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O fim do PPI (Preço de Paridade de Importação), que era praticado pela Petrobras como política de formação dos preços dos combustíveis, trouxe otimismo ao setor aéreo para que o querosene de aviação tenha redução como houve com a gasolina e o diesel. De acordo com a presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Jurema Monteiro, ideia é “manter diálogo” com o governo e a Petrobras.
“Considerando que 90% do QAV (querosene de aviação), que é o combustível da aviação, utilizado pelas empresas brasileiras é produzido no Brasil (…) nós temos a expectativa de manter diálogo com o governo e a Petrobras para buscar essa revisão [de preço] também para o QAV”, disse Monteiro em entrevista ao Poder360.

