, a estrear ainda este ano.Nas artes performativas foi intérprete em "Drifting/Em Deriva" de António Pedro Lopes e Gustavo Ciríaco (Negócio/ZDB, 2012), criou as peças "Bardo" (com Sofia Borges, 2012), "Jacarandá" (com Jonas Lopes, 2013), "Arlequina" (solo, 2013) e, em 2020, foi intérprete da leitura performativa da conferência de Judith Teixeira, numa performance de Susana Mendes da Silva integrada na exposição "Como silenciar uma poeta".Autora da peça de teatro "Como um quarto sem telhado" (Coleção de Textos de Teatro do Teatro D. Maria II), apresentada no Festival de Leituras Encenadas em 2016, com encenação de Paula Diogo. Os seus contos e ensaios estão publicados em diversas plataformas online e periódicos. Escreve desde 2010 no seu blogue fogos locais.Links:https://fogoslocais.blogspot.com/ https://efabula.pt/projects/solitude-atlas/https://www.fundacaoedp.pt/en/content/electra-magazinehttps://www.coffeepaste.com/en/artigo/marta-rema-e-o-atlas-da-solidao/https://www.dn.pt/lusa/marta-rema-venceu-a-3-edicao-do-premio-de-curadoria-atelier-museu-julio-pomar-10156031.htmlhttps://comunidadeculturaearte.com/tag/marta-rema/ Episódio gravado a 19.04.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
Apr 21, 2023
1 hr 2 min
Episódio 96 - Isabel Rodrigues Costa
Isabel Rodrigues Costa, Caldas da Rainha, março de 1992. É actriz e encenadora. Trabalha em teatro, cinema e em curadoria de artes visuais e artes performativas. É diplomada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo completado a sua formação na Universidade de Warwick - Reino Unido e na UNIRIO, Brasil - Rio de Janeiro. É membro do colectivo artístico “Os Possessos” desde 2014. Na área da curadoria trabalhou no Paço Imperial, no Rio de Janeiro e na Galeria Luis Serpa. Em 2016 termina o mestrado Eramus Mundus Crossways in Cultural Narratives, tendo passado pela Universidade Nova de Lisboa, pela Universidade de Perpignan, em França, e pela Universidade de Guelph, no Canadá. Em cinema, trabalhou com Miguel Clara Vasconcelos, Miguel Nunes, Guilherme Daniel, Pedro Neves Marques, Leonor Noivo e Susana Nobre. Em 2017 iniciou a criação de projectos a solo, apresenta então a sua primeira criação “Estufa-Fria - A Caminho de uma Nova Esfera de Relações” na Bienal de Jovens Criadores, e a primeira edição do Projeto Manifesta um projecto produzido por Os Possessos. Em 2019 dirige e apresenta as criações “Maratona de Manifestos” e “Salão Para o Século XXI.” Em 2020/21 é curadora do "Ciclo de Reenactments - Performance Arte Portuguesa" e em 2022, assume a co-curadoria com Joana Kramer Horta do ciclo "Sound and Future - Four Tools to Unblock the Present". No final de 2021 é-lhe atribuída a Bolsa de Criação Espaço do Tempo BPI Fundação La Caixa, para o espectáculo "Som e Fúria", que estreou há uma semana, em Março 2023 no Teatro do Bairro Alto.. Actualmente colabora com a Plataforma Revólver e com a revista ArteCapital. Links: http://www.isabeldacosta.com/biografia-e-cv.html https://www.ospossessos.com/ https://teatrodobairroalto.pt/espetaculo/som-e-furia-isabel-rodrigues-costa-20230309/ https://gerador.eu/o-ocio-que-move-o-mundo/ Episódio gravado a23.03.2023  http://www.appleton.pt
Mar 30, 2023
1 hr 27 min
Episódio 95 - Anabela Mota Ribeiro
Anabela Mota Ribeiro nasceu em 1971 em Trás-os-Montes. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciatura e mestrado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa. No doutoramento, que frequenta, prossegue o estudo do escritor brasileiro Machado de Assis. Foi visiting research fellow da Brown University em 2019. Publicou os livros O Sonho de um Curioso (2003), com 14 entrevistas, Este Ser e não Ser - Cinco Conversas com Maria de Sousa (2016), Paula Rego por Paula Rego (2016), A Flor Amarela - Ímpeto e Melancolia em Machado de Assis (2017) e Por Saramago (2018) "Os Filhos da Madrugada" (2021 e 2022).Jornalista freelance, colaborou com diversos jornais e revistas. Autora e apresentadora de programas de televisão. Os mais recentes: Curso de Cultura Geral (2017 e 2018, RTP2), e Os Filhos da Madrugada (2021 e 2022) e Calendário do Advento, 28 entrevistas sobre o Natal, em 2022, ambos na RTP3. Enquanto programadora cultural, colabora com