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O problema do pecado não é meramente externo ou cultural, mas uma condição intrínseca que corrompe cada desígnio do pensamento humano.
Diante de uma humanidade que se desenvolve longe do temor do Senhor, vemos o peso do julgamento divino sobre a maldade multiplicada.
Contudo, em meio ao cenário de ruína e corrupção, a Escritura nos apresenta a esperança que não brota do esforço humano, mas da soberania divina: a realidade de que a graça precede qualquer obediência.
Não se trata de buscar a exaltação do próprio nome ou de seguir os valores de um mundo em queda, mas de viver pela ótica de Cristo, que pagou nossa dívida e nos chama à santidade.



