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A Rumo pediu autorização do governo para construir 10 trechos ferroviários, alguns dos quais também foram solicitados por outras empresas. Até 6ª feira (2.set.2022), não havia uma solução regulatória para esse conflito.
Por isso, para os contratos assinados antes desta data, a solução encontrada pelo mercado foi: a ferrovia será da empresa que 1º fizer o investimento. A afirmação é do CEO da Rumo, João Alberto Abreu, em entrevista ao Poder360.


