No dia 03 de setembro, o Governador-Gestor João Dória ordenou via twitter a retirada das apostilas referentes ao oitavo ano do ensino fundamental da rede pública do Estado. A retirada deu-se por conta da insatisfação obscurantista com relação ao 0:17
00x2065/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/8/f/A9XqKcS0ANGLZLghzBFQ/ciencias-material.jpg">texto que, segundo o gestor faz “apologia à ideologia de gênero”.Até o dia 10 do mesmo mês, quando a justiça ordenou que fosse devolvido o material e sentenciou a ilegalidade dessa medida, uma onda de obediência varreu diversas escolas do Estado. Uma onda que ganhou destaque pela sua rapidez.
Para discutir esse problema e, principalmente conversar sobre o papel da gestão escolar democrática frente a arroubos autoritários, conversamos com Fernando Cássio e Márcia Jacomini da UNIFESP – que juntamente com a REPU entraram na justiça contra medida e encaminharam às escola estaduais uma carta para conversar sobre o ocorrido.
Desta vez, não entramos na sala de aula, porque a aula precisa ser fora!
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