Quando os clientes começaram a montar o próprio CRM com vibe coding, a Ploomes sentiu na base. Alguns saíram, outros já voltaram — com medo de não ter quem resolva quando o sistema quebrar. Neste episódio do podcast MVP, Matheus Pagani, CEO e cofundador da Ploomes, conversa com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, sobre o que sobra de um CRM quando construir software deixa de ser o problema.
Do lado da tecnologia, a tese é direta: o CRM de funil e cadastro acabou, e o que fica de pé é a camada de dados e contexto. Ele não compra a ideia do SaaSpocalypse, mas admite que "a barra subiu". Também explica por que a interface não vai desaparecer — um vendedor que tira pedido o dia inteiro é mais rápido numa tela do que num prompt — e como a aposta da Ploomes virou a hiperpersonalização em escala, o oposto da padronização que guiou o SaaS por duas décadas.
O episódio ainda passa pelo exit que não foi exit — a venda parcial para a Sankhya, em 2022, depois de Matheus recusar ofertas de compra integral para não ver a empresa "evaporar do mapa" —, pelo founder mode aos 12 anos de empresa, e pela aposta em FDEs e em service as a software.
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