Show notes
Ele foi preso como suspeito de homicídio.
Seis dias depois, uma folha de ponto provou que ele estava trabalhando no horário do crime.
A prisão foi revogada e a investigação arquivada.
Parecia o fim da história.
Até que, anos depois, ele recebe uma mensagem no celular: uma fotografia de um álbum policial de suspeitos de homicídio.
Entre os rostos numerados, está o dele.
Mesmo depois de provar sua inocência, o sistema ainda o tratava como o suspeito número três.


