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Pós-graduação em cybersegurança com foco em inteligência artificial deixou de ser diferencial para se tornar requisito. Enquanto o cibercrime movimenta mais de 10 trilhões de dólares por ano e grupos criminosos já executam ataques com movimentação lateral em menos de 27 segundos, profissionais de segurança ainda lidam com infoxication, burnout e lacunas críticas de formação. Se você quer entender o que o mercado realmente exige de quem trabalha ou quer trabalhar com cibersegurança, esse episódio foi feito pra você.Wellington Cruz recebe Nycholas Szucko, professor da PUCPR e executivo com passagens pela Microsoft, CrowdStrike, Nozomi Networks e outras gigantes do Vale do Silício que operaram no Brasil. A conversa cobre os dois lados da batalha: como a IA está potencializando ataques de engenharia social hiperpersonalizados, acelerando movimentação lateral dentro de redes corporativas e viabilizando deepfakes que já enganaram CFOs em reuniões do Teams. E, do lado da defesa, como ferramentas como SIEM com agentes de IA, plataformização de segurança e threat intelligence estão redefinindo o papel do analista de SOC. O episódio também mergulha em governança de IA, Shadow AI, prompt injection, antifragilidade cibernética, o conceito de Zero Trust e o desafio real de comunicar risco digital para o board de maneira que gere decisão, e não paralisia.ConvidadosNycholas Szuckohttps://www.linkedin.com/in/nszucko/



