Show notes
O ser humano ama idealizar a si mesmo, mas não precisa de muito, ao longo da vida, para que os idealismos caiam por terra. Erros, medos, fracassos, apesar de todo o desconforto, aproximam-nos mais da existência do que apenas a realização dos planos pensados do passado. No final das contas, somos mais imperfeitos do que perfeitos, ou talvez sejamos perfeitos em nossas imperfeições. Hoje é dia de um devaneio com Erasmo de Roterdã, Emil Cioran e Simone de Beauvoir.
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