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A investigação ao estranho caso de Mónica Silva, a grávida desaparecida há três meses na Murtosa, sofreu um revés. Primeiras análises a vestígios de sangue indicam que não era dela. Sem corpo, sem testemunhas, sem sinais de ADN, a pesquisa centra-se nos telemóveis de vítima e alegado homicida. Será este o elemento de prova mais forte. Este é o tema do ‘Crime e Castigo’ desta semana, um podcast de Paulo João Santos e Magali Pinto, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Ana Sofia Pinto.

