O festival literário Babell, realizado no Porto, é apresentado como um caso de sucesso na promoção da leitura ao substituir o pagamento monetário pela entrega de um livro como bilhete de entrada. As fontes destacam as sessões esgotadas de autores de renome mundial, como Salman Rushdie, que abordou a liberdade de expressão com humor, e o Nobel László Krasznahorkai, que alertou para as crises globais contemporâneas. Este evento serve de modelo para o contexto escolar, sugerindo que a curiosidade e o desejo podem substituir a obrigação no contacto com a literatura. Adicionalmente, o texto analisa as limitações atuais da inteligência artificial na tradução em tempo real observadas durante as conferências. Em suma, o festival é retratado como uma prova da relevância contínua do objeto livro e do debate intelectual no espaço público.
Show notes