instituições de referência. Entre outros projetos, assinou, com José Eduardo Agualusa, a curadoria da Feira do Livro do Porto em 2017, 2018 e 2020. É membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra. Desde 2013 disponibiliza o seu arquivo no site www.anabelamotaribeiro.pt Links:https://anabelamotaribeiro.pt/ https://www.publico.pt/autor/anabela-mota-ribeiro https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/estar-em-casa-2a-edicao/ https://www.ccdr-n.pt/noticia/servicos/19-municipios-da-regiao-juntos-no-festival-somos-douro-1194 https://www.rtp.pt/play/p8721/os-filhos-da-madrugada https://www.rtp.pt/play/p10987/calendario-do-advento Episódio gravado a 15.03.2023 Créditos “Põe os teus braços à volta de mim”: Gabriela Schaaf / single editado pela Decca, 1978 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
Mar 17, 2023
1 hr 43 min
Episódio 94 - Carminho
Carminho, Lisboa 1984Filha da conceituada fadista Teresa Siqueira, Carminho nasce no meio das guitarras e das vozes do fado, tendo marcado a sua estreia a cantar em público aos doze anos, no Coliseu dos Recreios (Lisboa). Desde cedo foi tentada a gravar álbuns mas decide esperar. Licencia-se em Marketing e Publicidade e percebe que cantar exigia uma maturidade e um mundo que ainda nãotinha. Durante um ano viaja pelo mundo, participa em missões humanitárias e regressa a Lisboa decidida a entregar-se por inteiro a um percurso artístico. “Fado”, o seu primeiro disco, é editado em 2009. Alcança a platina (resultado invejável para uma estreia), recebe distinção de melhor álbum de 2011 para a revista britânica "Songlines", apresenta-se na Womex 2011(Copenhaga) e na sede parisiense da UNESCO no âmbito da candidatura do Fado a património mundial. Atudo soma uma digressão em que espalha a sua voz e talento por vários territórios. No mesmo ano, colabora com Pablo Alborán em “Perdoname” e torna-se na primeira artista portuguesa a atingir o número 1 do top espanhol. Em 2012, edita o seu segundo álbum, intitulado “ALMA”. Depois de passar pelas principais salas da Europa e do Mundo, realiza o sonho de gravar com Milton Nascimento, Chico Buarque e Nana Caymmi, que resulta numa reedição de “Alma” com três novos temas. Carminho começa assim a conquistar o Brasil com concertos esgotados. A afirmação como a mais internacional das artistas portugueses é consumada edistinguida em Portugal com um Globo de Ouro e o Prémio Carlos Paredes, vendo ambos os seus álbuns atingirem a marca da dupla platina. “Canto” é editado no final de 2014 e a sua relação com o Brasil ganha raízes ainda mais profundas, com aprimeira parceria de Caetano Veloso com o seu filho mais novo Tom, que lhe oferecem o inédito “O Sol, Eu e Tu”. “Canto” inclui também o single “Chuva no Mar”, que conta com a participação de Marisa Monte e que assina co-autoria do tema com Arnaldo Antunes.Essa relação fortíssima com o Brasil atinge um dos momentos mais consistentes já em 2016, na sequênciade um convite endereçado pela família de António Carlos Jobim e grava “Carminho canta Tom Jobim”, com a última banda que o acompanhou ao vivo nos seus últimos dez anos, partilhando temas com Chico Buarque, Maria Bethânia e Marisa Monte.Prémios e platinas sucedem-se ao lançamento do álbum.“Maria” de 2018 constitui o título que Carminho escolheu para o quinto da sua carreira, um álbum que assina a produção e inclui várias canções de sua autoria. Um disco emocionante que assimila tudo aquilo que Carminho aprendeu directamente das suas raízes dofado, respeitando a verdade das palavras e da linguagem tradicional, mas ao mesmo tempo com um olhar livre e contemporâneo sobre o mundo que a inspira, reinterpretando muito do que aprendeu com o fado desde pequena. 2023 é ano de “Portuguesa”, um manifesto cultural assinado por Carminho que eleva os padrões do Fado e que a coloca como uma artista incomparável com a sua voz, talento, composição e perseverança artística. Links: https://www.carminhomusic.com/ Episódio gravado a 26.01.2023 Créditos “Praias Desertas”: Interpretada, escrita e produzida por Carminho / 2023 Maria Music http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa
Mar 10, 2023
1 hr 25 min
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