Show notes
Há uma raíz progressista e emancipatória na música electrónica de dança? Faz sentido associar-lhe um carácter meramente individualista e hedonista? Haverá "vida sem cultura"?
Há uma raíz progressista e emancipatória na música electrónica de dança? Faz sentido associar-lhe um carácter meramente individualista e hedonista? Haverá "vida sem cultura"?