Kardec, sabidamente, foi pouco a pouco conhecendo mais e melhor as Leis Espirituais, estruturando os princípios da Filosofia Espírita e projetando o futuro do Espiritismo e da Humanidade. Nos textos que ele assina, de próprio punho, sendo comentários, dissertações ou tratados sobre temas espíritas, como podemos considerar seus escritos? Kardec foi entusiasta, isto é, entusiasmou-se com a perspectiva de uma verdadeira renovação da raça humana sobre o planeta? Ou Kardec foi utopista, prevendo situações ou cenários que, até hoje, decorridos cento e sessenta e quatro anos do lançamento de sua primeira obra, não se concretizaram e parecem estar distantes? Como avaliar várias opiniões do Codificador quanto ao progresso dos conceitos espíritas e a evolução individual e social dos encarnados neste planeta?
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