O Brasil, juntamente com outros poucos países como Bielorrússia e Nicarágua, lidera um movimento estatal de negação da pandemia de SARS-CoV-2. Isso se reflete diretamente na falta de planejamento das ações do estado, bem como nas dificuldades de implementação de políticas públicas de controle da disseminação do vírus. Para além disso, todavia, há também um movimento de negação ou de minimização dos efeitos dessa pandemia que emerge da própria população. No início de junho deste ano, duas cidades do Maranhão registraram manifestações “contra o covid-19”. Esse ato de repúdio ao vírus soma-se a outras tantas manifestações que vão de encontro às regulamentações de saúde, como as assim denominadas “carreatas da morte”, ou propostas de jejum e oração contra a pandemia. Como entender políticas e ações deliberadamente temerárias diante de uma ameaça de saúde pública que parou o mundo?
No Conjectura de hoje recebemos o professor Dr. Rodrigo Barros Gewehr, do Instituto de Psicologia e do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal de Alagoas, e retomamos essas cenas do cotidiano da pandemia para abordar as atitudes negacionistas da crise sanitária e seus agenciamentos.
Siga-nos nas redes sociais:
YouTube: https://bit.ly/2VTE4cO
Facebook: facebook.com/projetoconjectura
Spotify: https://spoti.fi/2Kvdly5
Instagram: @projetoconjectura
Lives no Facebook todas as segundas e quintas-feiras, às 11h horário de Brasília / 10h no horário local de MS.

