Show notes
Quando a ternura for a única regra da manhãum dia, quando a ternura for a única regra da manhã,acordarei entre os teus braços. a tua pele será talvez demasiado bela.e a luz compreenderá a impossível compreensão do amor.um dia, quando a chuva secar na memória, quando o inverno fortão distante, quando o frio responder devagar com a voz arrastadade um velho, estarei contigo e cantarão pássaros no parapeito danossa janela. sim, cantarão pássaros, haverá flores, mas nada dissoserá culpa minha, porque eu acordarei nos teus braços e não direinem uma palavra, nem o princípio de uma palavra, para não estragara perfeição da felicidade.

