Em um cenário onde os juros no Brasil estão super reduzidos, o que incentiva pessoas a diversificarem seu portfolio e a tomarem mais decisões de risco, o boom de investimentos mundial faz com que o dinheiro vire cada vez mais uma "commodity". Visto isso, o empreendedor que busca investimento necessita de muito mais do que só o aporte para sua startup.
É aí que o Investidor Anjo entra.
Qual o papel do Investidor Anjo?
Eles têm um papel fundamental na jornada de uma startup. Além do aporte financeiro, ele cede seu nome e todo o seu conhecimento adquirido ao longo de sua jornada. Muitos já foram ou são empreendedores natos e têm um profundo conhecimento de mercado ou de algum setor específico.
Seu background e know-how abrem muitas portas. Diferentemente de um fundo, os Investidores Anjo criam laços e uma grande proximidade e empatia com os investidos, podendo assumir um papel de mentor auxiliando a resolver as mais diversas questões na vida do empreendedor e da startup. Existe um interesse genuíno pelo negócio, uma vontade de ser bem sucedido e atingir o set up inicial.
Como posso me tornar um Investidor Anjo?
A parcela de Anjos no Brasil ainda é pequena, mas vêm ganhado mais representatividade ultimamente.
Para iniciar nesta jornada é preciso planejamento, principalmente de recursos. Aconselha-se a alocar de 5% a 10% do seu capital em investimentos. Ter em mente que o retorno requer tempo e paciência é essencial. Não se pode ter pressa.
Mas por onde começar?
Existem diversos clubes de investimento, crowd funding (que são opções bem interessantes para quem quer iniciar, mas ainda não possui muito recurso) e sempre existe a opção de se juntar a conhecidos e amigos que já investem em startups. Além da segurança de estar entre conhecidos, pode se adquirir muita experiência e vivência nos processos.
Escute mais sobre o tema em nosso debate no podcast. Aperte o play!
Falamos neste episódio
- Smart Money - João Kepler
Convidados
- João Kepler, investidor anjo e empreendedor
- Arthur Garutti, partner ACE



