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Plante uma semente. Sua ação não será vã. A semente germinará. Ela foi plantada para dar frutos e na estação própria dará. A semente que permanece, mesmo se transformando, é uma boa comparação para entendermos a Palavra de Deus. Essa informação serve também de consolo para pais que semearam o evangelho no coração dos seus filhos, mas eles se afastaram. Uma vez implantada, a Palavra de Deus dará seu fruto, mesmo que os pais não o vejam. Essa verdade serve de consolo para aquele que semeia a Palavra de Deus entre conhecidos e desconhecidos. Uma vez dita, mesmo que pareça não produzir a vida que se espera, ela produzirá. Essas certezas se aplicam à Palavra de Deus impressa. Uma Bíblia distribuída pode cair em mãos displicentes. Pode repousar sobre uma mesa e ser aberta anos depois. Lida anos depois, pode ser instrumento de salvação ou de consolo. Há muitas histórias, como esta: num centro urbano, um colégio confessional costumava entregar exemplares da Bíblia para os formandos. Anos depois, aflita, uma jovem abriu o exemplar e encontrou paz para a sua vida. Se você tem anunciado o evangelho da paz, ele fará paz. Essa é a promessa de Deus, que tem um nome a zelar. Na verdade, o nome de Deus é mais que o seu nome. É o seu próprio caráter. Quando ele cuida para que o seu nome não seja confundido (com uma promessa que não se cumpre, por exemplo, fazendo com que sua palavra volte vazia), ele cuida para que a sua natureza seja compreendida por nós. Quando o apresenta Deus como eterno, a Bíblia nos ensina o essencial acerca do seu caráter: ele não muda. Dizer que Deus não muda significa dizer que suas promessas serão cumpridas, mesmo contra todas as evidências. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia



