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É com clima de aconchego familiar que o NERVOS Entrevista #6 desembarca nas ondas sonoras dos podcasts para destacar o filme nacional Benzinho (2018), em uma conversa com o diretor Gustavo Pizzi e a atriz principal Karine Teles, que também roteirizam o longa. E pelos vários lugares em que tem passado, a história de uma mãe angustiada pela partida anunciada do seu filho adolescente (Konstantinos Sarris), convidado para jogar handebol na Alemanha, tem emocionado a plateia. A produção viajou pelos festivais internacionais de Sundance (Estados Unidos) e Roterdã (Holanda) e ainda está na competição do Festival de Gramado, que se encerra neste sábado na cidade gaúcha, mas já estreou nos cinemas nesta quinta (23).A dupla que cresceu mesma Petrópolis do filme conta à editora Nayara Reynaud sobre processo de colocar a experiência pessoal na tela e de como foi estar no set junto com os filhos – os dois eram casados –, que interpretam os gêmeos de Irene (Karine Teles) e de Klaus (Otávio Müller). Ambos comentam também da maternidade que é destaque nesta obra, da violência contra a mulher representada na irmã da protagonista, interpretada por Adriana Esteves, e do retrato da classe média baixa brasileira.Ouça no lugar que você quiser: SoundCloud | Spotify | Deezer | iTunes | Google Podcasts | Feed | DownloadConexões Nervosas> Gustavo Pizzi: Ninguém Pode Saber (2004), longa-metragem japonês de Hirokazu Kore-Eda> Karine Teles: Noites de Cabíria (1957), clássico do neorrealismo italiano de Federico Fellini=> Leia a crítica do filme Benzinho: www.nervos.com.br/single-post/2018/08/23/Critica-Benzinho*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba



