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Estamos a seis meses do primeiro turno das eleições de 2022. As últimas trocas partidárias foram feitas e já podemos avaliar como deve ser a campanha que começa em agosto. A terceira via está enfraquecida. Bolsonaro cresceu nas pesquisas e sua militância está mobilizada. Lula é favorito, mas o desafio é grande. O resultado das eleições pode ser decidido pelo engajamento da militância de esquerda. O "já ganhou" pode ser prejudicial. Com Gabriel Casoni - colunista do Esqueda Online



