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A reflexão sobre os vieses e condicionamentos da produção e circulação de notícias exige mais do que apenas reproduzir slogans ingênuos que se imaginam críticos. Inventar termos tolos como "extrema imprensa", "Globolixo", etc, é uma pseudocrítica que não disfarça a incapacidade de análise. Ouça mais no podcast.
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Artigo original: Formação jurídica precisa incorporar a crítica das mídias



