Os textos relatam o caso real de Amanda Maria, uma mulher de 37 anos que foi detida em Santa Catarina após fingir ser uma criança de 12 anos por mais de um ano. Utilizando comportamentos infantilizados e alegando falsamente possuir autismo, ela convenceu uma família a adotá-la e sustentá-la com mimos e tratamentos médicos de alto custo. A farsa foi desmascarada após familiares suspeitarem de sua aparência, revelando que a suspeita já possuía um longo histórico de golpes similares em diversos estados brasileiros. As fontes traçam paralelos entre este crime e o filme de terror "A Órfã", além de mencionarem o caso real da ucraniana Natalia Grace, que viveu uma situação inversa nos Estados Unidos. Especialistas discutem as motivações psicológicas por trás dessas manipulações, destacando o impacto do estelionato afetivo nas vítimas que buscam ajudar o próximo. A justiça brasileira agora avalia a sanidade mental da acusada enquanto ela permanece sob prisão preventiva.



