Show notes
Caetano, em "Oração ao tempo", diz assim: "Por seres tão inventivo / e pareceres contínuo /Tempo, Tempo, Tempo, Tempo /És um dos deuses mais lindos". Essa passagem nos faz refletir sobre a continuidade da vida; às vezes contínua, às vezes cíclica. Mas, de giros em giros, a vida anda, passa. Nunca saímos ilesos. O tempo, deus tão lindo, nos traz histórias, memórias, afetos, tristezas, mudanças e tantas outras coisas. É assim: o tempo nos tornou o que somos ou o que seremos. É contínuo. Hoje, no Quarto Ano, um diálogo sobre nós no tempo. Ou sobre o tempo em nós.



