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Como imagens e imaginários coloniais viajam pelos jogos, a partir de ações publicitárias ao seu redor, e criam condições maduras para a proliferação do trabalho gratuito baseado em esperança? Neste episódio recebemos Tarcízio Macedo, Doutorando em Comunicação pela UFRGS, para conversar sobre seu artigo "Quem não sonhou em ser um jogador de videogame? Colonialidade, precariedade e trabalho de esperança em Free Fire", que discute o fenômeno Free Fire e o trabalho precarizado que jovens e crianças pelo Brasil realizam dentro do cenário do game.Siga o Holodeck no Twitter, Facebook, Instagram, YouTube e entre em nosso grupo de Discord do Regras do Jogo.Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal na Twitch, faça parte também da conversa.ParticipantesFernando HenriqueAnderson do PatrocínioTarcízio MacedoBibliografiaMACEDO, Tarcízio; KURTZ, Gabriela. Quem não sonhou em ser um jogador de videogame? Colonialidade, precariedade e trabalho de esperança em Free Fire. Revista Contracampo, v. 40, n. 3, 2021.Dicas culturaisStrayLazer liminar - colonização do jogo e trabalho do jogador no RappiGamesDocumentário Um real a hora, de André AlcântaraWorkers & Resources: Soviet RepublicEco geckoMúsicas:Persona 5 – Beneath The Mask lofi chill remixLazerhawk – Star Hustler



