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O professor de economia da FGV e economista-chefe do Banco Master, Paulo Gala, 45 anos, diz que o Brasil só criará mais empregos a partir de uma industrialização que diversifique a produção e se aproveite das chamadas “vantagens comparativas”.
Para o economista, a produção agrária do Brasil não deve ser apenas uma forma de acumular dólares e deixar positiva a balança comercial. É também uma oportunidade para desenvolver tecnologia de ponta para competir em mercados internacionais.
“O setor de commodities é muito bom para acumular divisas, mas ele não é um grande gerador de empregos”, afirma o economista.

