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No dia em que completou um ano à frente da presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, o desembargador Carlos Alberto França conversou com Cileide Alves, no Chega Pra Cá. Um tema indigesto se destacou: as custas do Judiciário goiano, o segundo mais caro do País.
Para se ter uma ideia, a taxa mínima de cobrança de custa judicial no Estado é R$ 336. No vizinho Distrito Federal, sai R$ 33,37, dez vezes mais barato. O peso desses é objeto de descontentamento da Ordem dos Advogados do Brasil. Mas França descartou qualquer revisão das custas processuais, que hoje dispensa o Tesouro do Estado de pagar qualquer despesa que não a folha de pagamento. Também lembrou que só 30% das ações recolhem as taxas.
França é o convidado deste Chega Pra Cá, cuja versão em podcast você recebe agora. O programa é uma conversa com pessoas relevantes da sociedade sobre temas pulsantes do dia a dia. É um convite a sentar e refletir sobre agendas em comum.
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Para se ter uma ideia, a taxa mínima de cobrança de custa judicial no Estado é R$ 336. No vizinho Distrito Federal, sai R$ 33,37, dez vezes mais barato. O peso desses é objeto de descontentamento da Ordem dos Advogados do Brasil. Mas França descartou qualquer revisão das custas processuais, que hoje dispensa o Tesouro do Estado de pagar qualquer despesa que não a folha de pagamento. Também lembrou que só 30% das ações recolhem as taxas.
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