Onde se analisam as conclusões de um encontro ibero-americano sobre o futuro da leitura, destacando a transição preocupante para o formato digital. Especialistas alertam que o consumo de conteúdos em ecrãs promove uma leitura fragmentada, prejudicando a compreensão profunda e facilitando a propagação de desinformação. Perante a queda acentuada no número de leitores, defende-se que as bibliotecas e escolas devem atuar como espaços de resistência cívica e inclusão social. O debate sublinha a necessidade de integrar vozes marginalizadas e de formar mediadores capazes de ensinar a distinguir factos de manipulações. Em suma, a obra propõe que a leitura seja encarada como um direito humano fundamental e uma ferramenta essencial para a liberdade individual.
Show notes



