" data-medium-file="https://media.engenhariaradio.pt/2013/04/muddy-232x300.jpg" data-large-file="https://media.engenhariaradio.pt/2013/04/muddy.jpg" tabindex="0" role="button" class="size-medium wp-image-2300" alt="Muddy Waters e a sua guitarra" src="https://www.engenhariaradio.pt/wp-content/uploads/2013/04/muddy-232x300.jpg" width="232" height="300" srcset="https://media.engenhariaradio.pt/2013/04/muddy-232x300.jpg 232w, https://media.engenhariaradio.pt/2013/04/muddy.jpg 387w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" />
Muddy Waters e a sua guitarra
É um facto adquirido na astronomia que as estrelas nascem e acabam por morrer. Tal facto também acontece com as “estrelas” da música. E hoje, dia 30 de Abril de 2013, comemora-se os 30 anos da infeliz partida de uma das estrelas mais cintilantes do mundo do Blues: Muddy Waters. Vindo do Mississipi ficou imortalizado na cidade norte americana de Chicago, ficando mesmo conhecido como “Father of Modern Chicago Blues”. A sua ferramenta por excelência era a guitarra elétrica combinada com uma voz comum no mundo do Blues.
Mas não é apenas no Blues que Muddy deixou a sua marca. É considerado como um dos artistas principais a influenciar a jovem geração britânica que popularizou o estilo a que chamamos Rock, com grandes êxitos como “Mannish Boy”, “I’m Your Hochie Man” ou mesmo “Rollin Stone”, que viria mais tarde a inspirar o nome da famosa banda inglesa com o mesmo nome.
Por todo o seu trabalho recebeu vários prémios e reconhecimentos, como vários grammys ou o rank nr. 17 da Lista “100 Greatest Artist of All Time” da revista Rolling Stone.
Portanto apesar de ter já partido deste mundo, continuará a cintilar para sempre no mundo da música.
Luís Costa,
Blue Jazz
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