Show notes
Nesta sessão, Dhyana Devvi conduz uma escavação clínica e simbólica sobre a culpa ancestral: aquela que não nasce de um erro concreto, mas de contratos inconscientes, lealdades invisíveis e memórias transgeracionais inscritas no corpo.
A partir do ventre ancestral, do segundo chakra e da metáfora da caverna como sítio arqueológico, esta análise propõe uma travessia precisa: localizar a frase de culpa, reconhecer sua função como significante mestre e transformar repetição em comando de presença.
A culpa que não começou em você não precisa continuar decidindo o tamanho da sua vida.

