Cerca de 24 capitais e o Distrito Federal já anunciaram oficialmente que o carnaval deste ano foi cancelado ou suspenso. O movimento acontece em meio ao aumento do número de casos de Covid-19 no Brasil, uma consequência do avanço da variante Ômicron. O cancelamento gerou polêmica entre organizadores do carnaval privado, em clubes e áreas cedidas pelos governos dos Estados. Eles alegam prejuízo financeiro com a medida. Além disso, há foliões que estão criticando a restrição e querem participar da folia. Eles alegam que a festa deveria ser aberta para quem está com o cartão de vacinação em dia e pode fazer testes para ter acesso aos blocos. Independente de protocolo sanitário adotado, uma comemoração assim pode ser perigosa quando temos 388 milhões de casos no mundo e 26 milhões no brasil (6,7% do total), com 5,71 milhões de óbitos no planeta e mais de 630 mil no país (11% do total).
Participam do programa:
Heloisa Mendonça, médica sanitarista e professora de Saúde Coletiva da UFPE
Tiago Feitosa, médico sanistarista, professor do Centro de Ciências Médicas da UFPE
Gustavo Couto, médico sanitarista, ex-secretário de saúde do Recife, ex-vice presidente do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde- CONASEMS
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